Por Esmael Morais

Após 2 semanas de massacre a professores, Anistia Internacional e sociedade civil exigem punição a Richa

Publicado em 13/05/2015

A Associação Maringaense de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (AMLGBT) elegeu como madrinha da edição deste ano da Parada LGBT de Maringá, a Professora Doutora Patrícia Lessa – UEM, representante do Coletivo Feminista Maria Lacerda. A Associação convida a todos os participantes da Parada LGBT, que será neste domingo (17), para que façam do evento um grande protesto contra a violência, em repúdio ao governador e seus aliados.

A Comissão Estadual da Verdade Teresa Urban, instituída para investigar as violações dos direitos humanos no Paraná em períodos de ditadura no Século XX, também emitiu nota de repúdio em que afirma que no último dia 29 de abril, o governo do estado promoveu graves violações aos direitos humanos, semelhantes as ocorridas em período ditatorial.

Por fim, a coordenação do Curso de Licenciatura em Educação do Campo (LEC) da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri também emitiu nota de solidariedade aos os professores da rede estadual do Paraná duramente massacrados pela força policial no dia 29 de abril de 2015.

E durma-se com um barulho desse…