10 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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Bancos Itaú e Bradesco também têm notas rebaixadas pela Standard & Poor’s. Vai dar na Globo?

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10 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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Apesar da mídia, prefeitos do PT são bem avaliados na região do Grande ABC. O Brasil precisa saber disso

Os prefeitos de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, e de Santo André, Carlos Grana, ambos do PT e da região do Grande ABC, em São Paulo, são bem avaliados nesse mar de intolerância e de ódio fascista alimentados diuturnamente pela velha mídia.

Segundo levantamento do Paraná Pesquisas, em São Bernardo, 55% dos eleitores aprovam e 41% desaprovam Marinho. O instituto ouviu 648 entre os dias 5 e 8 de setembro. A margem de erro é de 4%.

Em Santo André, o prefeito Grana tem 50% de aprovação ante 46% de reprovação. A Paraná Pesquisas entrevistou 643 eleitores entre os dias 3 e 6 de setembro. A margem de erro também é de 4%.

O diabo é que os prefeitos petistas não têm conseguido transferir esse prestígio à presidenta Dilma Rousseff. Em Santo André, 85% a desaprovam e apenas 12% aprovam sua administração. O índice praticamente se repete em São Bernardo.

A pergunta é: por que o PT esconde do país o que tem de bom para mostrar nos estados e municípios? O Brasil precisa saber disso.

A Paraná Pesquisas também mediu a febre acerca das eleições presidenciais de 2018. Curiosamente, o instituto defenestrou o nome do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), que não aparece em nenhum cenário das sondagens. A presença do tucano nas urnas é mais crível daqui a três anos do que os correligionários e senadores Aécio Neves (MG) e José Serra (SP).

A seguir, leia a íntegra das duas pesquisas:

São Bernardo do Campo
http://www.esmaelmorais.com.br/wp-content/uploads/2015/09/SãoBernardodoCampoSetembro15_Divulgação.pdf

Santo André
http://www.esmaelmorais.com.br/wp-content/uploads/2015/09/SantoAndréSetembro15_Divulgação.pdf

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10 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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Fim de eleição direta para diretor de escola no Paraná teria sido exigência do Banco Mundial

O projeto de golpe do governador Beto Richa (PSDB), que põe fim à eleição para diretor nas 2,1 mil escolas da rede pública do Paraná, pode ter sido uma exigência do Banco Mundial.

Uma comitiva da instituição financeira estadunidense esteve reunida na última quarta-feira, dia 2, vésperas do feriadão da Pátria, com a Secretaria de Estado da Educação (SEED) para tratar “do planejamento e investimentos da pasta” (sic). A informação do encontro é do próprio site da pasta.

Agora uma pergunta: que raios de interesse tem um organismo estrangeiro, cuja função é garantir projetos que gerem capital, numa instituição pública de ensino?

Ganha um doce quem responder que o bancão norte-americano negociou “cláusula secreta” que põe fim à democracia na escola.

Dentre os projetos tramados na surdina entre Banco Mundial e governo do estado estaria o veto às candidaturas de espectro ideológico diferente do status quo, o que, em tese, eliminaria o processo democrático tal qual conhecemos hoje nas escolas porque representariam “perigo” ao capital empregado pela instituição financeira.

A nova investida do Banco Mundial nas terras das araucárias resgata o antigo projeto comandado pela ex-secretária da Educação, Alcione Saliba, no governo Jaime Lerner. É bom frisar que, naquela feita, a mercantilização da educação fora derrotada por todos nós paranaenses.

No Paraná dos anos 90, tempos de ofensiva neoliberal, tentou-se eliminar o professor como servidor público e estabelecer empresa privada para contratar os mestres; os funcionários das escolas também seriam terceirizados; e seria extinta a função pedagógica do diretor, que seria treinado para gerir a escola como se fosse um empreendimento privado.

Veja a notícia no site da SEED:

print_seed

Entretanto, o golpe na eleição de diretor de escola desagrada os mais diversos setores da educação e da política estadual. Só não contraria mesmo os cibercomissionados e os subordinados, incluindo-se aqui os deputados da base governista.

O governo Richa, para atender os ditames do Banco Mundial, precia instituir a ditadura nas escolas mantendo o “verniz” democrático das eleições diretas. É preciso mergulhar na História para compreender o presente e antever o futuro.

O governo tucano impõe no novo projeto da eleição, que vai à análise da submissa Assembleia Legislativa, o inciso IV do artigo 7º, que condiciona a aceitação de candidatos à apresentação de “proposta de plano de ação compatível com o Projeto Político Pedagógico do respectivo estabelecimento de ensino e com as políticas educacionais da Secretaria da Educação”. Ou seja, se pensar diferente, está fora.

Além disso, depois de eleito, uma advert Leia mais

10 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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Prefeitura confirma que concessionárias são obrigadas a emitir nota fiscal do pedágio

pedagiosA Prefeitura de São José dos Pinhais, município da região metropolitana de Curitiba, onde está situada a praça de pedágio que cobra dos veículos que trafegam pela rodovia BR-277, entre Curitiba e o Litoral, confirmou que as concessionárias devem emitir nota fiscal pelo serviço prestado aos consumidores. ... 

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10 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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“Tribunal Faz de Contas” demora 8 meses para alertar que Richa estava fora da Lei de Responsabilidade Fiscal

Grosso modo, é como se a polícia flagrasse o ladrão e contasse até mil para então dar-lhe voz de prisão! Por isso o TCE faz jus à fama de "Tribunal Faz de Contas".

Grosso modo, é como se a polícia flagrasse o ladrão e contasse até mil para então dar-lhe voz de prisão! Por isso o TCE faz jus à fama de “Tribunal Faz de Contas”.

O Blog do Esmael vem noticiando há tempos que o Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE) usa dois pesos e duas medidas na hora de fiscalizar os exercícios financeiros dos governantes. Nos pequenos municípios o TCE “filtra mosquitos” nas contas das prefeituras e câmaras municipais; no governo do estado o órgão “deixa passar camelos” e faz vistas grossas para as irregularidades. ... 

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10 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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Joaquim Levy anuncia cortes nas áreas sociais para assegurar superlucros aos bancos; Globo aplaude

levy_globo_requiaoO ministro da Fazenda, Joaquim Levy, foi entrevistado nos estúdios da TV Globo na madrugada desta quinta-feira (10). Ele compareceu ao telejornal na esteira do “rebaixamento” da nota de bom pagador pela agência Standard & Poors. Pela lógica vendida, a desgraça do país é o sucesso do superministro (não necessariamente da presidenta Dilma Rousseff). ... 

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10 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Requião Filho: O exemplo de Júlia na batalha pela vida

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Requião Filho*

Quando nos deparamos com tamanha força de um ser tão pequeno, logo a gente se pergunta: como isto é possível? Só quem já passou por uma UTI sabe a provação que é.

Estou falando da pequena Júlia, uma paranaense que nasceu prematura, em agosto de 2014. Desde o primeiro instante, ela convive com inúmeros desafios para se manter viva e tem surpreendido médicos, enfermeiros, amigos e até mesmo sua mãe e sua avó.

Nasceu de seis meses, com pouco mais de meio quilo e, hoje, um ano depois, com quase três quilos e meio, após inúmeras cirurgias e internações, Julinha está quase tendo alta. Deve ir para casa, pela primeira vez, nesta sexta-feira (11), embora seu caso continue exigindo cuidados tais como um aparelho complicado chamado de homecare que monitorará tudo. Sua mãe Ângela e sua avó Lenilde são duas guerreiras, são duas pessoas que os antigos diriam serem pessoas de luz. A dupla é o que se pode chamar de pessoas de bem, pessoas de uma força e fé inigualável.

Poucos sabem, mas sou pai de dois meninos, Marcelo e Matheus. Meus filhos são gêmeos e também nasceram prematuros. Porém, por causa dessa pressa em nascer, eles passaram um mês na UTI do Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba. E foi naqueles dias que conheci a menina/mãe, Ângela Dal Santos, e ela com seus 20 e poucos anos acolheu a mim e a minha esposa, e nos explicou tudo sobre aquele que seria nosso périplo.

Ângela estava lá com a Julinha, lutando pela vida. Antes de nossa chegada, Julinha teve uma complicação e após inúmeros procedimentos perdeu todo o intestino delgado e metade do grosso, e sua única chance de viver normalmente é fazer um transplante, somente realizado com sucesso em Miami, nos Estados Unidos. Entretanto, esta cirurgia custa mais de um milhão de dólares!

Meus meninos logo tiveram alta, mas elas, Julia, Ângela e Lenilde continuaram lá, naquela batalha diária. A Angela explica que “Ninguém tem muita informação sobre o transplante de intestino no Brasil”. O que ela busca é levar a Julinha para o exterior onde a cirurgia necessária já é mais difundida, apesar de extremamente complicada. No Brasil a cirurgia ainda é pouco estudada e realizada. “Apenas seis casos foram tentados aqui e, em todos eles, as crianças morreram durante ou depois da cirurgia.”

Outro caso semelhante é o da menina paulista Sofia Gonçalves de Lacerda, de um ano e meio. Desde o dia 10 de abril ela se recupera de um transplante de cinco órgãos do aparelho digestivo (inclusive o de intestino), realizado com sucesso no mesmo hospital em Miami ao qual queremos levar a Julinha. Através de uma campanha na internet que mobilizou 1,5 milhão de pessoas, a família conseguiu arrecadar parte do valor e, o restante, foi bancado pela União por determinação da Justiça brasileira. Esta é a esperança também da pequena Júlia.

Nos Estados Unidos, a cirurgia é mais comum e com uma taxa bem maior de sucesso. O difícil é conseguir a cirurgia e mais difícil ainda é bancar o seu custo. A família vai lutar na Justiça para que o Governo Federal pague a cirurgia, mas sabemos como é moroso este processo e a J Leia mais