Papa Francisco pode canonizar Gleisi Hoffmann depois de briga com bancos

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Doeu nas partes baixas da velha mídia a ideia de aumentar os impostos dos bancos no país. A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) apresentou ontem relatório à Medida Provisória 675, que prevê elevação da alíquota  de 15% para até 22,5% – acima dos 20% propostos inicialmente pelo governo federal.

O aumento da alíquota da Contribuição Sobre o Lucro Líquido (CSLL) dos bancos reforçará em R$ 6 bilhões/ano os programas e projetos sociais do governo Dilma.

Depois desse relatório, a senadora paranaense deveria ser canonizada pelo papa Francisco — um árduo crítico do parasitismo do capital financeiro.

É bom frisar que senadores do PSDB e do DEM, ontem, não deixaram a parlamentar ler em plenário o relatório que taxa os lucros dos banqueiros.

A velha mídia capitaneada pela Globo, Estadão, Folha, etc., nas últimas horas culparam “Santa Gleisi” pela queda nas bolsas de valores.

Responda rápido, sem deter muito no mérito do assunto: quanto mesmo o ilustre leitor tem aplicado nas bolsas?

O capital vadio, como costuma dizer o  senador Roberto Requião (PMDB-PR), só serve para especular e não produz uma agulha, não gera um emprego sequer.

Lembrando o velho e bom dramaturgo alemão Bertold Brecht, quem é mais ladrão – o ladrão do banco ou o próprio dono do banco?

Portanto, quem o Estado deve prender primeiro?

O leitor pode opinar a respeito do tema.

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