Procissão de Corpus Christi em Curitiba tem vaia para primeira-dama do estado e “Fora Beto Richa”

Professor Eduardo Soczek, especial para o Blog do Esmael, relata momentos de “horror” vivido pela primeira-dama Fernanda Richa; durante procissão de Corpus Christi, em Curitiba, nesta quinta-feira (4), ela ouviu vaias e palavras de ordem como "Fora, Beto Richa" entoadas pelos fiéis da Santíssima Igreja Católica; nem o bispo, representante de Deus, pôde fazer algo para conter a ira do rebanho pra lá de indignado com o marido Beto Richa; constrangimento maior ocorreu quando a moça pisou o tapete com os nomes dos professores massacrados no dia 29 de abril, a mando do governador tucano; abaixo, leia o relato exclusivo.

Professor Eduardo Soczek, especial para o Blog do Esmael, relata momentos de “horror” vivido pela primeira-dama Fernanda Richa; durante procissão de Corpus Christi, em Curitiba, nesta quinta-feira (4), ela ouviu vaias e palavras de ordem como “Fora, Beto Richa” entoadas pelos fiéis da Santíssima Igreja Católica; nem o bispo, representante de Deus, pôde fazer algo para conter a ira do rebanho pra lá de indignado com o marido Beto Richa; constrangimento maior ocorreu quando a moça pisou o tapete com os nomes dos professores massacrados no dia 29 de abril, a mando do governador tucano; abaixo, leia o relato exclusivo.

No centro de denúncia de corrupção no governo do marido, a primeira-dama do Paraná, Fernanda Richa, foi hostilizada durante procissão de Corpus Christi em frente à Catedral de Curitiba. Ao vê-la, fiéis gritavam “Fora, Beto Richa!”

O Ministério público do Paraná a esposa do governador Beto Richa (PSDB) que teria recebido R$ 3,7 milhões arrecadados por auditores fiscais da Receita Estadual nos últimos três anos.

A seguir leia o relato do quiproquó feito pelo professor Eduardo Soczek, especial para o Blog do Esmael:

Fernanda Richa chegou em meio à celebração, hoje, na missa do Corpus Christi em frente à Catedral de Curitiba. Ela nunca nunca tinha ido antes à Liturgia do Corpo de Deus.

Sentou-se junto ao clero e aos bispos, mas não foi mencionada na missa.

Quando a procissão saiu, Fernanda foi logo atrás do pálio com o Santíssimo e os bispos.

Pessoas se manifestavam a ela com palavras de ondem: “Fora Beto Richa”.

Quando a primeira-dama passou pelo tapete em que havia o nome dos professores massacrados no dia 29 de abril, eu mesmo tive a oportunidade de falar alto e direto a ela:

“Pisas nos nomes dos professores que seu marido mandou massacrar”.

Ela prosseguiu toda profissão, coisa que nunca fez em anos anteriores.

Ao fim, quando Dom José Antônio Peruzzo agradeceu ao governo, após a bênção, e mencionou o nome de Fernanda Richa. Uma sonora vaia se ouviu.

Padre Reginaldo Manzotti e o Arcebispo tiveram de intervir, mas era tarde já. O estrago já estava feito.

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