PSDB cogita chapa “amigos da educação” para Presidência em 2018: Alckmin presidente, Richa vice

purosangue

Chapa puro sangue Alckmin-Richa, “os amigos da educação”, agita bastidores no ninho tucano a 3 anos das eleições presidenciais; nas redes sociais a piada do momento é: “O PSDB começou o ano batendo em professores no Paraná e termina espancando estudantes em São Paulo”; em queda livre nas pesquisas, tal qual seu colega das terras das araucárias, Alckmin deverá anunciar na tarde desta sexta-feira (4) que vai desistir de fechar escolas.

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), abriu o processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff (PT) reacendendo a chama do golpe e as esperanças de Aécio Neves (PSDB-MG) de chegar – por um atalho — à Presidência da República.

O problema do tucano é que ele vem perdendo espaço dentro do ninho, e se Dilma sustentar-se até o fim do mandato, muito provavelmente, ele não será mais a escolha do PSDB como candidato em 2018.

Dito isto, a tendência é que o candidato do PSDB ao Palácio da Alvorada seja novamente o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

O problema é que a tentativa de Alckmin fechar escolas e a resistência da moçada que ocupa os estabelecimentos ameaçados comoveu o país, a popularidade do tucano paulista derreteu.

O acirramento da disputa e as cenas de policiais prendendo, arrebentando e batendo em estudantes adolescentes escancararam a verdadeira face de Alckmin, como sendo um ditador violento e fascista.

A situação fez lembrar o massacre de 29 de abril, no Centro Cívico, quando numa ação criminosa comandada pelo governador do Paraná, Beto Richa, também do PSDB, policiais atacaram professores e servidores. O resultado foi de 250 feridos.

E a piada do momento nas redes sociais é que: “O PSDB começou o ano batendo em professores no Paraná e termina espancando estudantes em São Paulo”.

Por isso, imaginamos o partido dos tucanos disputando a Presidência da República com chapa pura, dos “amigos da educação” Alckmin e Richa.

Nesse cenário, Aécio estaria mesmo fora do jogo. Richa bate em professores, Alckmin espanca estudantes. E o pobre do Aécio, que a gente saiba, só bate em namorada mesmo… Amador.

Comentários encerrados.