7 de novembro de 2015
por Esmael Morais
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Ódio aos professores marca entrevista de Beto Richa à TV; assista ao vídeo

richa_entrevista_tvO governador Beto Richa (PSDB) foi entrevistado ontem (6) à noite pela jornalista Mariana Godoy, na Rede TV!, em São Paulo. Em quase meia hora de talk show, o tucano destilou todo ódio que tem no coração contra os professores e a APP-Sindicato.

Richa voltou a dizer que o massacre de 29 de abril foi culpa dos black blocs, do MST e de petistas da APP-Sindicato.

Logo no início, Mariana, ex-Globo, comparou a rejeição do governador paranaense ao da presidenta Dilma Rousseff (PT). Talvez esse tenha sido o único momento tenso na entrevista.

Beto Richa atribuiu os momentos ruins de seu governo ao PT, que, como todos nós sabemos, sequer tem força política hoje para fazer contraposição a uma mosca.

O tucano foi tão verossímil quanto uma nota de R$ 3.

Para fechar o repolho, a entrevistadora lançou o governador paranaense à Presidência da República. Ele, “modesto”, disse que não tem essa ansiedade.

(Aqui cabe um parêntese para uma pergunta ao caro leitor: você votaria em Beto Richa para presidente da República?).

A entrevista foi toda ancorada em perguntas “coletadas” nas redes sociais, ou seja, foram formuladas pela “Tenda Digital” — o braço cibercomissionado e criminoso do Palácio Iguaçu.

Abaixo, assista ao vídeo com a entrevista completa: Leia mais

7 de novembro de 2015
por Esmael Morais
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Depois de pedir apoio ao Japão, Batman protocola novo pedido de impeachment de Dilma

O deputado federal Fernando Francischini (SD-PR), conhecido no Paraná como Batman, depois de pedir apoio do príncipe japonês Akishino, anunciou o protocolo de novo pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT).

Segundo o deputado-morcego, ele “cansou” dos próprios parlamentares coxinhas e por isso fez o novo pedido para chamar de seu.

“Cansei. Protocolei meu próprio pedido de ‪impeachment‬ da Dilma! Vou fazer um levante por uma forma independente de oposição e espero ter vocês ao meu lado”, justificou Batman.

Batman ou Francischini, não se sabe qual nome utilizará, vai disputar a Prefeitura de Curitiba em 2016. Além do PT, ele tem como alvo preferencial o prefeito Gustavo Fruet (PDT).

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7 de novembro de 2015
por Esmael Morais
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Requião Filho quer convocar ‘amigo de infância’ de Beto Richa para explicar corrupção no governo do Paraná

beto_tony_requiaofilhoO deputado estadual Requião Filho (PMDB), vice-líder da oposição na Assembleia Legislativa, afirmou neste sábado (7) que vai protocolar na segunda-feira (9) um requerimento para convocar o empresário Tony Garcia, amigo de infância de Beto Richa (PSDB), para explicar esquemas de corrupção no governo do Paraná.

O parlamentar peemedebista dará detalhes dessa explosiva convocação daqui a pouco, às 11 horas, no programa do “Advogado dos Pobres”, Mesael Caetano dos Santos, na rádio curitibana RBN FM, no Bairro Novo (clique aqui para ouvir online).

O empresário revelou ontem (6), em entrevista ao Blog do Esmael, que Beto Richa sabia da corrupção no governo do estado há pelo menos três anos. “Eu avisei que Luiz Abi estava achacando empresários, mas ele não dava ouvidos. Dizia que era mentira”, declarou.

Abi é réu em ação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), braço policial do Ministério Público do Paraná, e o inquérito da corrupção na Receita Estadual, contra o governador, chegou à Procuradoria Geral da República (PGR) no final de outubro (clique aqui para ler sobre isso).

A nova crise apavora o Palácio Iguaçu porque ela surgiu de suas próprias entranhas, por um amigo próximo, Tony Garcia, que divulgou uma “carta aberta” ao governador Beto Richa (clique aqui para ler a íntegra da missiva).

Amigos desde a infância, foram deputados estaduais juntos e de rodadas de poker, Tony Garcia se diz à disposição para prestar esclarecimentos à Assembleia e à sociedade sobre a conduta do amigo Beto Richa.

“Eu o conheço como ninguém. Fui eu, inclusive, que apresentei a Fernanda [Richa] para ele quando tinha 16 anos”, se gaba o empresário.

Tony Garcia também está disposto a denunciar o modus operandi das PPPs (Parcerias Público-Privada) entre o governo do Paraná e a empreiteira Odebrecht, cujo presidente encontra-se preso pela Lava Jato. Leia mais

7 de novembro de 2015
por admin
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Coluna do Jorge Bernardi: Sem projetos, o Paraná patina com Richa

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Jorge Bernardi*

No início do segundo mandato à frente da Prefeitura de Curitiba, em 2009, Beto Richa (PSDB) introduziu, na administração municipal, um programa de gestão por metas, através do Contrato de Gestão, com os secretários municipais. O programa, lançado com grande alarde pelo hoje governador do Paraná, contou com a consultoria, a preço de ouro, da empresa Publix, a mesma que havia atendido Aécio Neves, em Minas Gerais.

Os primeiros resultados foram surpreendentes. Na primeira avaliação quatro meses depois, 82 % das 543 haviam sido cumpridas para o período. Mas as mais importantes, nas áreas de saúde e educação, deixaram a desejar.

O choque de gestão propalado pelo então prefeito, foi definhando e abandonado na gestão de seu sucessor Luciano Ducci. Passados mais de 8 anos, vê-se que tudo não passou de uma grande jogada de marketing, que fez Beto Richa, dois anos depois, tornar-se governador do Paraná.

Como governador do estado, Beto Richa demonstrou que não está preparado para exercer cargo de tamanha responsabilidade e complexidade. No primeiro mandato, arruinou as finanças do estado, mesmo com o aumento de mais de 50 % da arrecadação.

Gastou, como pródigo, onde não devia, principalmente em publicidade e outras ações supérfluas, fazendo com que, para cobrir o rombo orçamentário, impusesse aos paranaenses a maior tributação de todos os tempos, com aumento de 40 % no IPVA e em mais de 95 mil itens do ICMS.

Neste segundo mandato Beto Richa patina mudando de opinião como muda o clima de Curitiba. Ora unificando os fundos previdenciário e financeiro, o que gerou a revolta de servidores no Centro Cívico, com mais de 200 feridos; ora querendo fechar escolas, depois de bater em professores.

Em outra medida de Richa, sob a alegação da criação de um Fundo de Combate à Pobreza, tirou mais de R$ 360 milhões do Fundo para a Infância e Adolescência. O que ele queria no projeto era privatizar as principais empresas do Estado: Copel e Sanepar, vendendo a maioria das ações destas empresas sem autorização legislativa. Agora Richa quer fechar escolas tradicionais sob a alegação de economia. Suspendeu o fechamento das escolas para 2016, mas a maldade poderá retornar em 2017 ou 2018, prejudicando milhares de estudantes.

Os paranaenses estão assistindo perplexos o governo Beto Richa, fraco e confuso, sem rumo, sem projetos, sem perspectivas, dominado pela corrupção na receita estadual e na construção Leia mais

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