Por Esmael Morais

Palácio Iguaçu sonda João Carlos e Silvio Barros II para a Secretaria de Educação

Publicado em 27/03/2015

A crise na educação não foi estancada. Ainda faltam professores e funcionários, bem como recursos para reparos na estrutura física das escolas.

Para se ter ideia do tamanho da desorganização na área educacional do governo Beto Richa (PSDB), nem os conselheiros e funcionários do Conselho Estadual de Educação (CEE) foram poupados pela crise.

Além de não recebem o jeton desde dezembro de 2014, os conselheiros têm de levar de casa papel higiênico e água de beber. O órgão tem o papel de normatizar o funcionamento do ensino paranaense.

Deputados governistas avaliam que Xavier “está fazendo hora extra” no cargo, ou seja, sua permanência é “insustentável” politicamente porque o secretário é criticado por não entender de educação pública e ter um histórico ligado às privatizações no país.

O secretário Fernando Xavier é considerado pelos educadores e frente política “preposto” do Grupo Positivo. Ele foi homem da privataria tucana na gestão Fernando Henrique Cardoso, quando operou a liquidação do sistema Telebrás — crime lesa-pátria cometido nos anos 90.