Por Esmael Morais

Faciap também diz não ao ‘pedágio mais caro do mundo’ de Beto Richa

A Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), por meio de seu conselho administrativo, há pouco mais de uma semana, posicionou-se contra a prorrogação dos contratos do ‘pedágio mais caro do mundo’ como pretende o governador Beto Richa (PSDB). O posicionamento da entidade é importante porque ela é uma das integrantes do G7 — o grupo das sete maiores do setor produtivo paranaense. A informação da manifestação contra a prorrogação dos contratos do pedágio é do site da Faciap. Para os empresários do sistema Faciap, “o problema não está no pedágio em si, mas nos altos valores cobrados nas praças do Paraná, além das diversas e importantes obras ainda não realizadas nas estradas, e sem previsão de concretização”. Além da Faciap, já se posicionaram contra a prorrogação do pedágio mais caro do mundo a Fiep (Federação das Indústrias do Paraná), Fecomercio (Federação do Comércio do Paraná), Fecoopar (Federação e Organização das Cooperativas do Paraná) e ACP (Associação Comercial do Paraná). Só querem a perpetuação das pedageiras nas rodovias do estado, até o ano de 2.050, as próprias concessionárias, o governador Beto Richa, conhecido como o “Rei do Pedágio”, e estranhamente a Faep (Federação da Agricultura do Paraná) e

Publicado em 09/11/2015

De acordo com o amigo de infância de Beto Richa, a obra da PR-323, orçada em R$ 8 bilhões, prevê o depósito anual de R$ 95,7 milhões pelo governo do estado para ajudar a custear as despesas com a duplicação de 220 quilômetros da rodovia entre Paiçandu e Francisco Alves.

Segundo Tony, a forma de escolhida da Odebrecht — “única” interessada na obra — foi “criminosa”. E é sobre isso que o amigo de infância do governador se dispõe a falar aos deputados, se convocado pela Assembleia Legislativa.