“Nota Paraná” nasce com os mesmo vícios e problemas do “Nota Paulista”. Calote à vista?

Corrupção consome de forma fantástica as arrecadações nos governo Richa e Alckmin, ambos do PSDB; secretário Mauro Ricardo Costa, interventor tucano nas finanças do Paraná, importou campanha de arrecadação de São Paulo; lá o governo paulista começou a dar calote nas premiações prometidas aos consumidores, que acreditaram na propaganda do rádio e da TV.

Corrupção consome de forma fantástica as arrecadações nos governo Richa e Alckmin, ambos do PSDB; secretário Mauro Ricardo Costa, interventor tucano nas finanças do Paraná, importou campanha de arrecadação de São Paulo; lá o governo paulista começou a dar calote nas premiações prometidas aos consumidores, que acreditaram na propaganda do rádio e da TV.

O recém-lançado programa “Nota Paraná”, idealizado pelo secretário estadual da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, deve fracassar. Irmão bastardo do programa “Nota Paulista”, criado pelo mesmo Mauro Ricardo, porém quando este era secretário da fazenda do Estado de São Paulo. Tudo exatamente igual: 30% de reembolso, sorteio de prêmios, propaganda a dar com pau e um estado tão quebrado por conta dos desfalques causados pela corrupção quanto São Paulo.

Ao tempo que o “Nota Paraná” nasce cheio de promessas de dinheiro no bolso do consumidor e sorteio de carros, o “Nota São Paulo” já anunciou que não pagará a próxima cota de reembolso. Além disso, reduziu a taxa de devolução de 30%, para 20%. A medida causou revolta dentro do Tribunal de Contas do Estado paulista e desembargadores já se manifestaram chamando o governo de Geraldo Alckimin de “caloteiro” (alguém já viu esse filme antes?).

O motivo da quebra do “Nota Paulista” é simples. O caixa do governo de São Paulo está quebrado, só na Secretaria da Fazenda, aquela que Mauro ocupou no passado, o rombo ultrapassa a marca de R$ 1 bilhão. Estima-se que em corrupção, o governo de São Paulo tenha tido um prejuízo que supera a casa dos R$ 500 milhões. Sem dinheiro, passaram a não pagar o reembolso do programa “Nota Paulista” ao contribuinte e ponto final.

No Paraná a história é exatamente igual. O estado está quebrado e deve R$ 6 bilhões. Obrigou a população a pagar a conta da corrupção e das falhas do “choque de gestão do atual governo por meio de “tarifaços” e arrochos salariais aos servidores. Entre os casos de corrupção, o ícone tornou-se o da Receita Estadual, cuja quadrilha era chefiada pelo primo de Beto Richa, o lobista Luiz Abi Antoun, segundo Ministério Público, e que supera a marca dos R$ 500 milhões.

Em São Paulo, o ícone da corrupção é o Metrô.

A realidade dos dois estados é similar tanto nos desmandos existentes quanto no programa de reembolso de ICMS por emissão de Nota Fiscal, “marqueteiramente” batizado de forma e intenções iguais. Ou seja, o “Nota Paraná” é filho do mesmo pai, tem a mesma cara e o mesmo defeito de caráter: promete, mas pode não entregar.

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