Piada pronta: Governador Beto Richa propõe “lei anticorrupção” no Paraná

Publicado em 16 julho, 2015
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O ex-inspetor-geral de fiscalização Márcio Albuquerque Lima, copiloto de Beto Richa nas corridas de 500 Milhas de Londrina, e Luiz Abi Antoun, primo do governador estão entre os denunciados por corrupção na Receita Estadual.
O ex-inspetor-geral de fiscalização Márcio Albuquerque Lima, copiloto de Beto Richa nas corridas de 500 Milhas de Londrina, e Luiz Abi Antoun, primo do governador estão entre os denunciados por corrupção na Receita Estadual.
Apontado pelo auditor fiscal Luiz Antônio de Souza, delator na Operação Publicano, como beneficiário de parte das propinas coletadas na Receita Estadual, o governador Beto Richa (PSDB) anunciou nesta quinta-feira (16) um “pacote anticorrupção” no órgão fazendário.

Segundo investigações do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), braço policial do Ministério Público do Paraná, o lobista Luiz Abi Antoun, primo do governador, seria o chefe da quadrilha que atua na Receita, que arrecadava dinheiro para a reeleição do parente tucano.

De acordo com a Agência Estadual de Notícias, órgão oficial do governo do Paraná, Richa encaminhou ontem (15) mensagem à Assembleia Legislativa com o objetivo de “tornar mais rigorosas as punições por desvios de conduta”.

O “pacote anticorrupção” do governador coincide com o pedido do Gaeco, esta semana, para que o procurador-geral de Justiça, Gilberto Giacoia, chefe do Ministério Público, abra investigação contra Beto Richa, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Durval Amaral, o filho dele, deputado Tiago Amaral (PSB).

O Ministério Público já denunciou à Justiça 125 pessoas, que foram investigadas pela Operação Publicano. Dentre os denunciados por corrupção na Receita Estadual está Luiz Abi Antoun, o parente do governador do PSDB.

Paralelamente, às 19h30 desta quinta-feira (16), na Câmara Municipal de Londrina, os promotores do Gaeco/Ministério Público vão prestar contas em audiência pública. Eles pretendem lançar uma “Carta de Londrina” pedindo agilidade do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) no julgamento e punição de corruptos.

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