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Deputado denuncia mensalão tucano: “Governo Richa está comprando votos contra funcionalismo público”

richa_adelino.jpgO deputado Adelino Ribeiro (PSL), da região de Cascavel, faz grave denúncia de compra de voto pelo governo Beto Richa (PSDB) contra os funcionários públicos do Paraná.

Segundo o parlamentar, que não cedeu à s pressões, o Palácio Iguaçu condicionou a liberação de um ônibus para transporte de pacientes à  votação a favor do pacotaço de maldades.

De acordo com Ribeiro, o secretário de Estado da Saúde, Michele Caputo, é quem estaria operando o esquema de compra de votos dos deputados.

“Liguei para o secretário e ouvi: vote lá que agente vai entregar o que o senhor quer'”, teria condicionado Caputo, homem considerado da tropa de choque do governador do PSDB.

O parlamentar do PSL afirmou que não é de “aceitar barganha”, por isso irá manter voto contra o governo e a favor do funcionalismo em greve contra a extinção do fundo previdenciário de R$ 8 bilhões.

Diante da grave denúncia, o que tem a dizer o Ministério Público e o Tribunal de Justiça do Paraná?

Funcionários da educação, das universidades, saúde, agricultura, agentes penitenciários, dentre outras categorias de servidores públicos estão em greve e ocupando a Assembleia Legislativa desde terça-feira, dia 10, contra a comissão geral (tratoraço) que pretendia votar projetos que prejudicam os 200 mil servidores do estado.

Ontem à  tarde, à s escondidas dentro de um restaurante, a Assembleia Legislativa realizou sessão secreta, que aprovou a famigerada comissão geral a qual apreciará hoje à s 14h30 o pacote de maldades de Richa.

A temperatura tende a subir bastante, pois deverá aumentar o número de manifestantes no Centro Cívico, no entorno da Assembleia e do Palácio Iguaçu.

Paralelamente, deputados da oposição protocolaram no Tribunal de Justiça um mandado de segurança com pedido de liminar suspendendo a sessão que transforma o plenário em comissão geral.

Diante da denúncia concreta do deputado Adelino Ribeiro, que mais precisa o TJ?

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