Greves se unificam contra Beto Richa

Por unanimidade, esta tarde, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) decidiu pela continuidade da greve; Unioeste, de Cascavel, também bateu martelo; núcleos regionais da APP-Sindicato vêm marchando no mesmo rumo; segundo palacianos, momento é o mais crítico da vida de Beto Richa; tucano tem alternado crises de fúria e de choro por causa da combatividade dos professores e funcionários de escolas; tendência é que movimento paredista ganhe força, se unifique e se amplie na semana que vem.

Por unanimidade, esta tarde, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) decidiu pela continuidade da greve; Unioeste, de Cascavel, também bateu martelo; núcleos regionais da APP-Sindicato vêm marchando no mesmo rumo; segundo palacianos, momento é o mais crítico da vida de Beto Richa; tucano tem alternado crises de fúria e de choro por causa da combatividade dos professores e funcionários de escolas; tendência é que movimento paredista ganhe força, se unifique e se amplie na semana que vem.

O governador Beto Richa (PSDB) conseguiu fato inédito na história política do Paraná: isolar-se e torna-se unanimidade contrária da sociedade e do funcionalismo público em greve.

Nesta sexta-feira, dia 27, diversas categorias reafirmaram continuidade do movimento paredista contra o tucano. As principais universidades estaduais, como a Unioeste, UEL, UENP, UEPG e UEM, mantiveram a paralisação.

A APP-Sindicato, que representa os trabalhadores da educação de 2,1 mil escolas da rede pública, convocou assembleia geral da categoria para quarta-feira, dia 4 de março, em Curitiba.

Segundo sondagem do Blog do Esmael, a tendência é que os educadores votem pela continuidade da greve que hoje completou 18 dias.

O comando de greve regional de Foz do Iguaçu, no Oeste, informa que defenderá a greve. Também foi aprovada a continuidade, por unanimidade, pelo Conselho Regional ampliado do Núcleo Sindical do Curitiba Norte.

Em nota oficial, a APP-Sindicato informa que protocolou “reabertura das negociações” com o governo do estado. “As propostas apresentadas são insuficientes para reverter o caos instalado no PIOR INàCIO DO ANO LETIVO de nossa história”, diz a entidade.

Na prática, as três rodadas de negociações anteriores de nada valeram. Voltou à  estaca zero.

O Palácio Iguaçu não sabe como lidar com a greve. O governador Beto Richa, de acordo com aliados, vive sua pior crise política. O tucano tem alterado momento de fúria e crise de choro por causa da combatividade dos professores e funcionários de escolas.

Batendo biela e sem rumo, o governo do estado tenta confundir os educadores em greve. Hoje à  tarde, por exemplo, ingressou na Justiça pedindo liminar decretando ilegalidade da greve. Não há decisão, mas mesmo que haja contra o movimento, caberá recurso.

Em outro front, a Secretaria de Educação, por meio de ofício do secretário Fernando Xavier, tem forçado a barra exigindo que professores retornem à s aulas na segunda-feira, dia 2. A APP-Sindicato orienta que os educadores desconsiderem o documento do preposto do Grupo Positivo.

Resumo da ópera: semana que vem o k-suco volta a ferver.

Comentários encerrados.