Espectro da greve geral dos servidores públicos ronda o Palácio Iguaçu

greve_richa.jpgDe forma inédita, o governador Beto Richa (PSDB) poderá enfrentar uma greve geral de servidores públicos no Paraná. As categorias profissionais da ativa somam cerca de 200 mil, sendo a educação a área mais numerosa com 70 mil funcionários.

Os funcionários veem os serviços públicos serem precarizados pelo governo do estado, que deixou de transferir recursos e ameaça conquistas trabalhistas. Está em curso uma marcha à  ré aos tenebrosos anos 90, piores até que a Era Lerner.

Neste sábado, dia 7, em Guarapuava, uma assembleia geral da APP-Sindicato tende a deflagrar movimento grevista por tempo indeterminado, que servirá como senha para as demais categorias articuladas pelo Fórum das Entidades Sindicais (FES).

A inquietação dos servidores públicos se justifica pelo fato de Richa preparar um novo pacote de maldades, que consiste na extinção de gratificações para servidores da saúde, educação, além de pedir autorização da Assembleia para a antecipação de receita de recebíveis no valor de R$ 6 bilhões.

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