Por Esmael Morais

Lula critica excessos e se diz alvo de perseguição. Que fazer?

Publicado em 14/09/2015

O pedido foi apresentado ao STF na última quinta-feira 10 e divulgado na sexta pela revista Época. Apesar de não ter provas, o delegado diz acreditar que a investigação “não pode se furtar à luz da apuração dos fatos” se Lula foi ou não beneficiado, “obtendo vantagens para si, para seu partido, o PT, ou mesmo para seu governo, com a manutenção de uma base de apoio partidário sustentada à custa de negócios ilícitos na referida estatal.”

De Buenos Aires, o ex-presidente comentou que não havia sido comunicado sobre o pedido. “Eu não sei como comunicaram a você e não me comunicaram. É uma pena”, respondeu a um jornalista. A assessoria de imprensa do Instituto Lula informou que o ex-presidente não teve acesso ao documento e lembrou que o pedido é “de um delegado da PF”, e não da corporação.