Por Esmael Morais

Michel Temer sobre o governo Dilma: ‘Ninguém resiste com esse índice de popularidade’

Publicado em 04/09/2015

da Agência Brasil

Vice Michel Temer jura que não conspira contra Dilma, mas na TV que 'PMDB não tem medo da verdade que virá'; peemedebista voltou a dizer ontem que ‘ninguém resiste 3 anos e meio com esse índice de popularidade’, ao se referir ao governo; no meio desse tiroteio, falta ações concretas da presidenta da República, dentre as quais, a demissão imediata de Joaquim Levy e um “cavalo de pau” na economia e, o que é mais importante, escolher de que lado ela quer ficar: dos trabalhadores ou do capital especulativo.

Vice Michel Temer jura que não conspira contra Dilma, mas na TV que ‘PMDB não tem medo da verdade que virá’; peemedebista voltou a dizer ontem que ‘ninguém resiste 3 anos e meio com esse índice de popularidade’, ao se referir ao governo; no meio desse tiroteio, falta ações concretas da presidenta da República, dentre as quais, a demissão imediata de Joaquim Levy e um “cavalo de pau” na economia e, o que é mais importante, escolher de que lado ela quer ficar: dos trabalhadores ou do capital especulativo.

Ao participar de um debate promovido pelo Movimento Política Viva, na noite dessa quinta-feira (3), em São Paulo, o vice-presidente da República, Michel Temer, disse, ao ser indagado sobre a atual baixa popularidade do governo, que ninguém resiste três anos e meio com esse índice, de acordo com áudio, de parte do debate, desponibilizado pelo Portal G1.

“Hoje, realmente o índice é muito baixo. Ninguém vai resistir três anos e meio com esse índice baixo. Muitas vezes, se a economia começar a melhorar, se a classe política colaborar, o índice acaba voltando ao patamar razoável”, afirmou.

Temer disse ainda que não basta torcer para o índice de popularidade melhorar, é preciso trabalhar para isso. “O que nós precisamos não é torcer, é trabalhar para que nós possamos estabilizar essas relações. Se continuar assim, eu vou dizer a você, para continuar 7%, 8% de popularidade, de fato fica difícil passar três anos e meio”.