24 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Fedeu: PT quer convocar Beto Richa na ‘CPI de Crimes Cibernéticos’

richa_tenda_japaA bancada do PT na Câmara Federal está prospectando documentos para convocar o governador Beto Richa (PSDB) na CPI de Crimes Cibernéticos. Também estão na mira o presidente da TV Educativa, ex-deputado paulista Sérgio Kabayashi, e integrantes da “Tenda Digital” — braço criminoso do Palácio Iguaçu nas redes sociais — pagos com pelo erário.

Os petistas começaram a se coçar depois do discurso do deputado João Arruda (PMDB-PR), na comissão de investigação, conforme registro do Blog do Esmael na sexta-feira (21).

Kabayashi foi indicado para o cargo pelo lobista Luiz Abi Antoun, primo de Richa, que esteve preso em duas oportunidades sob a acusação de liderar uma quadrilha no governo do Paraná.

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24 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Professores marcham sábado para lembrar 4 meses do massacre no Centro Cívico

A APP-Sindicato realizará neste sábado, dia 29 de agosto, às 8h da manhã, uma assembleia da categoria na Praça Santos Andrade (UFPR), em Curitiba, em seguida, todos marcharão até a o Centro Cívico para dizer ao governador Beto Richa (PSDB): violência nunca mais.

O movimento contará com apoio e presenças de professores, funcionários, alunos e pais em tradicional marcha na defesa da educação pública e para repudiar a violência. O Blog do Esmael, em parceria com a TV 15, vai transmitir o protesto ao vivo para o Brasil e o mundo.

A assembleia e a marcha acontecerão no dia 29, exatamente quatro meses após o massacre ter se repetido como tragédia. Em abril, 213 pessoas ficaram feridas depois que Beto Richa autorizou a polícia usar de violência contra educadores que lutavam contra o confisco de R$ 8 bilhões da aposentadoria do funcionalismo público.

Na semana passada, o deputado Fernando Francischini (SD), secretário da Segurança no massacre, em entrevista à TV 15 e ao Blog do Esmael, prometeu revelar em breve o “verdadeiro mandante” da covardia contra os professores no Centro Cívico.

A APP também promete relembrar a violência do governo de Alvaro Dias, em 1988. Na época, foram dezenas de feridos; em 2015, centenas. “A história se repetiu como tragédia”, diz a entidade representativa do magistério paranaense.

“Sabe por que eu sou aposentada e continuo militando? Porque eu acredito em um mundo mais justo. O que aconteceu este ano foi muito pior que 88, a gente não pode parar”, conta a professora Maria Adelaide ao sintetizar os ideais da luta da APP-Sindicato.

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24 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Dilma anuncia corte de dez ministérios

da Agência Brasil

dilma_ministeriosO ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, anunciou hoje (24) que o governo vai reduzir o número de ministérios do governo, baixando de 39 para 29 o total de pastas. A medida faz parte de um pacote de reforma administrativa apresentado hoje (24) a ministros durante a reunião da coordenação política com a presidenta Dilma Rousseff.

Os ministérios que serão extintos serão definidos até o fim de setembro por uma equipe do governo. “Nosso objetivo é chegar a uma meta de dez [ministérios]. Existem várias propostas possíveis para atingir essa meta. Precisamos ouvir todos os envolvidos, não tem nenhum ministério inicialmente apontado para ser extinto”, disse Barbosa. Leia mais

24 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Ao vivo: Assembleia debate “decreto mata o véio”, redução de salário e golpe nas eleições das escolas

O Blog do Esmael, em parceria com a TV 15, transmite ao vivo a sessão da Assembleia Legislativa, debate três polêmicos projetos: 1- golpe nas regras para eleger os novos diretores nas 2,1 mil escolas da rede pública estadual; 2- “decreto mata o véio” do governador Beto Richa (PSDB), que manda velhos e doentes que têm pequenas quantias a recebe do Estado para a fila do precatório; e 3- redução de salário nos legislativos. Leia mais

24 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Assembleia Legislativa debaterá o uso de animais pela PM em manifestações

rascaPor iniciativa do deputado estadual Rasca Rodrigues (PV), a Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) vai realizar nesta terça-feira (25) uma audiência pública sobre o uso de animais  — cães, cavalos e gansos, por exemplo — como aparato de segurança em manifestações públicas.

O assunto é um desdobramento do massacre no último 29 de abril, no Centro Cívico, em Curitiba, quando o governo do estado usou a Polícia Militar para atacar os manifestantes que protestavam em frente à Alep. Na época, cerca de 250 professores e servidores ficaram feridos, um jornalista além do próprio deputado Rasca foram atacados por cães da PM.

No evento será discutido o projeto de Lei 333/2015, de autoria dos deputados Rasca Rodrigues e Márcio Pacheco (PPL), que pretende proibir no Paraná a utilização de animais em manifestações de rua. Leia mais

24 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Pânico global atinge em cheio o mercado brasileiro

do Brasil 247

bovespa

O crash da China causa pânico nas bolsas internacionais e afeta diretamente a Bolsa de Valores de São Paulo, que abriu em queda de quase 6% no pregão desta segunda-feira 24. A forte desvalorização do Yuan trouxe indefinição ao cenário global e fez com que a bolsa de Xangai despencasse 8,46%, a maior queda diária desde o auge da crise financeira global em 2007, refletindo a frustração de investidores após Pequim não anunciar novos estímulos no fim de semana. Na semana passada, já houve recuo de 11%.

O cenário atinge diretamente exportadores brasileiros, como a Vale, cuja ação despencava 7% no pré-market em Nova York e 9% na abertura do mercado no Brasil. A desaceleração também derruba os preços do petróleo ainda mais e faz Petrobras cair 11% em Wall Street e 8,55% na Bovespa. Enquanto isso, o dólar opera em alta de mais de 2%, cotado a mais de R$ 3,56. A crise global torna ainda mais delicada a gestão da economia no Brasil. O boletim Focus, do Banco Central, divulgado nesta segunda, prevê queda de mais de 2% do PIB em 2015 (leia mais).

Abaixo, reportagens do portal Infomoney e da agência Reuters sobre o mercado nesta segunda: Leia mais

24 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Exemplo para o País: Metalúrgicos encerram greve após acordo que cancela 798 demissões

da Agência BrasilMais de 4 mil funcionários da General Motors (GM), de São José dos Campos (SP), encerraram a greve de 12 dias, após assembleia realizada hoje (24) de manhã. Os metalúrgicos concordaram com a proposta do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região que cancela 798 demissões. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos, essa foi uma das maiores paralisações na fábrica nos últimos 20 anos.

Os trabalhadores, que haviam sido demitidos por telegrama no dia 8 de agosto, entram em licença remunerada, retroativa a 10 de agosto. Ficou acertado que, em setembro, esses metalúrgicos entram em lay-off (suspensão do contrato de trabalho) por um período de cinco meses, e recebem o pagamento de indenização adicional de quatro salários ao final do lay-off, caso haja rescisões contratuais.

A proposta inclui ainda antecipar a aposentadoria de um grupo de empregados e adotar um Programa de Desligamento Voluntário. Segundo o TRT, a GM se comprometeu a verificar a possibilidade de alteração do Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP), a fim de possibilitar o atendimento às aposentadorias especiais. A empresa poderá indenizar os trabalhadores que não desejarem integrar o programa de lay-off, no valor correspondente a cinco meses de desembolso da companhia, mais os quatro salários nominais de indenização.

A GM propôs pagamento de 50% dos dias parados e a compensação dos outros 50%. Durante o período do lay-off, ficam garantidos aos trabalhadores o 13º salário, a participação nos lucros e o reajuste na data-base. A Agência Brasil entrou em contato com a assessoria de imprensa da GM, que ainda não se pronunciou.

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24 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Partidos governistas se unem em ato político pela demissão de Joaquim Levy

Senador Roberto Requião, porta voz dos nacionalistas: "Dilma tem apoio de banqueiros desde que mantenha Levy. Muda Levy e terá apoio do Brasil".

Senador Roberto Requião, porta voz dos nacionalistas: “Dilma tem apoio de banqueiros desde que mantenha Levy. Muda Levy e terá apoio do Brasil”.

Os principais partidos que compõem a base de sustentação do governo Dilma no Congresso — PT, PMDB, PCdoB e setores do PSB — realizam na próxima sexta-feira (28), em Curitiba, um ato político nacional contra a política econômica do ministro da Fazenda Joaquim Levy. ... 

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24 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Coluna da Gleisi Hoffmann: FHC, o desejo de vingança no pedido de renúncia

Gleisi Hoffmann*

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Semana passada, o ex-presidente Fernando Henrique pediu que a presidenta Dilma tivesse grandeza e renunciasse a seu mandato. Segundo a mídia, fez isso para tentar unificar a oposição e seu partido e dar respostas aos movimentos de rua.

Como homem sensato e equilibrado, imagem que sempre procurou mostrar, ensaiou uma análise eloquente da fragilidade política da presidenta e dos grandes desafios do país para lançar sua proposta. Isso depois de ter dito, na semana anterior, que a presidenta era uma pessoa honrada.

Olhando longe da história recente, parece que FHC está de fato exercendo seu papel de dirigente oposicionista e querendo dar uma saída ao PSDB, já que o movimento por impeachment tem encontrado resistência de vários setores, inclusive de apoiadores do PSDB e de setores mais conservadores, como mostrou o posicionamento de Roberto Setúbal, presidente do Itaú/Unibanco, neste domingo.

Além de pedir que esquecessem o que escreveu, parece que FHC esqueceu também sua história. Em 1999, tal qual a presidenta hoje, vivia baixa popularidade, tinha crise econômica, dólar alto, escândalos das privatizações, das negociatas da reeleição, dos grampos do BNDES (nada investigado, tudo engavetado), movimento nas ruas e debate sobre pedido de impeachment e a palavra de ordem “fora FHC”. Também tinha ajuste fiscal pesado e o PMDB como partido aliado e fiador. O vice-presidente da República, Michel Temer, era presidente da Câmara dos Deputados. FHC só não era, por ser homem, tão xingado e desrespeitado como a presidenta Dilma o é por ser mulher.

Lembro isso para mostrar que já passamos por períodos semelhantes na nossa curta história democrática. Que a crise política e as dificuldades econômicas que estamos vivendo já foram enfrentadas em condições piores, inclusive. Mas também o faço para mostrar a falta de grandeza de uma liderança testada e vivida na lida do poder como FHC. Que já sentiu essa realidade e que, naquele momento, invocava a defesa da legalidade, o respeito ao estado de direito, a democracia para defender-se.

Se é verdade que o PT colocou gente nas ruas e fez movimento por impeachment, exagerou e pediu renúncia de FHC, também é verdade que o PSDB faz a mesma coisa agora. As manifestações que têm acontecido pelo país são partidárias sim, no sentido de ter lado, querer uma determinada política. Basta ver que dos que foram para a rua, quase 80% eram eleitores do PSDB.

Ter grandeza, presidente Fernando Henrique, é ter vivido uma situação e ter aprendido com ela. É compreender as dificuldades pelas quais passa uma presidenta, por já ter vivido momento semelhante, e não apostar contra o país, na sua instabilidade. Pedir a renúncia da presidenta Dilma apenas demonstra atitude de vingança e de apequenamento diante da história vivida.

Sair da vida pública com baixa aprovação popular é uma contingência do exercício do cargo e que a história poderá resgatar no futuro. Viver a experiência do poder maior de uma Nação e não aprender com ela para posicionar-se diante da vida, pode ser um problema de caráter.

*Gleisi Hoffmann é senadora da República pelo Paraná. Foi ministra-chefe da Casa Civil e diretora financeira da Itaipu Binacional. Escreve no Blog do Esmael às segundas-feiras.

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24 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: O país dos “cartórios”

Luiz Cláudio Romanelli*

“O Brasil ficou caro antes de ficar rico, perdemos a competitividade”
Geraldo Alckmin

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A cada dia me convenço mais que a política econômica, adotada pela presidente Dilma, está na contramão da sua própria história de vida e de tudo o que foi defendido e construído nos últimos 12 anos no Brasil.

Creio que se ela não mudar o rumo da economia, a recessão e desemprego, aliados à escandalosa revelação da corrupção na Petrobras, tornarão insustentável a governabilidade. A crise é grave e se for para cair, que caia tentando acertar e não afundando ainda mais o país.

A adoção de uma nova política econômica anticíclica é fundamental para impedir, sobrepujar, ou minimizar, os efeitos do atual ciclo econômico, que é inerente ao capitalismo, especialmente após as “barbeiragens” na condução da política econômica dos últimos quatro anos com a redução das taxas de lucro e aumento exponencial da taxa de juros. Por óbvio, fatores externos podem nos ajudar a sair da crise, desde que se adotem as medidas corretas.

Quem sofre com a crise é o trabalhador assalariado. Os mais ricos ganham dinheiro com crise ou sem crise. A prova disso é que as montadoras estão com os pátios abarrotados de carros populares por conta das vendas estagnadas, enquanto para os carros de luxo tem até fila de espera.

Outro exemplo são os bancos: as pessoas perdem o emprego e acabam muitas vezes penduradas no cartão de crédito e cheque especial, e os bancos faturando com a crise, recebendo os juros mais altos do planeta. Portanto, não existe crise pra quem é rico.

Pode demorar, mas o caminho é o Estado tornar-se mais eficiente na cobrança dos tributos, sobretudo dos mais ricos. Este ano mesmo foi inaugurado em Brasília o sonegômetro, para alertar a sociedade sobre a quantidade dos tributos sonegados no Brasil. Estima-se que anualmente, o país perde cerca de R$ 500 bilhões com a sonegação de impostos, ou seja, sete vezes mais do que aquilo que o país perde com a corrupção, que é estimada em R$ 67 bilhões por ano.

Esta semana Geraldo Alckmin esteve em Curitiba. Para o governador de São Paulo, o governo federal quer fazer o ajuste fiscal penalizando Estados e municípios por meio da proibição da contratação de empréstimos internacionais destes entes federados, quando deveria priorizar a exportação, aproveitando o real desvalorizado para retomar mercados e por outro lado, investir em infraestrutura e logística, gerando empregos, por meio da construção civil, reduzindo o custo do pais, melhorando a eficiência e a produtividade.

Efetivamente, os empréstimos são fundamentais para garantir empregos, para obras de infraestrutura e logística e o governo federal deveria estimular os Estados a realizar investimentos e gerar desenvolvimento e empregos.

Mas o que vemos é o contrário, analisou: “o país t Leia mais