20 de dezembro de 2015
por Esmael Morais
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Beto Richa demite ex-deputado procurado pela Justiça

O governador Beto Richa (PSDB), por meio da presidência da Cohapar (Companhia de Habitação do Paraná), demitiu o ex-deputado Osmar Bertoldi (DEM) de uma diretoria do órgão.

Segundo informações preliminares, o diretor da Cohapar foi exonerado do cargo por “quebra de confiança”, depois que ele teve a prisão decretada por espancar a ex-mulher (clique aqui para assistir reportagem da TV Record).

A exoneração do ex-deputado será publicada nesta segunda-feira (21).

O juiz Rodrigo Simões Palma, do Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Curitiba, decretou prisão domiciliar de Bertoldi, que está foragido há 20 dias.

Osmar Bertoldi é suplente do deputado federal pela coligação que reelegeu Richa  (PSDB-DEM-PR-PSC-PTdoB-PP-SD-PSD-PPS). No início de 2015, ele assumiu a cadeira na Câmara, entre fevereiro e maio, com a licença de Fernando Francischini (SD), que no período foi secretário da Segurança Pública.

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20 de dezembro de 2015
por Esmael Morais
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Diretor de Beto Richa acusado de espancar ex-mulher foge para não ser preso; assista ao vídeo

O primeiro suplente de deputado federal Osmar Bertoldi (DEM), diretor da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), está foragido da Justiça há 20 dias, depois de espancar a ex-mulher Tatiane Bitencourt.

Segundo relato da vítima, Bertoldi a agrediu após receber um “não” ao pedido de casamento. Abaixo, assista ao vídeo:

De acordo com reportagem do Jornal da Record, o agressor chegou a ficar em prisão domiciliar e com tornozeleira eletrônica, mas fugiu e não foi mais encontrado. A vítima está com medo.

Osmar Bertoldi é suplente do deputado federal pela coligação que reelegeu Richa  (PSDB-DEM-PR-PSC-PTdoB-PP-SD-PSD-PPS). No início de 2015, ele assumiu a cadeira na Câmara, entre fevereiro e maio, com a licença de Fernando Francischini (SD), que no período foi secretário da Segurança Pública.

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20 de dezembro de 2015
por Esmael Morais
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Ducci abre fogo contra Fruet: ”a desculpa e o chapéu alheio’

fruet_ducci
O deputado federal Luciano Ducci (PSB), que planeja voltar à Prefeitura de Curitiba, neste domingo (20), em sua conta no Facebook, abriu fogo contra o prefeito Gustavo Fruet (PSB), que o sucedeu e espera derrotar em revanche eleitoral em 2016.

Para Ducci, o pedetista é bom em dar desculpas e fazer cortesia com o chapéu alheio. O ex-prefeito jura que Fruet entrega obras feita por ele, tais como trincheiras, viadutos e Linha Verde.

No Facebook, ao referir-se às desculpas de Fruet, o ex afirmou que “ele vai cobrar a conta dos curitibanos, com reajustes de impostos, dos recursos da previdência e de depósitos judicias, aumento da tarifa [de ônibus] em janeiro e culpar chuvas pela falta de manutenção da cidade”.

Leia a íntegra da postagem de Ducci no Facebook: Leia mais

20 de dezembro de 2015
por Esmael Morais
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PSD cogita Juliana Vosnika para disputar a Prefeitura de Curitiba

A presidente do PSD Mulher do Paraná, Juliana Vosnika, neste fim de semana, foi a grande sensação política das novas inserções do partido no horário eleitoral gratuito.

O abrupto surgimento da moça na TV levou a Boca Maldita crer que ela disputará a Prefeitura de Curitiba em 2016.

Juliana é presidente do badalado museu Oscar Niemeyer (MON) e desde julho último comanda o PSD Mulher no Paraná.

O PSD é presidido no estado pelo chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra, o homem do pedágio.

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20 de dezembro de 2015
por Esmael Morais
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Luiz Manfredini: A democracia como centro da tática dos progressistas

Luiz Manfredini*

O que está em jogo, na atual crise política brasileira, não é apenas a sorte do governo, do principal partido que o sustenta ou desta ou daquela liderança. Está em jogo a própria democracia. Porque o golpismo que norteia a direita mais extremada, desde que não se conformou com a derrota em outubro último, implica propostas não apenas conservadoras, mas amplamente restritivas dos direitos humanos e da democracia política, econômica e social. Propostas fundadas num brutal retrocesso civilizatório, na intolerância e no preconceito. Um regime do poder absoluto do capital em sua feição mais dura, ou seja, bem mais excludente e perversa do que o habitual.

Para a esquerda e as demais forças democráticas e progressistas, portanto, o essencial, o irrenunciável, o que une a todos na atual (e dramática) circunstância política é a defesa da democracia. É o centro da tática, para usar uma expressão própria da política. E a defesa da democracia significa, neste momento, precisamente a defesa da inviolabilidade do mandato presidencial. Isto não implica, como pensam alguns, aceitar e defender todas as medidas do governo. Daí porque a defesa da legalidade é capaz de atrair certos setores conservadores, que sequer apoiam as propostas governamentais, mas não sendo golpistas, não caem na falácia do “impeachment” e em outras condutas de desestabilização política.

Não é apenas possível, como necessário, que a esquerda, as forças democráticos e progressistas e ainda o conjunto do movimento social a um só tempo defendam o mandado da presidente Dilma e façam a crítica de uma série de medidas, no âmbito do ajuste fiscal, que violam direitos fundamentais dos trabalhadores. É preciso vincar a idéia de que o ajuste, naquilo que for imprescindível, seja pago principalmente pelas elites que detém o grande poder econômico e as polpudas fortunas, tradicionalmente menos exigidas. Ou mesmo uma alteração de rumo econômico, como pedem a Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT, e mais três instituições, em documento lançado na última terça-feira, em São Paulo, e como vem insistindo o PCdoB

Reside nessa articulação entre apoio e crítica a dificuldade que enfrentam de certos setores. Quando se afirma que o centro da tática é a defesa da democracia, isto significa que tal bandeira subordina as demais. Po Leia mais