O Brasil se livrou do “Choque de Indigestão” tucano que quebrou os estados de Minas e Paraná

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pimentel_richa_aecioOs jornalões brasileiros não deram hoje o destaque merecido ao balanço dos 100 primeiros dias da gestão do governador Fernando Pimentel (PT), que ontem revelou ao país a situação do estado de Minas Gerais após 12 anos de “Choque de Indigestão” pilotado pelo grupo político do senador Aécio Neves (PSDB).

Aécio, depois Antonio Anastasia, quebrou Minas Gerais sem dó nem piedade. Segundo o diagnóstico divulgado ontem, eis o estado clínico do estado: rombo orçamentário de R$ 7,2 bilhões, reservatórios de água em situação crítica, apenas 26% das 3,6 mil escolas em boas condições, rombo de R$ 1,5 bilhão na Saúde, área em que faltam medicamentos, hospitais, ambulâncias e centros de exames e o crescimento de 52,3% do número de homicídios entre 2002 e 2012.

Na campanha de 2014, o senador mineiro andou pelo Paraná dizendo que o governo Beto Richa (PSDB) seria adotado por ele (clique aqui), caso eleito presidente da República, modelo de gestão para o país. Passado alguns meses, os paranaenses e os brasileiros viram do traste que se livraram.

Se com Dilma Rousseff (PT) a coisa está ruim, com Aécio, sem medo de errar, estaria muito pior. Basta vermos o caso do Paraná, onde a crise moral se mistura com a incompetência administrativa.

Tal qual Aécio, Richa literalmente quebrou o estado do Paraná com seu “Choque de Gestão”. Além de calotes em fornecedores, a gestão tucana deixou viaturas das polícias sem combustível e até os cães a serviço da PM passam fome por falta de ração. Os próprios policiais também não têm as refeições que tinham antigamente. Todo fim de mês, o governo do PSDB rebola o Lepo Lepo! para pagar a folha do funcionalismo inchada pelo excesso de comissionados.

O Blog do Esmael nem abrirá aqui parênteses para discorrer sobre os escândalos de corrupção e de pedofilia investigados pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), braço policial do Ministério Público do Paraná. Há uma crise moral no governo Richa tão forte quanto a administrativa.

Beto Richa tem a pior avaliação do país, segundo a Paraná Pesquisas. Ele é mais reprovado que a presidenta Dilma Rousseff, que nunca teve boa aceitação entre os eleitores paranaenses. Mesmo em baixa, o tucano faz ouvidos moucos ao tentar confiscar, mensalmente, R$ 120 milhões do fundo previdenciário dos servidores públicos.

com informações do Brasil 247.

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