Por Esmael Morais

Auditores arrecadaram R$ 3,7 milhões para ONG ligada à mulher de Richa

Publicado em 27/05/2015

Os auditores fiscais arrecadavam “cobertores” junto a empresas em nome do Provopar – órgão de assistência do governo do Paraná.

Para quem nem sabia o que era um auditor, Fernanda Richa saiu-se bem na tarefa de arrecadar — segundo investigações do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), o braço policial do Ministério Público.

A suspeita é que a primeira-dama tenha intermediado a promoção de auditores fiscais em troca de propina de R$ 2 milhões para a reeleição do marido.

A reportagem da Folha, somada a outras, mostra “nexo causal” entre auditores fiscais, primeira-dama, promoções na Receita Estadual e propinas para a reeleição de Beto Richa.