Estudantes definem semana que vem ocupação de escolas no Paraná

A paranaense Camila Lanes, presidente da UBES, está à frente do movimento contra fechamento de 94 escolas no estado de São Paulo; no fim de semana que vem, a União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES), além de eleger Mateus dos Santos, definirá estratégia em congresso estadual contra o fechamento de 150 escolas no Paraná e a lei da mordaça dos professores.

A paranaense Camila Lanes, presidente da UBES, está à frente do movimento contra fechamento de 94 escolas no estado de São Paulo; no fim de semana que vem, a União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES), além de eleger Mateus dos Santos, definirá estratégia em congresso estadual contra o fechamento de 150 escolas no Paraná e a lei da mordaça dos professores.

A União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES) realizará seu 52º Congresso nos próximos dias 28 e 29 de novembro, em Pontal do Paraná, Litoral do estado, onde a principal tarefa, além de eleger a nova diretoria, será planejar a ocupação das 2,1 mil escolas da rede pública que compõem o sistema estadual de ensino.

Segundo o estudante Mateus dos Santos, de Foz do Iguaçu, que possivelmente será eleito presidente da UPES no próximo fim de semana, será desencadeado no começo de dezembro o movimento “#OcupeParaná”.

Em entrevista ao Blog do Esmael, o líder estudantil, que é ligado à União da Juventude Socialista (UJS), justificou o movimento como “contraposição ao fechamento de escolas e à lei da mordaça” pretendidos pelo governador Beto Richa (PSDB).

A UPES também deverá fechar questão contra a precarização da educação, pretendido pelo governo tucano, que consiste na contratação de funcionários e professores por meio de OS (organização social), ou seja, que acaba com a carreira do magistério no Paraná.

Em São Paulo, a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), entidade presidida pela ainda presidente da UPES, Camila Lanes, que é colaboradora do Blog do Esmael, lançou uma “cartilha da ocupação” das escolas.

De acordo com Camila, no estado de São Paulo mais 85 de escolas estão ocupadas até agora “em viés de aumento”.

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