Por Esmael Morais

‘CarnaVibe’ acaba em pancadaria e prisão do diretor FCC. Prefeitura publica nota questionando ação da PM

Publicado em 02/02/2015

prefsO fato:

O evento “CarnaVibe” terminou de forma triste na noite deste domingo (1!º) no Centro de Curitiba. A dispersão do pré-carnaval eletrônico da capital teve confronto entre a polícia e frequentadores.(Luan Galani !“ Gazeta do Povo)

O depoimento de um morador:

Um morador de um prédio de esquina da Monsenhor Celso com a José Loureiro disse à  reportagem que foi alvo da atuação da polícia injustamente. “A polícia resolveu dispersar todo mundo e atirou em nós também, que estávamos na esquina, sem atrapalhar ninguém”, relata o homem que não quis se identificar. (Luan Galani !“ Gazeta do Povo)

A explicação da PM:

A PM informa que fez parte do esquema de segurança e que tinha policiais fardados e a paisana durante todo o evento. Sobre as críticas de excesso de violência na abordagem policial, a PM defende que, na hora do tumulto, é difícil saber “quem é quem”. O contingente destacado para a festa não foi divulgado por motivos de segurança, como pontua a assessoria de comunicação da PM. (Luan Galani !“ Gazeta do Povo)

Nota da Fundação Cultural de Curitiba:

Em relação à s ocorrências relatadas pelo jornal Gazeta do Povo na dispersão do Carnaval Eletrônico, a FCC informa que até à s 20h, horário em que o evento foi encerrado, a organização não registrou nenhuma ocorrência grave. A FCC lembra que foi feita a revista para coibir a entrada de pessoas com garrafa de vidro e ambulantes nas entradas pelas ruas Barão do Rio Branco, Marechal Floriano e pela Rua Monsenhor Celso. Na área delimitada para a Arena Pré-Carnaval!, 80 seguranças privados atuaram em conjunto com a Guarda Municipal. A Polícia Militar ficou responsável pelo policiamento nos arredores do evento.

Final

Uma ocupação saudável dos espaços públicos também contribui para a segurança. Há um consenso bem estabelecido a respeito disso na literatura sobre segurança pública.

Também é consenso o respeito aos movimentos culturais. Uma sociedade que vai à s ruas para celebrar a sua cultura presta um serviço a todos nós e à  nossa identidade.

Curitiba acredita na ordem, mas também acredita na liberdade dos movimentos culturais espontâneos.