Requião Filho pede ao Gaeco quebra de sigilo de computadores do Palácio Iguaçu

RequiaoFilho_Oficio_Tchello.jpgO deputado estadual Requião Filho (PMDB), vice-líder da oposição na Assembleia Legislativa do Paraná, nesta quinta (5), protocolou pedido ao Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), braço policial do Ministério Público, para que investigue e-mails e grupos de WhatsApp que supostamente trocaram mensagens utilizando computadores do Palácio Iguaçu.

Segundo o parlamentar, denúncia anônima recebida por ele ligaria o ex-assessor do governo do estado, Marcelo Caramori, o Tchello, preso pelo Gaeco sob suspeita de cometer crime sexual, teria ligações com os administradores da Tenda Digital! durante a campanha eleitoral de 2014.

Requião Filho pede no documento que o Gaeco intensifique investigação da possibilidade de cometimento de crimes sexuais e cibernéticos por parte de servidores e até mesmo de altas autoridades do Estado dentro das instalações públicas.

… que se intensifiquem as investigações nas redes de relacionamento profissional/público (troca de emails e mensagens via Whatsapp) do sr. Marcelo Caramori, incluindo os computadores instalados nas dependências do Palácio Iguaçu…!, diz o ofício enviado hoje pelo peemedebista ao Gaeco.

Tchello é fotógrafo e teria se apresentado, durante a prisão, no final de janeiro, como assessor do governador Beto Richa (PSDB) em Londrina e mostrado uma tatuagem no braço 100% Beto Richa!. Ele era lotado na Governadoria com salário de R$ 6.177,13, símbolo DAS-5.

Leia a íntegra do ofício ao Gaeco:

http://www.esmaelmorais.com.br/wp-content/uploads/2015/02/RequiaoFilho_Gaeco_Tchello.pdf

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