18 de novembro de 2015
por Esmael Morais
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Beto Richa ordena PM descer a “borracha” nesta quinta em manifestantes contrários ao governo

ordem_massacre_richaO Blog do Esmael teve acesso a uma ordem de serviço (leia abaixo) da Polícia Militar do Paraná orientando a ROTAM reprimir, caso necessário, manifestação contrária ao governador Beto Richa (PSDB) ou “atrapalhar” andamento de evento nesta quinta-feira (19), às 10 horas, no município de Campo Magro, região Metropolitana de Curitiba.

O tucano estará naquela localidade para solenidade de assinatura da ordem de serviço para início para obras de revitalização da rodovia PR-090 (mais conhecida como Estrada do Cerne ou Rodovia Gumercindo Boza).

Portanto, o Paraná poderá reviver amanhã cedo o massacre ocorrido em 29 de abril, quando 213 professores ficaram feriadas no Centro Cívico, durante protesto contra confisco da poupança previdenciária.

Abaixo, leia a ordem de serviço da PM (ampliada): Leia mais

18 de novembro de 2015
por Esmael Morais
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Governo desautoriza Levy, que defende projeto recessivo de Serra

vagner_levyO ministro da Fazenda Joaquim Levy foi desautorizado na manhã desta quarta-feira (18) pelo ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Vagner, acerca de audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. ... 

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18 de novembro de 2015
por Esmael Morais
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Deputado Toninho deixa o PT. Ângelo Vanhoni entra no aquecimento

toninho_vanhoniO deputado federal Toninho Wandscheer, em nota oficial, anunciou nesta quarta-feira (18) que desfiliou-se do Partido dos Trabalhadores (PT).

No comunicado, Toninho não deixa claro qual será o seu destino partidário.

Especula-se que o ex-petista esteja embarcando na canoa do PROS, cuja sigla é controlada no Paraná pelo seu filho Tiago Henrique Wandscheer.

Pelo sim pelo não, o primeiro suplente do PT Ângelo Vanhoni entrou em aquecimento. O ex-deputado poderá requerer a vaga, caso o partido não o faça.

No entanto, Toninho Wandscheer pulou fora do barco petista amparado numa liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) que restabeleceu 30 dias para a migração de parlamentares para novos partidos.

Como o PROS já não é partido novo, pois fora registrado em 2013, a Rede já tem “dono”, a legenda mais recente que recebeu chancela do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é o Partido da Mulher Brasileira (PMB).

A seguir, leia a íntegra da nota oficial de Toninho Wandscheer: Leia mais

18 de novembro de 2015
por Esmael Morais
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Em nota, Picler diz “não” a Greca

Picler_Greca_FruetO empresário Professor Wilson Picler (PEN), em nota, jura que não procede a informação sobre a conversação entre ele o ex-prefeito Rafael Greca (PMN), conforme registro do Blog do Esmael na manhã de hoje (18).

Picler diz há uma relação de respeito e admiração entre ambos, mas não discute formação de chama para as eleições de 2016.

O empresário da área educacional garante que não tem tratativa com nenhum outro candidato à Prefeitura de Curitiba.  Segundo Picler, a prioridade é administrar o grupo Uninter.

Nos bastidores da política,  há quem enxergue uma “reaproximação” entre Picler e o humorista ‘anão’ Cláudio Castro — aquele que dizia na campanha que “Gustavo estava pronto” –, pré-candidato a vereador pelo PV.

A seguir, leia a íntegra da nota de Professor Picler:
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18 de novembro de 2015
por Esmael Morais
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Líder de Beto Richa defende título de cidadão honorário a ex-ministro Dirceu

dirceu_francischini_romanelliO deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), líder do governo Beto Richa (PSDB) na Assembleia Legislativa, defende a manutenção do título de cidadão honorário ao ex-ministro José Dirceu. ... 

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18 de novembro de 2015
por Esmael Morais
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Greca pode ganhar aliado de peso na disputa de Curitiba: Professor Picler

Picler_GrecaO ex-prefeito Rafael Greca (PMN) pode ganhar um aliado de peso para voltar ao Palácio 29 de Março, sede do executivo municipal de Curitiba, nas eleições do ano que vem. Trata-se do megaempresário da área educacional Professor Wilson Picler, que sonha com a vice.

Picler teria manifestado esse desejo a correligionários do PEN.

A chapa dos “pesos pesados” uniria força política e poder econômico, ou seja, segundo analistas, “teria viabilidade para disputar e ganhar a Prefeitura de Curitiba em 2016”.

Do outro lado do ringue, o prefeito Gustavo Fruet (PDT), que buscará a reeleição, foi às “compras” este mês de novembro. Os adversários do pedetista somam mais de 70% das intenções de votos, de acordo com todos os institutos de pesquisas.

Abaixo, confira os números da IRG Consultoria na estimulada: Leia mais

18 de novembro de 2015
por Esmael Morais
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Em baixa nas vésperas das eleições, Gustavo Fruet vai às “compras”

fruet_comprasO prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), de olho na reeleição, começou se mexer visando reverter os números das intenções de votos que lhe são desfavoráveis, segundo todos os institutos de pesquisas.

De acordo com fontes do Blog do Esmael, o pedetista foi às “compras” nos últimos dias. Ele sonda marqueteiro, produtora, candidatos a vereador, partidos, lideranças comunitárias, pesquisadores, enfim, tudo que uma campanha eleitoral majoritária oficialista precisa.

Os adversários de Fruet temem que essa corrida às “prateleiras” inflacione esse nicho de mercado chamado eleições.

Quanto aos números das pesquisas, a um ano da disputa, os adversários do prefeito Gustavo Fruet somam, juntos, 73% das intenções de voto (DataPicler divulgado esta semana aqui no Blog do Esmael).

Nesta quarta-feira (18), levantamento da IRG Consultoria & Pesquisa, feito com exclusividade para o Portal Bem Paraná, também mostrou maioria folgada da oposição. De acordo com essa pesquisa realizada entre os dias 12 e 16 de novembro, os adversários somam juntos 71% das intenções de voto ante 17% do prefeito Gustavo Fruet.

Abaixo, confira os números da IRG na estimulada: Leia mais

18 de novembro de 2015
por Esmael Morais
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Mentira publicitária de Richa sobre contratação de PMs vai parar na Justiça

nereu_pmO governador Beto Richa (PSDB) mentiu na propaganda veiculada no rádio, TV e internet sobre a contratação de policiais entre os anos 2011 e 2014. O tucano informou erroneamente à população paranaense que havia admitido 10 mil PMs. No entanto, o deputado Nereu Moura, líder do PMDB na Assembleia, com base na Lei do Acesso, obteve os números oficiais precisos: foram contratados somente 5.145 policiais militares e 1.888 policiais civis no período.

Ainda de acordo com o levantamento de Moura, se levado em consideração os agentes que deixaram as corporações, 2.444 policiais militares e 1.150 policiais civis, a contratação real do efetivo alcançou somente 2.701 homens e mulheres na Polícia Militar e 738 na Polícia Civil.

Com base nesses dados, a bancada de oposição na Assembleia, ingressou com uma ação popular contra a farra publicitária de Richa. Segundo os parlamentares oposicionistas, a propaganda institucional viola os princípios da legalidade, moralidade e publicidade e pede que os gastos realizados com o anúncio sejam devolvidos ao erário.

A ação popular da oposição foi baseada em informações fornecidas pelo ex-secretário estadual de Segurança Pública, Reinaldo de Almeida César, através de artigo publicado no Blog do Esmael no início de setembro, conforme revelou no mês passado o deputado Nereu Moura. Leia mais

18 de novembro de 2015
por admin
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Coluna do Rafael Greca: O rio Iguaçu pede o seu voto e a sua luta

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Rafael Greca*

No começo da povoação de Curitiba, entre 1693 e 1721, ficou definido, por postura da Câmara Municipal, que o abastecimento de água pura seria por nascentes e junto ao vale do rio Ivo. E no rio Belém, pobrezinho, acabariam despejadas as águas servidas. Começava a contaminação do rio Iguaçu.

Até 1870, o abastecimento de água potável da cidade dava-se por quatro fontes, então chamadas “Cariocas”.

Foi quando a Câmara Municipal decidiu instalar um chafariz em ferro lavrado, no então chamado Largo da Carioca da Cruz, ou Largo da Ponte do rio Ivo. Equipamento utilíssimo abençoado pelo padre Agostinho Machado Lima no dia 8 de setembro de 1871, durante a festa da padroeira da cidade, Nossa Senhora da Luz dos Pinhais.

Em 1883, postura municipal proibiu fossas abertas para receber efluente de esgoto. Começavam as preocupações com a higiene e o correto saneamento.

Em 1888 foi contratada  empresa sanitária para remover dejetos das fossas. Surgiu o carroção limpa fossas, dirigido por posudo italiano, “il signore Casagrande”, que o povo logo apelidou de “Barão da Merda”. Isto porque vestia fraque e cartola nas rédeas de seu carroção de barricas de madeira repletas de dejetos.

A água encanada só chegou a Curitiba em 1909, com o reservatório do Alto de São Francisco, a partir do encanamento, com canos de ferro belga — desde Piraquara — dos chamados “Mananciais da Serra”. Em um ano da companhia de águas e esgotos já somava ligações em 1.148 casas de família com o serviço.

Em 1917 a companhia de saneamento foi encampada pelo Governo do Estado, que faz vultuoso empréstimo em libras esterlinas para melhoramentos.

Em janeiro de 1963, o governador Ney Braga criou a Sanepar, Companhia de Saneamento do Paraná, que recebeu outorga de exploração dos serviços na capital, do então prefeito Ivo Arzua Pereira.

A grande Curitiba, a capital e sua região metropolitana cresceu e espraiou-se no planalto, esplêndido berço do rio Iguaçu. O “Y Guaçu”, Rio Grande, na linguagem dos índios.

A região tem perto de 5 mil nascentes, córregos, arroios. Não vale xingá-los de valetões. Todos alimentam os rios que formam o Iguaçu: Piraquara, Iraí, Palmital, Atuba, Tarumã, Bacacheri, Juvevê, Belém, Ivo, Barigui, Passaúna, Miringuava, rio Verde, entre outros cursos d’água.

Chuvas intensas localizadas sempre provocam grandes e inesperadas cheias. Na falta de células e canais eficientes de drenagem superficial sobrevém alagamentos. Um problema a mais que sempre desafiou e esteve presente na história urbana de Curitiba.

Na nossa gestão da Prefeitura de Curitiba (1993-1996), com orientação do engenheiro sênior Nicolau Kluppel, expert na hidrologia local, empreendemos intensa e extensa obra de canalizações, saneamento, dre Leia mais

18 de novembro de 2015
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Coluna do Alvaro Dias: Quem quer a volta da CPMF?

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Alvaro Dias*

Em entrevista recente, a presidente Dilma Rousseff (PT) afirmou que a aprovação da CPMF seria, na opinião dela, fundamental para o Brasil atingir superávit primário e acelerar o processo de saída da crise.

A presidente brasileira disse que a CPMF é fundamental para a estabilização econômica do País. “Precisamos aprovar a CPMF não para se gastar mais, mas para se crescer mais”, acrescentou Dilma.

A declaração da presidente da República faz parte de uma estratégia do Palácio do Planalto de tentar convencer a população da necessidade de aprovação, pelo Congresso, da recriação da CPMF. Dentro desta estratégia, não é descartada a aparição futura de Dilma em um pronunciamento na televisão, para defender a recriação da chamada “contribuição provisória”.

Toda a disposição e os argumentos da presidente, entretanto, podem não ser suficientes para convencer uma população que hoje, majoritariamente, rejeita não apenas a volta da CPMF, mas qualquer novo imposto que se pense em criar.

De acordo com pesquisa CNT/MDA, divulgada em outubro, 86,7% dos entrevistados afirmaram que não estão dispostos a pagar mais impostos para ajudar o país a sair da crise. Em outro questionamento, 70,5% disseram que não são a favor da volta da CPMF.

Resultado parecido foi auferido por pesquisa realizada pela Fiesp, apresentada no início de novembro. De acordo com a sondagem, do universo de pessoas que sabem o que é a CPMF, 86% dizem não gostar do imposto. Do total de pessoas que sabem o que é a CPMF e não gostam dela, 78% rejeitam a contribuição “porque é mais um imposto”.

Como os números atestam, há uma distância abissal entre a vontade do governo de recriar a CPMF e a disposição da população em tolerar mais um imposto a ser pago.

Ouvimos sempre deste governo que já superamos tempestades iguais ou até mais violentas do que essa ao longo da história, mas certamente não as superamos aumentando impostos.

Se já há recessão, inflação e desemprego, aumentar impostos não é a solução para sairmos da crise. Aumentar impostos, ao contrário, significa elevar as dificuldades das empresas e de toda a cadeia produtiva.

Recriar a CPMF, portanto, é inibir ainda mais o processo de crescimento econômico, que precisa ser alimentado, motivado, estimulado com credibilidade, segurança jurídica, redução dos gastos públicos e, sobretudo, administração proba e compete Leia mais