19 de dezembro de 2015
por Esmael Morais
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Aécio, Lula e Marina embolados em pesquisa Datafolha

do Brasil 247

Se as eleições presidenciais de 2018 fossem hoje, as vagas no segundo turno seriam disputadas pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), pelo ex-presidente Lula, do PT, e pela ex-senadora Marina Silva, da Rede.

Numa pesquisa com margem de erro de dois pontos, Aécio lidera com 26%, seguido por Lula, com 20%, e Marina, com 19%.

O cenário com Geraldo Alckmin no lugar de Aécio é negativo para o PSDB. Marina teria 24%, Lula 21% e Alckmin ficaria distante da briga, com 14%.

O Datafolha também aferiu ligeira recuperação da presidente Dilma Rousseff. Os que consideram seu governo ótimo ou bom são 12%, ante 10% da pesquisa anterior. O índice de ruim/péssimo recuou de 67% para 65% e o regular permaneceu em 22%.

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19 de dezembro de 2015
por Esmael Morais
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Para pesquisa inédita, petistas “roubam” para beneficiar os pobres

O instituto Paraná Pesquisas divulgou neste sábado (19) sondagem sobre o afastamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ). De acordo com os números, 83% dos paranaenses são favoráveis à saída do presidente da Câmara.

O levantamento indica também que 62% dos eleitores no estado defendem o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

Para 63% dos entrevistados, o PT é o partido mais corrupto, no entanto, 30% acreditam que é a legenda que mais faz pelos pobres. Logo, depreende-se na pesquisa que os petistas “roubam” para beneficiar os pobres ao passo que apenas 4% dos eleitores creem que o PSDB faça o mesmo. Ou seja, a maioria percebe que os tucanos “roubam” para eles mesmos.

De acordo com o instituto, 69% apontam o PT como responsável pela criação do programa Bolsa Família ante 12% para o PSDB.

O PMDB de Roberto Requião seria o partido que 10% se filiariam, seguindo do PSDB de Aécio Neves, com 9%. Mesmo sob intenso fogo da mídia, 4% ainda preferem o PT.

A Paraná Pesquisas entrevistou 1.520 eleitores em 60 municípios do Paraná, entre os dias 10 e 14 de dezembro. A margem de erro é de 2,5 pontos porcentuais.

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19 de dezembro de 2015
por Esmael Morais
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Traiano foi o presidente que mais gastou na história da Assembleia

O colunista Celso Nascimento, do blog Gazeta do Povo, neste sábado (19), reaviva uma discussão anual aqui no Blog do Esmael, sobre a “devolução” de cheque pela Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP).

Se a imprensa e o Ministério Público fossem sérios, necessariamente, o presidente da Alep, Ademar Traiano (PSDB), e o governador Beto Richa (PSDB), seriam enquadrados no artigo 171 do Código Penal, cuja transcrição literal é:

“Art.171 Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento”.

O diabo é que nenhum deputado, nem da situação nem da oposição, gritou “pega ladrão” nas sessões plenárias.

Beto Richa não recebeu dinheiro muito menos Traiano devolveu dinheiro “economizado” ao erário. Pelo contrário, ambos gastaram mais.

A gestão “ostentação” de Ademar Traiano teve orçamento disponível de R$ 627 milhões, se devolveu R$ 250 milhões, logo gastou R$ 377 milhões.

Na gestão anterior, de 2014, Valdir Rossoni devolveu um chequão sem fundo de R$ 230 milhões, ao largar o osso, para um orçamento de R$ 540 milhões.

Ou seja, mesmo “devolvendo” mais, um chequão de R$ 250 milhões, Traiano foi mais gastador que Rossoni.

A cada ano o orçamento da Assembleia cresce porque ele está atrelado ao índice estabelecido de 3,1% da Receita Corrente Líquida (RCL). Para o ano de 2016, o orçamento do Paraná é de R$ 50 bilhões, portanto, a Alep terá orçamento maior. Por isso, eles “brincam” de devolver dinheiro que não existe.

Orçamento é dinheiro emprestado, portanto é fictício. Não existe de verdade. Se você não o executa e está deixando de fazer obras importantes ao estado, como escolas, creches, hospitais, etc. É dinheiro imobilizado durante um ano.

Imagine o caro leitor emprestando R$ 250 milhões ao banco, depois de pagar juros durante um ano, devolve o dinheiro ao mesmo banco sem aplicar na sua previsão. É exatamente isso que fez Traiano, repetindo Rossoni.

Agora façamos um comparativo com o orçamento do ano de 2011. Era de R$ 324 milhões, mas, ao final do exercício de 2011, Rossoni devolveu R$ 90 milhões. Logo, a Assembleia gastou em 2010 cerca R$ 234 milhões.

Se Rossoni devolveu R$ 110 milhões em 2012, segundo o orçamento, porque ele Leia mais

19 de dezembro de 2015
por Esmael Morais
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Deputada contrária ao Bolsa Família e primeira-dama de Curitiba batem boca nas redes sociais

Nem o espírito de Natal está sendo capaz de segurar a troca de farpas entre a deputada Maria Victória (PP) e a primeira-dama de Curitiba, Márcia Fruet.

Tudo começou com a parlamentar defendendo corte no programa Bolsa Família em sua coluna publicada no Blog do Esmael. Para ela, o o governo federal “dá o peixe” ao invés de “ensinar a pescar”.

Márcia Fruet, mulher do prefeito Gustavo Fruet (PDT), rebateu Maria Victória pelo Facebook: “Dizem que temos que ensinar a pescar, não dar o peixe. Mas, quando já lhes tiraram o anzol, o barco, a vara, é preciso, sim, dar o peixe”, escreveu citando o ex-presidente uruguaio José Pepe Mujica.

Em carta aberta, Maria Victória observou que a primeira-dama de Curitiba “colocou a própria indignação acima da esperança”.

“Minha esperança de juventude jamais será derrotada por nada, nem por ninguém”, rebateu a deputado Maria Victória, que é pré-candidata à Prefeitura de Curitiba.

A seguir, leia a carta aberta de Maria Victória para Márcia Fruet:

“Minha opinião sobre o programa Bolsa Família na semana passada gerou repercussões de todo lado e de muita gente. Sinal claro de que esse assunto mexe com as pessoas e, por isso mesmo, deve ser debatido e esclarecido. Mas um ponto de vista, particularmente, me chamou a atenção: o texto divulgado pela primeira dama de Curitiba, Márcia Fruet, que colocou a própria indignação (contra o que entendeu ser a minha opinião), acima da esperança (de ser compreendida por mim em seus argumentos).

Respeito toda a experiência alegada pela Primeira Dama de Curitiba com os mais pobres e suas necessidades.

Sou jovem, sim, cara Primeira Dama Márcia, tenho 23 anos, mas aprendi desde muito cedo a não temer polêmicas e muito menos a emitir minha opinião. Tenho na convivência familiar, a liberdade de pensar. E, mais ainda, a coragem de discordar.

Pertenço a uma geração que começa a lutar por um argumento básico, esquecido pela grande maioria dos gestores públicos brasileiros, o que explica, em grande parte, a situação do Brasil atual: eficiência.

A política precisa, urgente e sem rodeios, de eficiência. A economia, idem. A Educação também. E, mais particularmente, cara Pr Leia mais

19 de dezembro de 2015
por Esmael Morais
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Japonês “bonzinho” da PF é produto de marketing tucano para ocultar crime

O agente da PF Newton Ishii, também conhecido como japonês “bonzinho”, flagrado recentemente pelos grampos, é apontado como vendedor de informações sigilosas da Lava Jato às revistas, jornais e TVs.

Até o mais tonto dos profissionais de imprensa sabe que não existe “mídia espontânea” de tal monta, com direito à marchinha de carnaval e glamorização de quem cometeu suposto crime. Tem método, planejamento e execução o marketing do japonês “bonzinho”.

Pois bem, o japonês “bonzinho” da PF é amigo de outro japonês “bonzinho”, Sérgio Kobayashi, que coordena a “Tenda Digital”, um grupo de cibercomissionados pagos pelo erário, a partir da TV Educativa do Paraná — a e-Paraná.

Kobayashi é o japonês “bonzinho” do governador Beto Richa (PSDB), que dissemina mentiras e difamações contra adversários políticos nas redes sociais — tudo com dinheiro do contribuinte. A “Tenda Digital” já foi objeto de discussão na CPI de Crimes Cibernéticos da Câmara Federal.

Nas eleições de 2014, o grupo criminoso comandado pelo japonês “bonzinho” de Richa agiu pesadamente contra os senadores Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião, no Paraná, e contra a presidente Dilma Rousseff (PT), em todo o país.

Dito isto, o japonês “bonzinho” da Federal é mais uma criação de marketing da criminosa “Tenda Digital”, que é operada no submundo da internet pelo tucano Sérgio Kobayashi – um ex-deputado federal pelo PSDB de São Paulo que veio parar no Paraná a convite do lobista Luiz Abi Antoun, primo de Richa, que puxou cana por fraude em licitação e cobrança de propina na Receita Estadual no governo do Paraná.

Se a PF tem como o princípio a impessoalidade, como ela admite que tucanos assessorem seus agentes?

Abaixo, veja o vídeo do japonês “bonzinho” do PSDB explicando o ativismo digital:

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19 de dezembro de 2015
por admin
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Coluna do Jorge Bernardi: A Boca Maldita, Fachin, Moro e o ‘Japonês’ da Polícia Federal

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Jorge Bernardi*

O que há em comum entre a Boca Maldita, o ministro do STF Edson Fachin, o juiz Sérgio Moro e o Japonês da Federal? Em tempos de operações Lava Jato, Publicano, Voldemort, Zelotes, Impeachment, processo de cassação do Presidente da Câmara, estes temas fervilham na Boca Maldita de Curitiba, e Fachin, Moro, o Japonês da Polícia Federal, são personagens constantes nas rodas de conversa que lá se formam diariamente.

“Nada vejo, nada ouço e nada falo”, este é o lema dos Cavalheiros da Boca Maldita, uma confraria masculina irreverente que existe em Curitiba há 59 anos, e que se reúne, apenas uma vez ao ano, num jantar, no dia 13 de dezembro, onde mulher não entra.

A “Boca Maldita” física é um espaço público que fica na avenida Luiz Xavier, no centro de Curitiba, entre cafés e bancas de jornal, onde se reúnem jornalistas, políticos, empresários, artistas, profissionais liberais, aposentados e cidadãos comuns, para conversar, jogar palito, tomar cafezinho, engraxar sapato e, comentar fatos políticos e sociais.

No jantar da Boca Maldita, deste ano, boa parte do PIB do Paraná estava reunida, e junto com o presidente, Paulo Skaf, da FIESP, o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, o Conselheiro do TCU, Augusto Nardes, foram homenageados Fachin e Sérgio Moro.

Quando falou, Fachin foi efusivamente aplaudido. Mas a única unanimidade dos 500 comensais foi a outorga da Comenda de Cavalheiro da Boca Maldita ao juiz Sérgio Moro. Aplaudido de pé por vários minutos, numa demonstração de respeito e apoio ao seu trabalho que tem levado empresários e políticos corruptos a prisão.

E quanto ao Japonês da Policia Federal, que virou celebridade ao ser fotografado na escolta de presos famosos da Lava Jato. Outro dia causou alvoroço, num bar do Água Verde. Durante pouco mais de 1 hora o agente Newton Ishii, não conseguiu sentar. A todo instante os frequentadores do bar queriam tirar fotografias, conversar, perguntar sobre os próximos passos da Lava Jato. A todos, o Japonês “bonzinho” atendia educadamente, explicava seu trabalho e que tratava os presos com respeito que o ser humano merece.

A histórica autofagia paranaense, tão observada em outros momentos, parece que deu uma trégua ante os novos heróis, que defendem o povo e combatem os poderosos que exploram a naç Leia mais

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