Nordeste em peso contra o golpe; Sul sobe no muro; que feio!

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No Sul, além de Beto Richa (PSDB), ciclista profissional na arte de “pedalar”, que envergonharia o mais cego dos ministros do Tribunal de Contas da União (TCU), em Curitiba, o prefeito Gustavo Fruet (PDT), que tem o PT na vice, da mesma forma ficou mudo e calado e assim deve se manter; aliás, a omissão tem sido seu traço mais forte da personalidade do pedetista desde que sentou na cadeira de prefeito.

Os governadores do Nordeste contestaram de forma unânime a tese de impeachment acolhida por Eduardo Cunha, réu por corrupção e lavagem de dinheiro, com apoio do tucano Aécio Neves, derrotado nas últimas eleições.

Em nota, os governadores Rui Costa (PT–BA), Ricardo Coutinho (PSB–PB), Flávio Dino (PCdoB–MA), Paulo Câmara (PSB–PE), Robinson Farias (PSD–RN), Camilo Santana (PT–CE), Wellington Dias (PT–PI), Jackson Barreto (PMDB–SE) e Renan Filho (PMDB–AL) manifestam repúdio ao que chamam de “absurda tentativa de jogar a Nação em tumultos derivados de um indesejado retrocesso institucional”.

Já no Sul, os governadores de Santa Catarina (Raimundo Colombo PSD), do Paraná (Beto Richa, do PSDB) e do Rio Grande do Sul (José Ivo Sartori, do PMDB) ainda não se pronunciaram e estão em cima do muro.

Seria de se esperar que Beto Richa, pelo alinhamento e solidariedade a Aécio neves, também apoiasse o golpe do impeachment. Mas o Ministério Público de Contas do Paraná aponta irregularidades nas contas do governo estadual que são bem piores das que sustentam o pedido contra Dilma. Isso sem falar nas denúncias de corrupção cada vez mais perto do Palácio Iguaçu.

Raimundo Colombo (SC) tende a ser simpático a Dilma. Sartori (RS) deve ficar em cima do muro mesmo.

Em Curitiba, o prefeito Gustavo Fruet (PDT), que tem o PT na vice, da mesma forma ficou mudo e calado e assim deve se manter. Aliás, a omissão tem sido seu traço mais forte de personalidade desde que sentou na cadeira de prefeito.

Com informações do Brasil 247

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