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Beto Richa “arregou” para o Judiciário

O presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, Paulo Roberto Vasconcelos, ao que parece, saiu fortalecido da contenda com o governador Beto Richa (PSDB). Nesta terça-feira (29), judiciário começou pagar correção salarial da URV a funcionários. Governo do estado denunciou na semana passada que o Tribunal de Justiça tem quase R$ 1 bilhão aplicados em especulação; o Ministério Público do Paraná (MP) tem R$ 191 milhões em capital vadio; e o Tribunal Faz de Contas (TCE) outros R$ 106 milhões. No Centro Cívico, a informação é de que Beto Richa “arregou geral” para os homens da toga.

O presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, Paulo Roberto Vasconcelos, ao que parece, saiu fortalecido da contenda com o governador Beto Richa (PSDB). Nesta terça-feira (29), judiciário começou pagar correção salarial da URV a funcionários. Governo do estado denunciou na semana passada que o Tribunal de Justiça tem quase R$ 1 bilhão aplicados em especulação; o Ministério Público do Paraná (MP) tem R$ 191 milhões em capital vadio; e o Tribunal Faz de Contas (TCE) outros R$ 106 milhões. No Centro Cívico, a informação é de que Beto Richa “arregou geral” para os homens da toga.

Não durou muito tempo a valentia do governador Beto Richa (PSDB) e do secretário de Estado da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, que fizeram semana passada grave denúncia contra o Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), que, segundo eles, estaria realizando “especulação financeira” com sobras do orçamento.

De acordo com fonte do Blog do Esmael no Palácio Iguaçu, houve esta semana acerto entre o governo e o judiciário, o que finalizou a “crise” gerada pelo corte de R$ 100 milhões. Ou seja, Richa “arregou” para o Poder Judiciário.

Fruto desse acordo, nesta terça-feira (29) funcionários do tribunal começaram a receber a segunda parcela da URV (Unidade Real de Valor) — uma correção salarial decorrente da conversão do Cruzeiro Real (CR$) para o Real (R$) no ano de 1994.

No último dia 23, o secretário importado Mauro Ricardo Costa, espécie de alter ego do governador tucano, denunciou  que o TJPR, o Tribunal Faz de Contas (TCE) e até o Ministério Público do Paraná (MP) “especulam no mercado financeiro” e, portanto, o judiciário estaria desviando dinheiro de impostos dos contribuintes.

Segundo levantamento do tesouro do governo do estado, o Tribunal de Justiça tem quase R$ 1 bilhão aplicados em especulação; o Ministério Público do Paraná (MP) tem R$ 191 milhões em capital vadio; e o Tribunal Faz de Contas (TCE) outros R$ 106 milhões.

“É uma poupança desviada porque esse recurso deveria estar beneficiando a população e não em aplicações de alguns poderes privilegiados no Paraná”, havia atacado o secretário de Beto Richa.

O Blog do Esmael ainda não teve acesso aos termos do acordo que cessou a curta “beligerância” entre Richa e o judiciário.

 

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