13 de novembro de 2015
por Esmael Morais
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Para Richa, o Paraná é uma festa: tucano prorroga contrato de R$ 30 mi para companheiro de viagem

reinaldo_delegacia_comidaO governador Beto Richa (PSDB) continua fazendo do Paraná uma extensão de Paris, ou seja, uma festa. ... 

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13 de novembro de 2015
por admin
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UBES faz passeata com 7 mil estudantes pelo ‘Fora Cunha’, contra o golpe e ajuste fiscal

ubes

A União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) fez nesta sexta-feira (13), em Brasília, uma passeata com 7 mil estudantes. A manifestação realizada em conjunto com a Frente Brasil Popular pediu a saída do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

A passeata foi parte do 41º Congresso da UBES, que está acontecendo no Distrito Federal. Também teve como bandeiras o repúdio às tentativas de golpe contra a presidenta Dilma Rousseff (PT) e críticas ao ajuste fiscal do que tem promovido cortes e a retirada de direitos.

“Essa é a juventude combativa, que está aqui para falar muito alto que esse Congresso não nos representa, para dizer que não queremos a redução da maioridade penal, não queremos o Estatuto da Família, não queremos o PL 5069 que penaliza as mulheres. Eles não passarão”, declarou a presidenta da UBES, Bárbara Melo, do alto do carro de som.

Na linha de frente do ato, caminhavam somente mulheres, representando a atual importância da afirmação de gênero no movimento estudantil, que tem presidentas em suas principais entidades. Leia mais

13 de novembro de 2015
por Esmael Morais
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Lewandowski, do STF, frustra coxinhas: Não vai ter golpe!

do Brasil 247

LewandowskiDurante palestra nesta sexta-feira, 13, em uma faculdade de Direito da capital paulista, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, deu uma declaração contundente contra as tentativas de ruptura do mandato da presidente Dilma Rousseff, propostas pela oposição.

Sem citar a presidente Dilma, Lewandowski disse que o País precisa ter maturidade para aceitar o resultado das eleições passadas. “Com toda a franqueza, devemos esperar mais um ano para as eleições municipais. Ganhe quem ganhe as eleições de 2016, nós teremos uma nova distribuição de poder. Temos de ter a paciência de aguentar mais três anos sem nenhum golpe institucional”, afirmou o presidente do STF.

Para Ricardo Lewandowski, a crise vivenciada atualmente no país tem mais fundo político do que econômico. “Estes três anos [após o ‘golpe institucional’] poderiam cobrar o preço de uma volta ao passado tenebroso de trinta anos. Devemos ir devagar com o andor, no sentido que as instituições estão reagindo bem e não se deixando contaminar por esta cortina de fumaça que está sendo lançada nos olhos de muitos brasileiros”, afirmou. Leia mais

13 de novembro de 2015
por admin
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Indústria da multa atua sem contrato na “área calma” de Gustavo Fruet

A novela da área calma de Curitiba teve mais um capítulo surreal nesta semana. Não pela restrição da velocidade em si, mas pelo ímpeto da administração municipal em implantar o programa mesmo sem ter condições e infraestrutura para isso.

Como todos sabem, a Prefeitura de Curitiba não tem contrato com a empresa Consilux, que é dona dos radares utilizados no trânsito da cidade.

A confusão começou em 2011, quando o programa Fantástico da Rede Globo veiculou reportagem apontando a existência de uma máfia da indústria da multa em diversos pontos do País, que manipularia licitações, pagando propina para obter contratos com prefeituras para a operação de radares e lombadas eletrônicas. Entre as envolvidas estaria a Consilux, que desde 1998 mantém contratos com a Prefeitura de Curitiba.

Devido à divulgação das denúncias e à repercussão nacional do caso, o então prefeito Luciano Ducci (PSB) havia determinado a suspensão do contrato com a Consilux, anunciando a “estatização” de radares e lombadas, o que de fato não se concretizou.

Para resumir a história, a Prefeitura paga até hoje mensalmente, em caráter emergencial, para a tal Consilux pela utilização dos radares. E são 16 desses aparelhos da Consilux que estão sendo instalados na dita “área calma”.

A primeira pergunta que surge é por que a Prefeitura simplesmente não faz uma nova licitação? Já se passaram quatro anos desde o rompimento e a Consilux continua atuando e faturando às custas das multas aplicadas nos curitibanos.

O advogado especialista em trânsito, Marcelo Araújo, chama atenção para um outro detalhe bizarro: quem está fazendo a mudança desses aparelhos? Não se trata de uma operação simples.

O jornal Gazeta do Povo publicou ontem (12) foto de um tra Leia mais

13 de novembro de 2015
por Esmael Morais
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Alckmin lidera corrida presidencial em Minas Gerais, diz Pesquisa

alckmin_marina_lulaO governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), seria eleito presidente da República se as eleições fossem hoje e o Brasil fosse o estado de Minas Gerais.

De acordo com o instituto Paraná Pesquisas, Alckmin lidera a disputa de 2018 com 25% na “casa” do senador e correligionário Aécio Neves.

Em segundo lugar aparece a ex-senadora Marina Silva (Rede) com 23% das intenções de voto. Portanto, ela está tecnicamente empatada com o tucano paulista.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) surge com 18%, na terceira colocação.

O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) tem 6%, Jair Bolsonaro (PP) obteve 5%, Michel Temer (PMDB) e Ronaldo Caiado (DEM) tem 2%.

A Paraná Pesquisas entrevistou 1.583 eleitores, em 84 municípios mineiros entre os dias 7 e 11 de novembro. A margem de erro é de 2,5%.

A seguir, leia a íntegra do relatório e outros cenários menos críveis para as eleições de 2018: Leia mais

13 de novembro de 2015
por Esmael Morais
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Tarifa cara do ônibus gera bate-boca, gritaria, choro e ranger de dentes na Câmara de Curitiba; assista ao quiproquó

fruet_bruxo_salamuniO k-suco ferveu na tarde de ontem (12), na Câmara de Vereadores de Curitiba, durante audiência pública do transporte coletivo. A oposição deitou e rolou na sessão aberta.

O bruxo Chik Jeitoso e o ex-presidente da Casa, Paulo Salamuni (PV), bateram boca e quase chegaram às vias de fato. Foi preciso a providencial intervenção do time deixa-disso.

“O senhor é o pior prefeito de Curitiba. Está cara essa passagem, sim. Os ladrões dessa Urbs têm que ir para a cadeia porque o povo está sofrendo”, discursava Chik Jeitoso.

Assista ao vídeo

O macumbeiro mais famoso do Hemisfério fora aplaudido em pé quando falou que Gustavo Fruet (PDT) era o mais incompetente que já passara pela Prefeitura. Foi aí que Salamuni tomou as dores do colega e partiu para cima do feiticeiro, que usava a tribuna da Câmara.

“Eu estou com a palavra, me respeite. Por favor, o senhor cale a sua boca”, reagiu Chik Jeitoso. Leia mais

13 de novembro de 2015
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SindiUrbano: ‘Máfia chantageia por tarifaço no ônibus em Curitiba; de que lado está Gustavo Fruet?’

A máfia do transporte coletivo continua chantageando o prefeito Gustavo Fruet (PDT) para reajustar a tarifa técnica de R$ 3,21 para até R$ 4. Segundo as empresas, o sistema está a beira do colapso e se o valor repassado pelo poder público não aumentar, os ônibus não terão mais como circular.

Por outro lado, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) determinou que itens que “engordam” a tarifa técnica sejam retirados do cálculo, pois não fariam parte da composição direta dos custos. Se a decisão fosse acatada, não só a tarifa técnica, como também o preço da passagem poderia ser reduzido.

Só para citar o exemplo mais óbvio, o combustível entra com preço médio de mercado na planilha. Mas, pelo volume utilizado, as empresas compram direto das distribuidoras a preço de atacado, muito menor que o de mercado.

O diabo é que a Urbs, a empresa que deveria zelar pelos interesses dos curitibanos na área do transporte público, recorreu da decisão. Ou seja, a Prefeitura de Curitiba além de aceitar a chantagem, age como se fosse “advogada” da máfia do transporte.

Segundo o presidente do SindiUrbano, Valdir Mestriner, o Tribunal de Contas determina uma série de ações no seu relatório que já são obrigação da Urbs, mas que não são cumpridas. Isso faz com que a tarifa atual seja estabelecida por suposições e não por dados concretos.

O que as empresas querem é receber cada vez mais pelo serviço que prestam. Se a Urbs não cumpre seu papel de gerenciar e fiscalizar o sistema, as empresas apresentam os números que lhes forem favoráveis.

“O prefeito Gustavo Fruet (PDT) tem todos os elementos para anular os contratos com as empresas de ônibus. Exitem inúmeras irregularidades apontadas em relatórios da própria Urbs, do TCE, da OAB, da CPI da Câmara, do Sindiurbano, etc. Mas ele falou que anularia os contratos se houvesse decisão judicial, e agora que há decisão judicial, ele recorre”, completou Valdir.

Enquanto isso, o pequeno município de Tijucas do Sul, a 50 km de Curitiba, decidiu municipalizar o transporte público a partir do próximo dia 4 de dezembro quando vence a concessão de 25 anos.

A Prefeitura vai oferecer ‘tarifa zero’ para os 15 mil potenciais usuários tijucanos-do-sul. Atualmente, o serviço concessionado tem tarifa que custa entre R$ 3,50 e R$ 5.

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13 de novembro de 2015
por Esmael Morais
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Estudantes ocupam sete escolas contra o fechamento… em São Paulo

Lá e cá. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, planeja fechar 94 escolas. Aqui, no Paraná, Beto Richa ainda quer mandar para o ‘quinto dos infernos’ outras 150 escolas.

Em comum os dois governadores têm o fato de pertencer ao PSDB, portanto, o fechamento de escolas faz parte do jeito tucano de governar.

Só que os estudantes paulistas reagem ocupando as unidades ameaçadas. Já são sete tomadas pela gurizada.

Ontem (12) houve violência da PM de SP que utilizou spray de pimenta contra os alunos. Alckmin usa o mesmo expediente — a covardia — que utilizou Richa em 29 de abril, no massacre de educadores.

Aqui na Terra das Araucárias, quando o k-suco ferveu, Beto Richa anunciou a suspensão do fechamento das escolas. Só que na prática continua tramando para exterminá-las no início do ano letivo 2016.

O governador do Paraná apenas dissimulou visando desmobilizar a comunidade escolar. Ou seja, Richa mentiu outra vez para os educadores. Alguns caíram na mentira. Outros não.

A seguir, leia matéria da Agência do Brasil sobre a ocupação de escolas por estudantes em São Paulo:

Chega a sete número de escolas ocupadas por estudantes em São Paulo

Mais uma escola da capital paulista foi ocupada hoje (13) por estudantes, em protesto contra o projeto da Secretaria de Educação do estado que prevê o fechamento de 94 instituições de ensino e a transferência de cerca de 311 mil alunos para unidades da região onde moram. O objetivo da reorganização, segundo a secretaria, é segmentar as escolas em três grupos (anos iniciais e finais do ensino fundamental e ensino médio), conforme o ciclo escolar.

A Escola Estadual Ana Rosa, localizada na Rua Éden, número 100, no bairro de Vila Sônia, zona oeste da cidade, foi ocupada por um grupo de estudantes por volta das 8h. Com isso, sobe para sete o número de unidades ocupadas, desde o início da semana, na Grande São Paulo.

A Escola estadual Diadema, no município de mesmo nome, no ABC paulista, foi a primeira unidade ocupada na região metropolitana. Os alunos se instalaram nas dependências na noite da última segunda-feira (9).

Na terça-feira (10) ocorreu a ocupação da Escola Estadual Fernão Dias Paes, localizada na Rua Pedroso de Moraes, em Pinheiros, na zona oeste. Na noite da quarta-feira (11), a Justiça determinou a reintegração de posse dessa unidade de ensino e, na tarde de hoje, ocorre uma audiência de conciliação no Tribunal de Justiça, para tentar resolver o impasse. Participam representantes da Secreta Leia mais

13 de novembro de 2015
por admin
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Beto Richa mente e continua fechando escolas, denunciam educadores


O governador Beto Richa (PSDB) sentiu a força da mobilização de professores e das comunidades escolares e anunciou que o governo havia desistido de fechar escolas e turmas escolares. Era mentira, segundo educadores ouvidos pelo Blog do Esmael, pois, na prática, a decisão foi mantida e o tucano continua programando a junção de escolas e o fechamento de turmas já para o início de 2016.

Portanto, a “suspensão” do fechamento de escolas foi de “faz de conta” para desmobilizar a comunidade. Ou seja, Richa até pode cantarolar aquela tese quase infantil “enganei um bobo na casca do ovo…”.

Veja o caso do Colégio Victor do Amaral, no Bairro Hauer, em Curitiba. Segundo o plano inicial, o Colégio passaria a dividir as instalações com o Colégio Gottlieb Müller, no Bairro Boqueirão. Agora, a intenção do governo é de que o CEEBJA Maria Deon de Lira passe a funcionar nas dependências do Colégio Victor do Amaral.

O motivo é o aluguel do CEEBJA Maria Deon de Lira, que o governo não paga há mais de um ano, forçando uma ação de despejo. Aliás, calote em aluguéis é uma prática generalizada no governo Richa.

O Blog do Esmael já noticiou que diversos órgãos do governo passam pelo mesmo problema. São Agências do Trabalhar, Agências da Copel, Sanepar, Detran, delegacias, além de dezenas de escolas, cujos proprietários dos imóveis estão a ver navios há muito tempo.

Na questão do Colégio Victor  do Amaral, os professores e a comunidade prometem resistir. Para semana que vem estão programadas uma assembleia da comunidade escolar e uma manifestação na Avenida Floriano Peixoto.

Acontece que o prédio não comporta duas instituições tão diferentes. O CEEBJA é uma escola de adultos, por isso, os estudantes têm liberdade para entrar e sair a qualquer hora. Já o Colégio Victor do Amaral têm estudantes de ensino fundamental e médio, que ficam sob responsabilidade da instituição e têm horas certas para entrar e sair.

Além disso, o Colégio Victor do Amaral terá diversas turmas fechadas já no ano que vem. As turmas iniciais, de 6° ano do ensino fundamental e 1° ano do ensino médio, não deverão ser ofertadas no ano de 2016. Serão pelo menos onze turmas a menos. Essa decisão deve provocar o fechamento completo da escola em cerca de quatro anos.

E não há como o governo argumentar que as turmas serão fechadas por ociosidade, pois a procura por matrículas é grande. Com o fechamento das turmas os estudantes vão ter que se locomover até outro bairro, alguns quilômetros distante do atual.

Este caso demonstra o que muita gente já suspeitava. Beto Richa jamais desistiu de fechar escolas. O plano do governador é destruir a carreira do magistério, contratando professores por organizações sociais, e privatizando a gestão escolar. Mas como a resistência foi forte, o plano foi adiado, e será executado de maneira mais discreta.

O final do ano e o “recesso” escolar se aproximam. Quando os professores e estudante estiverem em seu merecido descanso será o momento perfeito para o governador e sua equipe colocarem em prática todas as maldades que as mobilizações conseguiram reverter. Com as escolas vazias, será mais fácil. Aguardem (ou resistam).

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13 de novembro de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Marcelo Belinati: Muito prazer, sou o Marcelo Belinati

Marcelo Belinati*

Muito prazer, sou o Marcelo Belinati…

É um privilégio poder usar este espaço democrático para debater assuntos importantes da política e dos principais acontecimentos que norteiam o Brasil, o Paraná e, principalmente, as terras vermelhas do Norte do Estado.

Agradeço ao Jornalista Esmael Morais por essa tão importante oportunidade.

Neste primeiro artigo, já que terei a companhia semanal de tantos e tão prestigiosos leitores, gostaria de pedir permissão a vocês para me apresentar, contar um pouco da minha vida.

Sou londrinense de nascimento, tenho 44 anos, casado, 2 filhos, sou filho da Dona Marlene Belinati Martins, professora estadual aposentada.

Minha mãe criou a mim e meu irmão sozinha. Meu pai faleceu num acidente de carro aos 28 anos de idade, eu era ainda um bebê de colo, tinha 8 meses de vida, meu irmão 2 anos. Ela não se casou de novo, criou a mim e a meu irmão, sozinha. Dava aulas de manhã e à tarde na rede estadual de ensino e 3 vezes na semana trabalhava à noite como professora no Sesc.

Nunca tivemos carro. Meu primeiro automóvel comprei depois de médico formado no ano de 1997. Era um Del Reyzão velho, ano 1982, mas que foi uma benção pra mim.

Se por um lado não tivemos uma vida de luxo, também nada nos faltou. E o mais importante minha mãe nos deu: muito amor, bons ensinamentos e valores cristãos, o que ajudou a formar nosso caráter.

Hoje, meu irmão é Juiz Federal e eu me formei em medicina pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) – Hospital Universitário (HU) -, onde também me especializei em Ortopedia e Traumatologia. Na sequência fiz pós-graduação em Auditoria e Gestão em Saúde pela Universidade Gama Filho/ Fundação Unimed.

Trabalho como médico no SAMU (concursado há 15 anos), sou médico do INSS (também concursado) e plantonista da SOS UNIMED, além de atuar nos hospitais de Londrina.

Quando decidi entrar para vida pública entendia que seria importante ter conhecimento jurídico pra exercer melhor minhas funções. Fiz então o vestibular de Direito na UEL, fui aprovado, me formei, tendo sido aprovado no exame da OAB. Também sou Advogado, apesar de nunca ter exercido a profissão, e sou um apaixonado pela medicina.

Fui eleito vereador em Londrina em 2004 e 2008, nas duas eleições fui o mais votado. Nesses 2 mandatos apresentei mais de 500 Projetos de Lei nas mais diversas áreas.

Posso dizer com orgulho que sou 100% Ficha Limpa, e é importante ressaltar ainda que mesmo exercendo a função de vereador por 8 anos continuei, nesse período, trabalhando normalmente como médico.

Em 2012, fui candidato a Prefeito de Londrina, obtendo 138.096 votos, 49,47% dos votos. Terminada a eleição no domingo, já na segunda-feira, coloquei meu jaleco de médico e voltei a minha rotina de plantões. É assim que ganho minha vida, que pago minhas contas: com trabalho e honradez.

Em 2014, fui eleito Deputado Federal com 137.817 votos. Destes, mais de 94 mil votos somente em Londrina, a maior votação que minha cidade deu em sua história para um candidato a Deputado. Isso muito me honra.

Na Câmara dos Deputados atuo como membro na Comissão de Seguridade Social e família (Saúde), na de Defesa do Consumidor, além de subcomissões específicas da área de Saúde e Educação.

Pra mim o muro não existe, tenho posições firmes, claras e transparentes. No Congresso tenho atuado com independência. Não fui eleito para defender governo e muito menos oposição. Fui eleito pra defender minhas convicções, aquilo que acredito e, acima de tudo, os legítimos interesses dos cidadãos brasileiros.

É isso que estou e vou continuar fazendo. Grande abraço a todos!!!

*Marcelo Belinati, médico e advogado londrinense, é deputado federal pelo PP do Paraná. Escreve nas sextas-feiras sobre “Política Sem Corrupção”.

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13 de novembro de 2015
por admin
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Coluna do Bruno Meirinho: A tramitação da Lei Anti-protesto

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Bruno Meirinho*

Está em discussão no Congresso Nacional um projeto de lei que detalha as punições para os chamados “atos de terrorismo”. O PL 2016/2015, complementa uma lei aprovada dois anos atrás – Lei Federal 12.850/13 – que já endurecia a repressão às “organizações criminosas”.

No projeto em discussão são definidos novos crimes, com penas máximas de até 30 anos, todos qualificados como atos terroristas. Chama atenção o empenho na aprovação rápida a proposta. Encaminhado pela presidenta Dilma em junho deste ano, o documento já tramitou pela Câmara e pelo Senado, retornando à Câmara em virtude das alterações realizadas pelos senadores.

Em cerca de 6 meses, o Congresso está aprovando uma lei que visa reprimir um tipo de crime muito raro no Brasil: o ato terrorista. Muito embora o mundo esteja assistindo com grande temor o crescimento de organizações terroristas, os eventos dessa natureza ocorrem com grande frequência outros países, e não aqui.

“Mas vamos esperar acontecer aqui?” Uma preocupação dessa natureza justificaria a criação de uma lei para a repressão de atos terroristas, ainda que não haja exemplos concretos desses acontecimentos entre nós. Mas a matéria mereceria urgência e agilidade?

Acredito que há tantas outras matérias de grande importância, represadas nos trâmites internos, com anos de tramitação. Como exemplo, a proposta de emenda constitucional PEC 285/2008, chamada de PEC da moradia, aguarda votação desde 2009 e, se fosse aprovada, reservaria parcelas obrigatórias de recursos públicos dos Municípios, Estados e da União para políticas habitacionais. Políticas habitacionais são uma demanda para milhões de famílias brasileiras.

O exemplo é aleatório. Seguramente, milhares de outros casos de matérias muito importantes poderiam ser mencionados.

Mas com uma leitura atenta ao projeto, nota-se que no balaio dos “atos terroristas” podemos encontrar, sem muito esforço, atos que são praticados por qualquer movimento de reivindicação no Brasil.

No parágrafo 1º do artigo 2º do projeto, lemos que “considera-se terrorismo (…) o ato que atentar gravemente contra a estabilidade do Estado Democrático, com o fim de subverter o funcionamento de suas instituições.”

Nesse sentido, fazer um protesto para paralisar uma votação na Assembleia Legislativa poderia ser considerado um ato terrorista, afinal, subverte-s Leia mais