10 de agosto de 2015
por Esmael Morais
Comentários desativados em Ao vivo: Requião lança frente anti-Richa na Grande Curitiba

Ao vivo: Requião lança frente anti-Richa na Grande Curitiba

Transmissão ao vivo encerrada.

O senador Roberto Requião lança esta noite, a partir das 20 horas, em Piraquara, região metropolitana de Curitiba, uma frente política contra o governador Beto Richa (PSDB). Para isso, o parlamentar receberá no PMDB o ex-prefeito Gabriel Samaha, o Gabão, que disputará a Prefeitura local e ajudará na organização partidária.

O evento será transmitido ao vivo pelo Blog do Esmael em parceria com a TV 15.

Requião tem intensificado pelo Paraná uma verdadeira cruzada contra a corrupção no governo tucano. O senador prepara a agremiação para o embate eleitoral de 2016, mas já foca no Palácio Iguaçu em 2018. Leia mais

10 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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No Maranhão, Dilma ouviu do povo: “Não vai ter golpe!”; assista ao vídeo

dilmadinoA presidenta Dilma Rousseff (PT) participou hoje de uma cerimônia de entrega de moradias do Programa Minha Casa, Minha Vida, em São Luís, capital do Maranhão. Ela foi recepcionada pelo governador Flávio Dino (PCdoB), de quem ouviu que os maranhenses defendem a democracia e são contra qualquer tipo de golpe ensaiado. Durante a fala do governador, os presentes entoaram a palavra de ordem: “Não vai ter golpe!” conforme o vídeo abaixo. ... 

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10 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Julgamento no STF pode levar Brasil a descriminalizar porte de drogas

da Agência Brasil

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O Brasil pode se igualar aos demais países da América do Sul que descriminalizaram o porte de drogas hoje ilícitas e passar a ser tolerante com o consumo e com o cultivo para uso próprio. A medida depende do Supremo Tribunal Federal (STF) que deve julgar, nesta quinta-feira (13), ação questionando a constitucionalidade da proibição. A Defensoria Pública do Estado de São Paulo recorreu à Corte, alegando que o porte de drogas, tipificado no Artigo 28 da Lei 11.343, de 2006, não pode ser considerado crime, por não prejudicar terceiros. O relator é o ministro Gilmar Mendes.

Para especialistas em segurança pública, direitos humanos e drogas, o STF tem a chance de colocar o Brasil no mesmo patamar de outros países da região e dar um passo importante para viabilizar o acesso de dependentes químicos ao tratamento de saúde, além de pôr fim à estigmatização do usuário como criminoso.

“A lei de drogas manteve a posse de drogas como crime, mas não estabeleceu a pena de prisão – o que foi um avanço. O entendimento que se tem é que isso [a proibição] é inconstitucional, diante dos princípios da liberdade, da privacidade, no sentido que uma pessoa não pode ser constrangida pelo Estado, sob pena de sanção, por uma ação que, caso faça mal, só faz mal a ela”, explicou a coordenadora do Grupo de Pesquisas em Política de Drogas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Luciana Boiteux. Leia mais

10 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Educadores não dão trégua e mantêm cerco a Beto Richa

profes_richaO governador Beto Richa (PSDB) não tem encontrado “refresco” durante suas andanças pelo interior do Paraná. Cada vez mais aumenta o cerco de educadores e servidores públicos que foram vilipendiados em seus direitos, como no confisco da aposentadoria, e no massacre do dia 29 de abril. ... 

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10 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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De olho em 2018, Requião avança na região metropolitana de Curitiba

Município de Piraquara, a 22 km da capital paranaense, tem 100 mil habitantes; Gabão terá a tarefa de ajudar construir chapas próprias do PMDB na região metropolitana de Curitiba; avanço de Requião tem uma explicação plausível: ele está de olho em 2018.

Município de Piraquara, a 22 km da capital paranaense, tem 100 mil habitantes; Gabão terá a tarefa de ajudar construir chapas próprias do PMDB na região metropolitana de Curitiba; avanço de Requião tem uma explicação plausível: ele está de olho em 2018.

O senador Roberto Requião se deslocará esta noite, às 19 horas, para a Câmara Municipal de Piraquara, região metropolitana de Curitiba, onde abonará a ficha de filiação do ex-prefeito Gabriel Samaha, o Gabão, que trocou o PPS pelo PMDB. ... 

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10 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Movimento ‘Vítimas do HSBC’ expõe a violência e o assédio moral contra trabalhadores de bancos

interno2bO Banco HSBC está se retirando do país após figurar em denúncias de corrupção e lavagem de dinheiro. Há uma semana foi anunciada a venda de toda a estrutura do HSBC no Brasil ao Banco Bradesco. Mas a história da presença do banco inglês no Brasil, que já começou nebulosa nos anos 90, quando o Bamerindus foi vendido por R$ 1 (um real) no governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), ainda está longe de terminar.

Foi lançado neste domingo (9) o movimento “Vítima do HSBC” que tem por objetivo expor a humilhação, assédio moral, terrorismo psicológico e ameaças de demissão praticadas contra os funcionários do banco como prática de gestão para alcance e superação de metas.

Segundo o movimento, essas práticas estão levando milhares de pessoas à depressão, doenças, fadiga, stress, frustração e até suicídio.

Os dados que embasam o movimento foram coletados através de pesquisa entre os bancários demitidos, e os que desenvolveram doenças físicas ou psíquicas em função do trabalho. Os arquivos de 4 mil trabalhadores e mais de mil e quinhentas ações trabalhistas foram analisadas, além de informações da Previdência e do Ministério de Saúde.

No site e na página Vítimas do HSBC no Facebook estão sendo publicados vídeos com depoimentos das vítimas do banco. As histórias são surpreendentes.

O movimento é uma iniciativa do Instituto Defesa da Classe Trabalhadora – Declatra, que se intitula uma instituição de pesquisas, debate, ação política e desenvolvimento de atividades acadêmicas e culturais e tem entre seus membros tem, os advogados Wilson Ramos Filho (Xixo) e Mirian Gonçalves (PT), vice-prefeita de Curitiba.

Confira o vídeo que apresenta o “Vítimas do HSBC”:  Leia mais

10 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Aos ministros, Dilma prega diálogo e resistência ao golpe

do Brasil 247
dilma_ministerioDurante as três horas da reunião ministerial da noite de ontem, convocada em pleno Dia dos Pais, a presidente Dilma Rousseff sinalizou que não cederá a pressões e fará de tudo para resistir aos que tentam abreviar seu mandato.

Dilma reafirmou a frase dita na semana passada em Roraima, quando pontuou que “ninguém tira a legitimidade” dos seus 54 milhões de votos. Na reunião, ela frustrou as expectativas dos que esperavam cortes de ministérios e mexidas importantes no tabuleiro, com a saída de peças estratégicas, como o ministro Aloizio Mercadante, da Casa Civil.

A presidente apenas acenou com mais diálogo com os aliados e afirmou que participará mais intensamente da articulação política, ao lado do vice Michel Temer.

Assim que a reunião terminou, as mensagens transmitidas ao público foram de resistência. “A presidenta foi eleita para cumprir quatro anos de mandato e o Brasil é exemplo de democracia para o mundo. Não podemos brincar com a democracia”, disse o ministro da Comunicação Social, Edinho Silva. Leia mais

10 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Coluna da Gleisi Hoffmann: Dilma, entre o ódio e a história (ouça o áudio)

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Gleisi Hoffmann*

Trabalhei com a presidenta. Convivi com ela. Privei de sua confiança e intimidade. Ela é uma pessoa de relacionamento difícil. Dura, exigente, cobra dos outros o que cobra dela mesma: rigor na formulação e execução de programas e ações. Não tem meio termo. Nem tampouco media relações. Cobra resultados com severidade. Mas poucas vezes estive junto a uma pessoa com tão grande espírito público. Séria, trabalhadora, comprometida com o Brasil e com seu povo.

Por isso não consigo entender o ódio disseminado contra ela. Sua baixa aprovação popular não tem razão compreensível para mim, a não ser por seu péssimo relacionamento pessoal com o mundo da política, reforçado por medidas que desagradaram a setores com grande poder econômico, mas necessárias à melhoria do desenvolvimento do Brasil.

Vivemos em um país onde as relações pessoais e afetivas têm grande importância nas decisões políticas e econômicas. Aliás, o Ministério de Comércio e Investimento do Reino Unido, em sua página na internet, considera que isso é um desafio para a realização de negócios no Brasil. Fato recentemente divulgado por causa de uma questão na prova do concurso do Itamaraty.

Pois bem, a presidenta Dilma não deu tapinhas nas costas, não fez mise-en-scène com políticos. Sempre manteve relações institucionais, reuniões e jantares formais, conversas republicanas, cobranças de seus aliados e de seu partido. Quem não se lembra da faxina no início de seu mandato. Com certeza isso iniciou o azedume das relações políticas.

Logo em seguida, para enfrentar a crise econômica global, avalizou a política do Banco Central em reduzir as taxas de juros. Chegamos a juros de 7,5%, inéditos para o Brasil. Não demorou muito a reação, que veio de fora do país, pela The Economist, Financial Times e outros meios de comunicação parceiros do sistema financeiro, contrários a essa política.

E o processo de desconstrução e ataque a imagem da presidenta foi iniciado.

Ela foi firme para enfrentar a crise global, desonerou tributos, aumentou crédito com juros baixos, continuou com investimentos públicos e programas sociais. É sempre bom lembrar do que aconteceu na Espanha, com desemprego de 20% ou na Itália, com 24%. Ou em outros países da Europa. E com desemprego proporcionalmente muito maior entre os jovens.

Aqui, conseguimos proteger o emprego e a renda das famílias. É claro que todo esse esforço cobra uma fatura grande agora.

Os ajustes necessários que estão sendo realizados e as dificuldades econômicas que enfrentamos não justificam, porém, a forma como tratam a presidenta, de maneira desrespeitosa, desqualificadora, covarde, com ódio.

Fico me perguntando como odiar uma mulher que fez um programa para distribuir médicos nos rincões deste país e garantir atendimento aos mais pobres?! Que está abrindo cursos de medicina no interior para formar médicos para a saúde básica?! Que fez o Pronatec, ampliou o FIES, está distribuindo creches pelo Brasil, fez o Ciência Sem Fronteiras, que tem possibilitado a milhares de jovens brasileiros estudar no exterior?! Que sancionou o PNE e garantiu recursos futuros para a educação?! Que está entregando mais de três milhões e setecentas mil casas para a população e anunciará outro tanto a partir de agora?!

Que enfrentou a maior seca dos últimos tempos garantindo renda ao povo do Nordeste, evitando a migração?! Que fez programa para as pessoas com deficiência?! Que criou o Brasil Carinhoso, aumentando a renda das famílias pobres com crianças?! Que garantiu microcrédito, implantou o microempreendedor individual e ampliou o Super Simples?! Que garantiu e garante Leia mais

10 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Luiz Claudio Romanelli: Parlamento e responsabilidades

Luiz Claudio Romanelli*

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Passada a turbulência que vivemos em nosso estado, com a votação do necessário ajuste fiscal – com o aumento das receitas e redução de despesas -, podemos afirmar que o Paraná saiu na frente e vai passar pelos efeitos da crise econômica, e política, que acontecem no Brasil de forma mais segura. Não de forma fácil, claro, afinal não somos uma ilha, mas certamente com mais segurança.

Se não tivéssemos tomado essas medidas, o Paraná estaria em uma situação difícil, próxima ou até pior que a atualmente vivida pelo Rio Grande do Sul. Naquele estado o governo está penando para pagar os salários dos servidores, tendo de recorrer ao parcelamento e adiamento dos vencimentos. Muitos se perguntam se o governo gaúcho chegará ao fim do ano com recursos para pagar o 13º salário. Para se ter ideia, o ex-secretário da Fazenda de lá, Aod Cunha, chegou a comparar a situação do estado à vivida pela Grécia, mas agravada pelo fato de o Rio Grande do Sul não poder contar com a ajuda de uma “União Européia”.

Situação parecida, vivem também outros estados e a grande maioria dos municípios brasileiros. Até a União, que concentra de forma absolutista a arrecadação do país, está sofrendo. Todos têm acompanhado a saga – sem sucesso – do ministro Joaquim Levy para que o ajuste fiscal seja aprovado no Congresso Nacional. Já fiz aqui, neste mesmo espaço diversas críticas a este ajuste, pois acredito que ele vai contra tudo aquilo que a presidente Dilma, que eu apoiei, prometeu em sua campanha de reeleição. Aliás, vale ler a excelente entrevista do economista da Unicamp Pedro Paulo Zahluth Bastos no “Valor” (6/8). A economia só sai do baixo-astral com medidas anticíclicas, ou seja, se ela insistir em aplicar o receituário econômico do seu adversário, será impossível superar a atual crise política.

Mesmo assim, o que temos visto é um Congresso hostil e até de certa forma irresponsável para aprovar estas medidas, colocando em votação a chamada “pauta bomba”, que aumenta os gastos e causa instabilidade política. É uma situação complicada, pois o Legislativo, seja federal, estadual ou municipal, deve atuar como peça fundamental na aprovação de medidas para que a administração pública use com sobriedade os recursos públicos, quando estes não crescem, além de fiscalizar a execução destes.

Não tirando a culpa do governo, tivessem as medidas corretas sido aprovadas no tempo certo, como ocorreu no Paraná, talvez essas situações fossem diferentes. Mas porque não foram tomadas? Talvez preferiu-se deixar a popularidade em alta e maquiar a realidade, mesmo correndo o risco de a situação tornar-se insustentável. E as consequências disto estão aparecendo: inflação em alta, desemprego aumentando, dólar em disparada e a desconfiança generalizada que a economia ainda vai piorar.

Aqui, a um custo político alto, mostramos a responsabilidade ao iniciarmos os ajustes ainda no fim de 2014, antevendo que a situação do país seria difícil. Foram medidas duras, mas que a base aliada na Assembleia Legislativa, aprovou sabendo do compromisso que tem com o futuro do Estado e com as políticas públicas. Todos sabem o que ocorreu depois, muito devido à partidarização e interesses em cima de um debate que deveria ser mais técnico do que político. Como resultado, todos nós estamos pagando um preço alto pelas medidas aprovadas, mas ainda este período será reconhecido como fundamental para o equilíbrio das contas públicas.

Mas o fato é que foram essas medidas, que já estão permitindo que nós vivamos uma situação diferente de outros estados e da Uniã Leia mais