Garganta Profunda de Londrina: Prisão de amigo de Beto Richa foi uma ‘Operação Abafa’

Publicado em 21 julho, 2015
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Garganta Profunda de Londrina, principal informante do Blog do Esmael no Palácio Iguaçu, analisa a prisão de Maurício Fanini, amigo do governador Beto Richa; segundo o X-9 mais eficiente do planeta, a restrição da liberdade do ex-presidente da Fundepar faria parte da "Operação Abafa", pois o objetivo da Polícia Civil foi chegar antes da Polícia Federal para também recolher provas, haja vista que os recursos da educação eram federais; “Que tudo fique em casa”, era a palavra de ordem em Palácio Iguaçu; segundo o informante com acesso fácil ao 3º andar da sede do governo, “coincidentemente”, o advogado de Fanini é Dr. René Ariel Dotti, o mesmo que defende no crime o governador, a primeira-dama Fernanda e Pepe Richa; a seguir, leia o relato exclusivo de Garganta Profunda de Londrina.
Garganta Profunda de Londrina, principal informante do Blog do Esmael no Palácio Iguaçu, analisa a prisão de Maurício Fanini, amigo do governador Beto Richa; segundo o X-9 mais eficiente do planeta, a restrição da liberdade do ex-presidente da Fundepar faria parte da “Operação Abafa”, pois o objetivo da Polícia Civil foi chegar antes da Polícia Federal para também recolher provas, haja vista que os recursos da educação eram federais; “Que tudo fique em casa”, era a palavra de ordem em Palácio Iguaçu; segundo o informante com acesso fácil ao 3º andar da sede do governo, “coincidentemente”, o advogado de Fanini é Dr. René Ariel Dotti, o mesmo que defende no crime o governador, a primeira-dama Fernanda e Pepe Richa; a seguir, leia o relato exclusivo de Garganta Profunda de Londrina.
A manhã de hoje foi um ranger de dentes sem fim, no círculo próximo ao Governador.

É que a sorte de Maurício Fanini estava sendo selada.

Maurício Fanini é amigo de longa data de Beto Richa. Frequenta o círculo íntimo do governador.

Ocupou funções estratégicas na prefeitura de Curitiba e no governo do Estado, sempre envolvido com licitações de obras e empreiteiras.

É também parceiro de tênis, formando dupla com Beto Richa nas quadras do Graciosa Country Club, clube dos ricaços de Curitiba, onde um título para ser sócio não sai por menos de 300 mil reais.

A Polícia Civil correu na frente para prender Fanini, pois o governo sabe que a Polícia Federal vem queimando pneu na investigação da roubalheira na Fundepar. Os recursos desviados têm origem em verbas federais, do FNDE.

O diretor da Polícia Civil Julio Reis, que tem linha direta com Eduardo Sciarra, chefe da Casa Civil, recebeu então a missão de prender Maurício Fanini e os laranjas donos da Valor, para que “fique tudo em casa”, principalmente com o material apreendido.

Os emissários do Palácio Iguaçu foram encarregados de acalmar Maurício Fanini, convencendo-o de que este era o melhor caminho.

Explicam a ele que a coisa estava saindo do controle, que tentaram segurar até onde deu, inclusive protegendo Mauricio Fanini com trocas de cargos e posições em conselhos, mas não dava mais para segurar.

O risco de novo desgaste para Beto Richa era enorme.

Com as prisões de hoje, os analistas do governador acham que a investigação da PF ficará esvaziada e Beto Richa terá um bom discurso de austeridade, pois a prisão foi feita pela Civil, a partir de auditorias do próprio governo.

Para tranquilizar ainda mais Mauricio Fanini, eis que surge a defendê-lo o escritório do Dr. Dotti, que já defende o Beto Richa, a Fernanda e o Pepe Richa.

O medo todo é que Maurício Fanini solte a famosa frase: “não vou cair sozinho”.

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