RPC/Gazeta do Povo volta a atacar professores e defender governo Richa

ediitorial_alepO jornal Gazeta do Povo, carro-chefe do grupo de comunicação RPC, em editorial, atacou nesta quinta-feira (18) os professores que almejam reajuste de 8,17% na data-base. O veículo defende abertamente a proposta do governador Beto Richa (PSDB) de reposição de apenas 3,45% e classifica como “oportunistas” aqueles que defendem o cumprimento da lei.

O editorial também saiu em defesa da dupla infernal Luiz Claudio Romanelli (PMDB), líder do governo na Assembleia, e o presidente da Casa e do PSDB do Paraná, Ademar Traiano, dando-lhes razão no embate contra os educadores e a diminuta bancada de oposição.

Ao tomarem conhecimento do antológico editorial, parlamentares oposicionistas ironizaram: “O Romanelli levou os donos da Gazeta/RPC para dar uma voltinha na ‘charrete’ do Traiano”; eles se referiram ao automóvel avaliado em 700 paus que o presidente da Assembleia bateu no último sábado, em Curitiba, enquanto fiscalizava professores repondo aulas.

Como era de esperar, a Gazeta do Povo lamenta o jogo democrático na Assembleia onde a minoria utiliza de táticas próprias do parlamento para alongar o debate. Na verdade, os donos do jornalão já sentem saudades do tratoraço naquela Casa, ou seja, da aprovação de projetos sem muita participação popular.

A Gazeta do Povo apresenta-se mais realista que o rei ao atacar os professores que suspenderam a greve e voltaram às aulas em respeito aos alunos e à sociedade. Portanto, fique claro, é falso o argumento de que o reajuste de 3,45% satisfez a categoria após um “acordo” com a oposição. Pelo contrário, ampliou as feridas provocadas no dia 29 de abril.

O deputado Requião Filho (PMDB), vice-líder da oposição, rechaça a existência de acordo com o governo. Pelo Twitter, ele desmentiu o jornal: “Editorial da Gazeta deve ter sido escrito em alguma sala governista da Assembleia. Traz informações truncadas. Oposição não faz acordo com governo”.

Os donos da Gazeta do Povo sabem que o cobertor – não aquele da Fernanda – é curto; se o dinheiro for para o pagamento de reajuste para professores e servidores públicos faltará para a propaganda do governo do estado.

A pancadaria da RPC/Gazeta contra os educadores teve início na metade de maio, coincidindo com a liberação de verbas para a propaganda de Beto Richa. No começo deste mês, o jornalão voltou à carga contra os profissionais do magistério dizendo que os professores tinham conseguido mais que as finanças do estado suportariam

Insuportável é a corrupção no governo Beto Richa.

Leia a íntegra do editorial da Gazeta do Povo:

O custo do oportunismo

O Paraná inteiro sabe o quanto custou o acordo para se votar o projeto de lei que concederia aumento de 3,45% aos servidores públicos do estado. O reajuste acertado deveria ser o capítulo final de uma novela iniciada no começo do ano e que envolve o esforço fiscal do estado para colocar em ordem suas contas, a greve dos professores e de várias outras categorias de servidores, a invasão do plenário da Assembleia Legislativa para impedir a votação de um projeto sobre a Paranaprevidência, e o tristíssimo episódio de 29 de abril, em que confronto entre polícia e professores deixou mais de 200 feridos. O estado inteiro – não apenas os servidores, mas também aqueles que deles dependem, como os alunos da rede estadual – sofreu, e esperava-se que, uma vez acertados os termos do reajuste salarial, seria possível retomar a normalidade.

No começo de junho, governo estadual, deputados da base de apoio, da oposição e sindicatos dos servidores concordaram com um aumento de 3,45% em outubro, seguido por novos reajustes em janeiro de 2016, janeiro e maio de 2017 e maio de 2018, sempre levando em consideração a inflação dos períodos correspondentes. Os professores da rede estadual encerraram a greve, na expectativa de que a Assembleia aprovasse o aumento. O substitutivo foi enviado pelo governo no dia 8; o projeto de lei passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alep no dia 9; e, no dia 10, foi aprovado pelo plenário em primeiro turno.

Mas, na votação em segundo turno, na segunda-feira, dia 15, deputados da oposição resolveram incluir no projeto uma emenda que colocava por água abaixo tudo o que havia sido acertado anteriormente: em vez dos 3,45% em outubro, previa aumento de 8,17% retroativo a maio e a ser pago já na folha de junho. Com isso, eles forçaram a devolução do projeto à CCJ – na prática, todo o trâmite terá de ser reiniciado, adiando ainda mais uma definição que a sociedade paranaense já dava como certa. Na quarta-feira, dia 17, a CCJ rejeitou a emenda, mas a oposição pode apresentar recursos que levarão a votação final a ocorrer só em julho.

Deputados da base aliada desabafaram, e não há como lhes tirar a razão. “Infelizmente, é dessa forma que a oposição conduz seus posicionamentos. Eles não cumprem com a palavra, que aqui sempre valeu mais do que o está escrito”, disse o presidente da Alep, Ademar Traiano. “Muito provavelmente teremos de fazer reuniões com gravações para que todos se lembrem exatamente qual foi o papel de cada um na construção deste acordo”, afirmou o relator do projeto de lei do reajuste, o peemedebista Luiz Cláudio Romanelli.

É claro que o Legislativo precisa prever meios para que grupos minoritários sejam ouvidos e tenham seus pleitos pelo menos levados em consideração sem que sejam esmagados pela maioria. Mas usar esses recursos para desmanchar acordos duramente costurados, apenas com o objetivo de salvaguardar a imagem de alguns deputados perante os servidores estaduais, é uma atitude puramente oportunista. Pior: prejudica os próprios trabalhadores, ao adiar uma definição longamente esperada sobre o reajuste. É um custo elevado demais para a mera autopromoção.

30 Comentários

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  2. Tenho pena dos vendedores de Gazeta Do Povo de
    domingo, tentando vender o jornal com as “últimas”
    de ontem, já no sábado às 16:00hs, e todo o mundo
    recusando.
    Ninguém compra um “jornal que se vende”.
    E “aquele que se vende, nunca vale o preço pelo qual
    é comprado.
    É um castigo merecido para quem compra.
    Quem se vende é castigado pela perda da
    credibilidade, e logo não valerá de nada para o
    comprador.
    O público não compra o jornal, e o telespectador
    assiste ao noticiário da RPC oscila entre o
    ceticismo e a incredulidade.

  3. Teatro prá Boi Dormir.
    Ato nº1 Ameaça e afaga
    GazPova – Você está está se portando como um tirano, BRich!
    BRich – TraiaN, Unamos força! Querem nos destruir, negocie!
    GazPova – Professores, vocês merecem nosso respeito!

    Ato nº 2 Reforça Ameaça e rende-se
    GazPova – Nós insistimos, seu ataque foi surreal, BRich!
    BRich – BRich então resolvido?
    TraiaN – Positivo, agora $airemo$ por cima!
    GazPova – Professores, portem-se, respeite sua profissão.

  4. Espero que não estejam usando do meu dindin do Paranáprevidencia, pro cala-boca pra gazeta e rpctv.

  5. Pior q a gazeta só o boca de mariola do Mazza na CBN, q defende o Beto e as roubalheiras do PSDB até debaixo dágua.

  6. Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros

    Capítulo I – Do direito à informação
    Art. 1º O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros tem como base o direito fundamental do cidadão à informação, que abrange direito de informar, de ser informado e de ter acesso à informação.
    Art. 2º Como o acesso à informação de relevante interesse público é um direito fundamental, os jornalistas não podem admitir que ele seja impedido por nenhum tipo de interesse, razão por que:
    I – a divulgação da informação precisa e correta é dever dos meios de comunicação e deve ser cumprida independentemente da linha política de seus proprietários e/ou diretores ou da natureza econômica de suas empresas;
    II – a produção e a divulgação da informação devem se pautar pela veracidade dos fatos e ter por finalidade o interesse público;
    III – a liberdade de imprensa, direito e pressuposto do exercício do jornalismo, implica compromisso com a responsabilidade social inerente à profissão;
    IV – a prestação de informações pelas organizações públicas e privadas, incluindo as nãogovernamentais, deve ser considerada uma obrigação social;
    V – a obstrução direta ou indireta à livre divulgação da informação, a aplicação de censura e a indução à autocensura são delitos contra a sociedade, devendo ser denunciadas à comissão de ética competente, garantido o sigilo do denunciante.
    Capítulo II – Da conduta profissional do jornalista
    Art. 3º O exercício da profissão de jornalista é uma atividade de natureza social, estando sempre subordinado ao presente Código de Ética.
    Art. 4º O compromisso fundamental do jornalista é com a verdade no relato dos fatos, deve pautar seu trabalho na precisa apuração dos acontecimentos e na sua correta divulgação.
    Art. 5º É direito do jornalista resguardar o sigilo da fonte.
    Art. 6º É dever do jornalista:
    I – opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos;
    II – divulgar os fatos e as informações de interesse público;
    III – lutar pela liberdade de pensamento e de expressão;
    IV – defender o livre exercício da profissão;
    V – valorizar, honrar e dignificar a profissão;
    VI – não colocar em risco a integridade das fontes e dos profissionais com quem trabalha;
    VII – combater e denunciar todas as formas de corrupção, em especial quando exercidas com o objetivo de controlar a informação;
    VIII – respeitar o direito à intimidade, à privacidade, à honra e à imagem do cidadão; IX – respeitar o direito autoral e intelectual do jornalista em todas as suas formas;
    X – defender os princípios constitucionais e legais, base do estado democrático de direito;
    XI – defender os direitos do cidadão, contribuindo para a promoção das garantias individuais e coletivas, em especial as das crianças, adolescentes, mulheres, idosos, negros e minorias;
    XII – respeitar as entidades representativas e democráticas da categoria;
    XIII – denunciar as práticas de assédio moral no trabalho às autoridades e, quando for o caso, à comissão de ética competente;
    XIV – combater a prática de perseguição ou discriminação por motivos sociais, econômicos, políticos, religiosos, de gênero, raciais, de orientação sexual, condição física ou mental, ou de qualquer outra natureza.
    Art. 7º O jornalista não pode:
    I – aceitar ou oferecer trabalho remunerado em desacordo com o piso salarial, a carga horária legal ou tabela fixada por sua entidade de classe, nem contribuir ativa ou passivamente para a precarização das condições de trabalho;
    II – submeter-se a diretrizes contrárias à precisa apuração dos acontecimentos e à correta divulgação da informação;
    III – impedir a manifestação de opiniões divergentes ou o livre debate de idéias;
    IV – expor pessoas ameaçadas, exploradas ou sob risco de vida, sendo vedada a sua
    identificação, mesmo que parcial, pela voz, traços físicos, indicação de locais de trabalho ou residência, ou quaisquer outros sinais;
    V – usar o jornalismo para incitar a violência, a intolerância, o arbítrio e o crime;
    VI – realizar cobertura jornalística para o meio de comunicação em que trabalha sobre organizações públicas, privadas ou não-governamentais, da qual seja assessor,
    empregado, prestador de serviço ou proprietário, nem utilizar o referido veículo para defender os interesses dessas instituições ou de autoridades a elas relacionadas;
    VII – permitir o exercício da profissão por pessoas não-habilitadas;
    VIII – assumir a responsabilidade por publicações, imagens e textos de cuja produção não tenha participado;
    IX – valer-se da condição de jornalista para obter vantagens pessoais.
    Capítulo III – Da responsabilidade profissional do jornalista
    Art. 8º O jornalista é responsável por toda a informação que divulga, desde que seu trabalho não tenha sido alterado por terceiros, caso em que a responsabilidade pela alteração será de seu autor.
    Art 9º A presunção de inocência é um dos fundamentos da atividade jornalística.
    Art. 10. A opinião manifestada em meios de informação deve ser exercida com responsabilidade.
    Art. 11. O jornalista não pode divulgar informações:
    I – visando o interesse pessoal ou buscando vantagem econômica;
    II – de caráter mórbido, sensacionalista ou contrário aos valores humanos, especialmente em cobertura de crimes e acidentes;
    III – obtidas de maneira inadequada, por exemplo, com o uso de identidades falsas, câmeras escondidas ou microfones ocultos, salvo em casos de incontestável interesse público e quando esgotadas todas as outras possibilidades de apuração;
    Art. 12. O jornalista deve:
    I – ressalvadas as especificidades da assessoria de imprensa, ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, o maior número de pessoas e instituições envolvidas em uma cobertura jornalística, principalmente aquelas que são objeto de acusações não suficientemente demonstradas ou verificadas;
    II – buscar provas que fundamentem as informações de interesse público;
    III – tratar com respeito todas as pessoas mencionadas nas informações que divulgar;
    IV – informar claramente à sociedade quando suas matérias tiverem caráter publicitário ou decorrerem de patrocínios ou promoções;
    V – rejeitar alterações nas imagens captadas que deturpem a realidade, sempre informando ao público o eventual uso de recursos de fotomontagem, edição de imagem, reconstituição de áudio ou quaisquer outras manipulações;
    VI – promover a retificação das informações que se revelem falsas ou inexatas e defender o direito de resposta às pessoas ou organizações envolvidas ou mencionadas em matérias de sua autoria ou por cuja publicação foi o responsável;
    VII – defender a soberania nacional em seus aspectos político, econômico, social e cultural;
    VIII – preservar a língua e a cultura do Brasil, respeitando a diversidade e as identidades culturais;
    IX – manter relações de respeito e solidariedade no ambiente de trabalho;
    X – prestar solidariedade aos colegas que sofrem perseguição ou agressão em conseqüência de sua atividade profissional.
    Capítulo IV – Das relações profissionais
    Art. 13. A cláusula de consciência é um direito do jornalista, podendo o profissional se recusar a executar quaisquer tarefas em desacordo com os princípios deste Código de Ética ou que agridam as suas convicções.
    Parágrafo único. Esta disposição não pode ser usada como argumento, motivo ou desculpa para que o jornalista deixe de ouvir pessoas com opiniões divergentes das suas.
    Art. 14. O jornalista não deve:
    I – acumular funções jornalísticas ou obrigar outro profissional a fazê-lo, quando isso implicar substituição ou supressão de cargos na mesma empresa. Quando, por razões
    justificadas, vier a exercer mais de uma função na mesma empresa, o jornalista deve receber a remuneração correspondente ao trabalho extra;
    II – ameaçar, intimidar ou praticar assédio moral e/ou sexual contra outro profissional, devendo denunciar tais práticas à comissão de ética competente;
    III – criar empecilho à legítima e democrática organização da categoria. Capítulo V – Da aplicação do Código de Ética e disposições finais
    Art. 15. As transgressões ao presente Código de Ética serão apuradas, apreciadas e julgadas pelas comissões de ética dos sindicatos e, em segunda instância, pela Comissão Nacional de Ética.
    § 1º As referidas comissões serão constituídas por cinco membros.
    § 2º As comissões de ética são órgãos independentes, eleitas por voto direto, secreto e universal dos jornalistas. Serão escolhidas junto com as direções dos sindicatos e da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), respectivamente. Terão mandatos coincidentes, porém serão votadas em processo separado e não possuirão vínculo com os cargos daquelas diretorias.
    § 3º A Comissão Nacional de Ética será responsável pela elaboração de seu regimento
    interno e, ouvidos os sindicatos, do regimento interno das comissões de ética dos
    sindicatos.
    Art. 16. Compete à Comissão Nacional de Ética:
    I – julgar, em segunda e última instância, os recursos contra decisões de competência das comissões de ética dos sindicatos;
    II – tomar iniciativa referente a questões de âmbito nacional que firam a ética jornalística;
    III – fazer denúncias públicas sobre casos de desrespeito aos princípios deste Código;
    IV – receber representação de competência da primeira instância quando ali houver incompatibilidade ou impedimento legal e em casos especiais definidos no Regimento Interno;
    V – processar e julgar, originariamente, denúncias de transgressão ao Código de Ética cometidas por jornalistas integrantes da diretoria e do Conselho Fiscal da FENAJ, da Comissão Nacional de Ética e das comissões de ética dos sindicatos;
    VI – recomendar à diretoria da FENAJ o encaminhamento ao Ministério Público dos casos em que a violação ao Código de Ética também possa configurar crime, contravenção ou dano à categoria ou à coletividade.
    Art. 17. Os jornalistas que descumprirem o presente Código de Ética estão sujeitos às penalidades de observação, advertência, suspensão e exclusão do quadro social do sindicato e à publicação da decisão da comissão de ética em veículo de ampla circulação.
    Parágrafo único – Os não-filiados aos sindicatos de jornalistas estão sujeitos às penalidades de observação, advertência, impedimento temporário e impedimento definitivo de ingresso no quadro social do sindicato e à publicação da decisão da comissão de ética em veículo de ampla circulação.
    Art. 18. O exercício da representação de modo abusivo, temerário, de má-fé, com notória intenção de prejudicar o representado, sujeita o autor à advertência pública e às punições previstas neste Código, sem prejuízo da remessa do caso ao Ministério Público.
    Art. 19. Qualquer modificação neste Código só poderá ser feita em congresso nacional de jornalistas mediante proposta subscrita por, no mínimo, dez delegações representantes de sindicatos de jornalistas.
    Vitória, 04 de agosto de 2007.
    Federação Nacional dos Jornalistas

  7. o que não faz um capilé bem pago.

  8. RPC/Gazeta do Povo , a essa altura soa meio estranho…

    Uma hora fala e defendo esse Governo do Beto Richa outrora, fala mau e escracha em suas reportagens….

    Daí a pergunta…, dá par confiar numa empresa de comunicação que faz esse tipo de trabalho?

    Desde o início deste mês de junho/2015, quase que todos os dias no jornal estadual e nacional, a qual essa RPC/Gazeta do Povo, fez repetição da programação globo, passavam material da roubalheira envolvendo os comparsas deste GOVERNO BETO RICHA e dos fiscais da receita estadual envolvida na campanha eleitoral para governo de estado…

    O GOVERNO BETO RICHA, injeta dinheiro a RPC/Gazeta do Povo, e as reportagens que recriminam esse governo e seus comparsas, somem das reportagem tanto do estado e tb das reportagem de veiculação nacional…

    Além do GOVERNO BETO RICHA, Assembleia Legislativa do Paraná, Tribunal de Justiça, Tribunal do Faz de Contas que estão de mãos dadas contra o povo do Paraná, Professores e a todos os servidores público do Paraná, passando por cima de tudo com apoio de toda essa corja.

    Agora depois de injeção de dinheiro das propinas e previdência, feito por GOVERNO BETO RICHA, vem essa RPC/Gazeta do Povo fazer uma nova parceria em defesa deste GOVERNO…

    Gostaria de saber até aonde vai essa parceria, se o dinheiro recebido foi exclusivo referente a essa matéria ou ainda o dinheiro vai ainda mais… para fazer outras matérias em defesa a esse GOVERNO BETO RICHA…

    E como diz o BORIS CASOI “ISSO É UMA VERGONHA”…,

    Só sei que eu gostaria de saber aonde está a ética dessa RPC/Gazeta do Povo?

    No meu ver pra mim essa RPC/Gazeta do Povo, a ÉTICA ESTA AONDE O DINHEIRO ESTA, INDEPENDENTE DE ONDE ELE VENHA…

  9. Caro Eduardo Sciarra

    De fato, temos que trabalhar profundas reflexões dentro dos diversos contéudos, no sentido de que esta geração e futuras não sejam analfabetos políticos, pois é deste quadro, que surgem oportunistas, lacaios, serviçais, que se prestam a qualquer tipo para se perpetuarem no poder.
    Em tempo, quanto se apropriar de um texto, o faça dentro do contexto e não um simulacro de ideias que não lhe pertencem.

  10. Nós que queremos os míseros 8.17% somos massacrados de todas as formas. Mas da loucura que é esse retroativo milionários dos juizes,esses pulhas não falam nada…e cocordam

  11. Boa noite, para reflexão:

    “O fim da ditadura militar provocou diversas transformações no Brasil. Na educação houve a extinção de conteúdos considerados doutrinadores por especialistas da área. Obviamente, escola não é lugar para doutrinar ninguém e sim um espaço de ensino e aprendizado.
    A mudança curricular foi defendida para afastar das salas de aula qualquer disciplina que induzisse o aluno a algum tipo de ideologia. Nada mais adequado. Assim, a sociedade brasileira escolheu um novo caminho para a educação de seus filhos.
    Passados 30 anos, aquilo que era abominado volta a ser usado nas escolas paranaenses, agora sob o manto e o disfarce do protesto. Longe de seguir a cartilha do magistério, e bem orientados quanto ao modelo de radicalização sindical, muitos professores estaduais têm trocado o horário de aulas pela encenação de um teatro político.
    Com um descarado discurso que só interessa aos partidos que sustentaram uma absurda greve que lesou um terço do ano letivo, alguns professores tomam o precioso tempo do aprendizado dos estudantes na disseminação de apologias contra o governo do Estado. Deseducação, conforme relatam pais de alunos.
    Passada a greve dos professores, superado o impasse pelo reajuste salarial dos servidores, em solução acordada entre todas as partes envolvidas, é hora de arrumar a casa tendo como fundamento prioritário o ensino pedagógico.
    A volta à escola deveria provocar reflexões profundas, especialmente porque o objetivo principal de um estabelecimento de ensino é preparar os alunos e, sem distorções, ampliar seus conhecimentos.
    Distante do conceito maniqueísta, o governo do Estado mantém plena confiança na capacidade e na seriedade dos profissionais que escolheram o magistério como ofício. Estamos ao lado daqueles que têm e exercem nobre missão de educar.
    O que se pede é o comprometimento de fazer da escola um local de valorização humana e não um palco de manifestações com propósitos distorcidos.
    Nosso compromisso maior deve ser com um milhão de alunos e suas famílias. Esses paranaenses não merecem submeter-se à cantilena partidária, tenha a cor que tiver, em detrimento de uma educação de qualidade.
    Os esforços da Secretaria de Estado da Educação, neste momento, são para garantir os 200 dias letivos e 800 horas de conteúdo, conforme prevê a legislação. Isso significa respeitar aqueles que foram os verdadeiros prejudicados com a greve: os alunos.
    Infelizmente, este esforço não encontra ressonância em parte das 2,1 mil escola do Estado. Mesmo com seu sindicato concordando com os termos de reajuste salarial, uma parcela de professores insiste em manter, nas salas de aulas, ensinamentos distorcidos de uma greve abusiva e anarquicamente orientada.
    Munidos de vídeos previamente editados e outros artefatos, tentam transmitir a mensagem do bem contra o mal. No discurso, o governo é demonizado. Esquecem, porém , de relatar os avanços que permitiram, entre outros benefícios, um aumento de 60% no salário do magistério em quatro anos.
    Em que peses o direito de cada um ter posição politica numa democracia, questões políticas e partidárias não deveriam se sobrepor ao principio de que os alunos estão na escola par aprender o conteúdo necessário para que sejam preparados para a vida.
    Os professores, todos eles, como emissores do conhecimento e, em tese, do desenvolvimento humano, deveriam entender que os paranaenses já perderam muito com esta greve.
    Não é conveniente, nem agora nem em qualquer momento, usar a escola para doutrinação. Sem meias palavras, escola é lugar de educar.”

    Eduardo Sciarra – Chefe da Casa Civil do governo do Paraná

    Texto: Escola não é lugar de doutrinar
    O Diário do norte do Paraná, Maringá, 18 de junho de 2015 (opinião)

    Não sei se é pra rir, mas, enfim…

  12. Esse jornaleco e a rpc em minha casa e de muitos que conheço não tem espaço! Vendidos sempre foram. Bem fazia o Governo Requião que não colaborava com esse detrito!!!! gazeta da elite seria o nome ideal!

  13. Tem que produzir matérias que gerem receita, tipo impeachment, corrupção, delação… Se não for para este lado, fecham-se as portas, vai a bancarrota!

  14. É, enquanto o #BETOLIXO paga pra GAZETA escrever a seu favor, estou com quinquenio atrasado e sem data base, e meus colegas sem receber promocões e atividades de docência. Oq. queremos é ##forabetoricha

  15. Já passou da hora de o GAECO investigar esse grupo Gazeta/RPC. Aí tem.

  16. Jah tinha lido isso pela manhã e cheguei a não acreditar que fosse editorial da Gazeta. O que eh isso GaZeta do povo ou da elite, de governantes, legisladores e julgadores (judiciário) que mantém um esquema subversivo nesse Estado? NÃO DAH APRA ACREDITAR QUE O JORNAL DO POVO TENHA UMA IDEIA TÃO DISTORCIDA. A TROCO DE QUE VCs PUBLICAM ISSO? Que lastima!!!! o pior eh que tem gente que acredita!

  17. Antes do Richa derramar milhões de R$ na grande mídia do Paraná os apresentadores dos Telejornais da RPCTV se dirigiam ao Luís Abi Antoun como o primo do Governador Beto Richa, inclusive mostrando as imagens do Governador, agora que os cofres da GRPCOM estão cheio com o dinheiro do contribuinte não mais vinculam a imagem do Richa com a do Brimo corrupto, “Que coisa não”, dizia o KIKO do Programa Chaves.

  18. Gazeta do povo? Que povo? A quem prestam o “serviço”? Deveriam mudar o nome do jornal, porque é óbvio que ao povo eles não servem.

  19. Daqui a pouco ele fazem uma matéria defendo o roubo da Receita Estadual, praticado pelos aliados do governador beto hitler.

  20. Jornaleco sem vergonha..usa a mesma tática do Assis Chateaubriand “CHATO”, para arrecadar dinheiro a força. E o pior é que essa matéria tendenciosa, esta sendo paga com o dinheiro do contribuinte parananense. Tudo um bando de safado.

  21. Você deve ter lido outro editorial. O da Gazeta critica os deputados da oposição, que segundo é informado, romperam um acordo fechado. Não houve defesa do governo Richa, muito menos ataque aos professores. Os deputados da oposição podem esclarecer se de fato romperam o acordo.
    Quanto ao Romanelli, por que o Requião não o expulsou do PMDB? Tem rabo preso com o referido deputado?

  22. Que vergonha! Agora, depois que o Beto Richa Caloteiro do PSDB encheu as burras da Gazetinha, este jornaleco de Província vem defender a ilegalidade do reajuste. Lei é Lei e tem que ser cumprida. Nada menos do que 8,17%.

  23. Esta droga de RPC e Gazeta faz tempo que estão quebrados, vivem de esmola dadas pelo Beto Bicha, em troca de mentiras para melhorarem sua imagem. Tomara que quebrem logo e param de falar asneiras e entrarem na casa do povo sofrido do Paraná.

  24. De cada 100 matérias da Gazeta sobre o tema, 99 são a favor dos professores.

  25. É assim desde sempre! A gazeta e RPC se vendem para o dono do circo, e de vez em quando bate com uma mão e acaricia com a outra, como foi no caso do massacre amplamente divulgado por ambas! Escapa-lhes o fato que esse “desde sempre” está mudando no Brasil, poucas pessoas assistem um canal aberto (RPC – Rede Política de Comunicação) ou leem a “Gazeta do analfaBETO”! A realidade é outra, as pessoas se comunicam mais através de redes sociais, jornais completamente melhores pela internet, onde podem opinar de maneira mais eficiente e sem essa velha mídia manipulativa do Brasil!

  26. Até que enfim a Gazeta falando algo que preste!!!!
    E a verdade!!!

    • Eles falam a verdade porque seu patrão playboy paga muito bem milhões em propaganda enganosa ao custo do nosso recurso enquanto isso não tem dinheiro para pagar os funcionários públicos , carca mão na previdência dos veinhos, carca na conta de luz carca no IPVA. quer se ferra é o povo e vcs puxas sacos do patrão playboy continuam com seu bolso gordo do cargo comissionado que recebem

    • RPC/Gazeta do Povo , a essa altura soa meio estranho…

      Uma hora fala e defendo esse Governo do Beto Richa outrora, fala mau e escracha em suas reportagens….

      Daí a pergunta…, dá par confiar numa empresa de comunicação que faz esse tipo de trabalho?

      Desde o início deste mês de junho/2015, quase que todos os dias no jornal estadual e nacional, a qual essa RPC/Gazeta do Povo, fez repetição da programação globo, passavam material da roubalheira envolvendo os comparsas deste GOVERNO BETO RICHA e dos fiscais da receita estadual envolvida na campanha eleitoral para governo de estado…

      O GOVERNO BETO RICHA, injeta dinheiro a RPC/Gazeta do Povo, e as reportagens que recriminam esse governo e seus comparsas, somem das reportagem tanto do estado e tb das reportagem de veiculação nacional…

      Além do GOVERNO BETO RICHA, Assembleia Legislativa do Paraná, Tribunal de Justiça, Tribunal do Faz de Contas que estão de mãos dadas contra o povo do Paraná, Professores e a todos os servidores público do Paraná, passando por cima de tudo com apoio de toda essa corja.

      Agora depois de injeção de dinheiro das propinas e previdência, feito por GOVERNO BETO RICHA, vem essa RPC/Gazeta do Povo fazer uma nova parceria em defesa deste GOVERNO…

      Gostaria de saber até aonde vai essa parceria, se o dinheiro recebido foi exclusivo referente a essa matéria ou ainda o dinheiro vai ainda mais… para fazer outras matérias em defesa a esse GOVERNO BETO RICHA…

      E como diz o BORIS CASOI “ISSO É UMA VERGONHA”…,

      Só sei que eu gostaria de saber aonde está a ética dessa RPC/Gazeta do Povo?

      No meu ver pra mim essa RPC/Gazeta do Povo, a ÉTICA ESTA AONDE O DINHEIRO ESTA, INDEPENDENTE DE ONDE ELE VENHA…