‘CarnaVibe’ acaba em pancadaria e prisão do diretor FCC. Prefeitura publica nota questionando ação da PM

vibe.jpgA Fundação Cultural de Curitiba (FCC) realizou na tarde do domingo (1!°), na Avenida Mal. Deodoro da Fonseca, a “CarnaVibe”, uma variante do pré-carnaval movida à  música eletrônica.

A festa superou as expectativas e reuniu cerca de 40 mil pessoas. Até aí tudo ótimo, não fosse a confusão acorrida ao fim do evento com pancadaria, vandalismo, truculência policial e até a prisão do diretor da FCC, Marcos Cordiolli.

Durante a confusão, Cordiolli teria usado o microfone de um carro de som e tentado orientar os policiais, que interpretaram sua fala como desacato e o prenderam.

Nas redes sociais, a ação da PM também vem recebendo muitas críticas em que a truculência está sendo atribuída ao novo secretário de segurança pública do governo do estado Fernando Francischini, o Batman!. Os internautas afirmam que o novo secretário não vê diferença entre criminosos e jovens se divertindo e manda descer a borduna por igual.

Confira abaixo o texto publicado no perfil social da Prefeitura e veja que as diferenças entre a ‘Prefs’ e o governo Beto Richa já vão além do subsídio para o transporte público:

prefsO fato:

O evento “CarnaVibe” terminou de forma triste na noite deste domingo (1!º) no Centro de Curitiba. A dispersão do pré-carnaval eletrônico da capital teve confronto entre a polícia e frequentadores.(Luan Galani !“ Gazeta do Povo)

O depoimento de um morador:

Um morador de um prédio de esquina da Monsenhor Celso com a José Loureiro disse à  reportagem que foi alvo da atuação da polícia injustamente. “A polícia resolveu dispersar todo mundo e atirou em nós também, que estávamos na esquina, sem atrapalhar ninguém”, relata o homem que não quis se identificar. (Luan Galani !“ Gazeta do Povo)

A explicação da PM:

A PM informa que fez parte do esquema de segurança e que tinha policiais fardados e a paisana durante todo o evento. Sobre as críticas de excesso de violência na abordagem policial, a PM defende que, na hora do tumulto, é difícil saber “quem é quem”. O contingente destacado para a festa não foi divulgado por motivos de segurança, como pontua a assessoria de comunicação da PM. (Luan Galani !“ Gazeta do Povo)

Nota da Fundação Cultural de Curitiba:

Em relação à s ocorrências relatadas pelo jornal Gazeta do Povo na dispersão do Carnaval Eletrônico, a FCC informa que até à s 20h, horário em que o evento foi encerrado, a organização não registrou nenhuma ocorrência grave. A FCC lembra que foi feita a revista para coibir a entrada de pessoas com garrafa de vidro e ambulantes nas entradas pelas ruas Barão do Rio Branco, Marechal Floriano e pela Rua Monsenhor Celso. Na área delimitada para a Arena Pré-Carnaval!, 80 seguranças privados atuaram em conjunto com a Guarda Municipal. A Polícia Militar ficou responsável pelo policiamento nos arredores do evento.

Final

Uma ocupação saudável dos espaços públicos também contribui para a segurança. Há um consenso bem estabelecido a respeito disso na literatura sobre segurança pública.

Também é consenso o respeito aos movimentos culturais. Uma sociedade que vai à s ruas para celebrar a sua cultura presta um serviço a todos nós e à  nossa identidade.

Curitiba acredita na ordem, mas também acredita na liberdade dos movimentos culturais espontâneos.

21 Comentários

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  2. Eu e meus amigos estavamos proximos a policia por questao de segurança, quando os proprios policiais estavam revoltados vendo que grupos fumavam maconha nas proximidades, os mesmos começaram a lancar bombas para dispersar sem nenhum aviso como se foce por diversão foi quando descidimos ir emborar pois a multidao estava ficando revoltada com a atitude dos policiais pois pessoas inocentes estavam sendo oprimidas… durante uma vaia por uma manobra errada de uma viatura os policiais se revoltaram e partirm para cima de todos com tiros e viaturas e alta velocidade e zigui zague pela marechal e quem não devia nada teve que sair correndo como se fossem bandidos… indignação…

  3. Parabéns a PM e ao Secretário Fransischini.
    E quando houver estas manifestações de arruaceiros pau no lombo deles. Curitiba agradece!

  4. É uma vergonha essa decisão da secretaria da segurança pública. Não é a toa que Curitiba não tem carnaval. O Cordioli e o Fruet conseguem reunir 40.000 pessoas para o carnaval e vem esse imbecil do Secretario com toda essa truculência e violência. Inacreditável. Parabéns ao Cordioli e ao Fruet e fora francisquini e sua prepotência, arrogância fora de propósito e totalmente fora do mínimo de proporcionalidade. deixa o povo brincar. deixa o povo festejar. fora a caretice e a rabujice de meia dúzia.

    • Vergonha é o sr. ter coragem de apoiar um criminoso (preso em flagrante) e um conivente, omisso e irresponsável (que autorizou a barbárie e não demite o que foi preso).

      Deveria o ministério público pedir a responsabilização deste prefeito omisso e do que foi preso, pelos danos e crimes cometidos na barbárie travestida de “carnaval”, que todos sabem não existe em Curitiba.

      Alias, não é o omisso prefeito Fruet que vive choramingando que não tem dinheiro? De onde vem os 700 mil dados a cada “escola de samba” de Curitiba, incluindo uma de Colombo e outra de Pinhais?

  5. QUE A Prefeitura de Curitiba E O PREFEITO Gustavo Fruet, CRIEM “VERGONHA NAS CARAS” E ABANDONEM A IDÉIA RIDÍCULA QUE OCASIONOU TODA ESTA VERGONHA PARA IMAGEM DA CIDADE DE CURITIBA! ANALISEM O TESTEMUNHO DE UMA CIDADÀCURITIBANA:

    “Faz muito tempo que tenho alertado todos os políticos e governantes em geral sobre a necessidade de conceber uma política para grandes eventos em Curitiba. Tanto o Executivo como o Legislativo municipais são omissos. Como moradora do Centro Cívico há 30 anos, eu e a vizinhança temos sofrido com o excesso de eventos incentivados pelo poder público, com recursos dos contribuintes, que causam distúrbio, prejudicam o direito ao sossego público, promovem poluição sonora e do ar, atrapalham a mobilidade, entre outros efeitos. Eventos esportivos, culturais, religiosos, sindicais, eleitorais… tudo passa por aqui, sempre com organização precária, muito amadorismo e desrespeito ao convívio urbano. Nos palanques sempre estão sucessivos políticos e primeiras-damas acenando para o público, em seguida se retiram e “o pau come”. Numa virada cultural, em frente ao Palácio das Araucárias, o consumo de drogas corria solto a tal ponto de eu desistir de levar meus sobrinhos menores de idade. Numa parada da diversidade travestis apanharam de torcedores do Coxa raivosos com a derrota do seu time no Alto da Glória. No caso dos religiosos, até não há balbúrdia, mas o fervor excessivo por horas a fio incomoda a vizinhança, que quer ler, ouvir música, assistir a um filme, namorar, dormir, conversar, passear e não consegue, tendo os ouvidos feridos por teomícios, sem falar na arrecadação de dinheiro em troca de “levar pedidos ao Monte”, no tráfego travado, transporte coletivo desviado sem informação prévia aos usuários, trabalhadores que ficam a procurar onde foram parar os pontos de ônibus. O comércio cerra as portas pois não suporta tanta gente querendo usar banheiros privados, apesar dos módulos sanitários instalados pelo governo. Também teme a violência, em alguns casos. Drogas e mais drogas e bebida alcoólica estão quase sempre presentes nos eventos festivos, servindo como estopim para o mau comportamento. Resta um rastro de sujeira e destruição de equipamentos urbanos como lixeiras, semáforos, estações tubo, etc. Urge encontrar um local adequado, longe do comércio e das residências, onde o acesso possa ser controlado por revista e não haja condições para que bárbaros grosseiros destruam tudo com sua atitude incivilizada. Há alguns anos passei um Reveillon na Av. Paulista com 2,5 milhões de pessoas sem nenhuma ocorrência policial: todos os acessos à Avenida estavam cercados por policiais militares, que faziam a revista de cada um. Porém isso foi antes do advento dos tais “black blocs” com sua violência gratuita e suas atitudes bárbaras, características de quem não usa a linguagem e sim a força. E não adianta querer medir força com a polícia: é como dar murro em ponta de faca. Sempre que alguém atirar pedras, atear fogo, quebrar vitrines, destruir lixeiras, estações de ônibus e sinalização urbana, causar distúrbio e provocar brigas, portar armas ilegalmente e desafiar a ordem pública, a polícia agirá. É sua missão constitucional numa sociedade democrática. Assim vi em Paris, Berlim, Roma, Milão e Nova York. E a ordem pública é necessária para que todos possamos sair às ruas todos os dias. O vereador Jair Cezar chegou a apresentar um projeto criando uma área para grandes eventos numa região adequada da cidade, mas foi engavetado. Na atualidade, todo mundo quer fazer EVENTOS! Com relação às consequências, ninguém se importa: querem aparecer a qualquer custo, principalmente com dinheiro público.” Ass:https://www.facebook.com/valeriaprochmann?fref=ufi

    • Celso Rocha essa Valeria Prochman da sua postagem é amigona do Fábio Campana e não merece um espaço no Blog do Esmael.
      Ela se acha dona do centro cívico e implica com tudo que lá acontece, até com eventos pacíficos como missa e encontro de evangélicos. Quer morar em área central e ter o sossego de bairro afastado do centro, vai morar em CAMPO LARGO, QUATRO BARRAS, COLOMBO”¦

  6. NÃO VENHAM CULPAR A POLÍCIA MILITAR!
    ELA NÃO LIBERA ALVARÁ E NÃO É O ÓRGÃO ORGANIZADOR PARTICULAR!
    A Prefeitura de Curitiba NESTA QUESTÃO ERROU FEIO E DEMAIS! ESSE INFAME EVENTO SEM SENTIDO FOI INÚTIL! FOI O PODER PÚBLICO INCENTIVANDO O CRIME E A ATITUDE DESTRUTIVA DE ADOLESCENTES OU JOVENS! FOI VERGONHOSO E SEM PROPÓSITO!

    Ou seja, é o resultado final dos efeitos do uso e abuso de bebidas e de drogas como lança perfume, crack, maconha, estázi, LSD e cocaína (Há várias filmagens feitas pela Polícia Militar do Paraná onde aparecem situações de menores usando entorpecentes). Some tudo isso á diversidade conflituosa dos muitos jovens (adeptos de gangues de bairros violentos ou grupo de viciados) originários de vários lugares de comunidades (favelas estilizadas) periféricas de Curitiba e da Região Metropolitana. Enfim uma porção (na sua maioria) de “vileiros noiados!”

    http://www.istoe.com.br/reportagens/110483_RAVES+SEM+LIMITES

  7. QUEM ACHOU, ACHA OU VAI ACHAR QUE A Polícia Militar do Paraná FOI DURA E SISTEMÁTICA DEMAIS OU AGIU DE MANEIRA MUITO SEVERA CONTRA CRIMINOSOS E VÂNDALOS NESTE IMBECILIZANTE E INÚTIL EVENTO! LEIA, TENHA NOÇÃO E APRENDA O SEGUINTE:

    http://www.jurdepaula.com.br/site/wp-content/uploads/2013/10/M-08-PM-Manual-de-Controle-de-Dist%C3%BArbios-Civis-CDC.pdf

  8. QUE A Prefeitura de Curitiba E O PREFEITO Gustavo Fruet, CRIEM “VERGONHA NAS CARAS” E ABANDONEM A IDÉIA RIDÍCULA QUE OCASIONOU TODA ESTA VERGONHA PARA IMAGEM DA CIDADE DE CURITIBA! ANALISEM O TESTEMUNHO DE UMA CIDADÀCURITIBANA:

    “Faz muito tempo que tenho alertado todos os políticos e governantes em geral sobre a necessidade de conceber uma política para grandes eventos em Curitiba. Tanto o Executivo como o Legislativo municipais são omissos. Como moradora do Centro Cívico há 30 anos, eu e a vizinhança temos sofrido com o excesso de eventos incentivados pelo poder público, com recursos dos contribuintes, que causam distúrbio, prejudicam o direito ao sossego público, promovem poluição sonora e do ar, atrapalham a mobilidade, entre outros efeitos. Eventos esportivos, culturais, religiosos, sindicais, eleitorais… tudo passa por aqui, sempre com organização precária, muito amadorismo e desrespeito ao convívio urbano. Nos palanques sempre estão sucessivos políticos e primeiras-damas acenando para o público, em seguida se retiram e “o pau come”. Numa virada cultural, em frente ao Palácio das Araucárias, o consumo de drogas corria solto a tal ponto de eu desistir de levar meus sobrinhos menores de idade. Numa parada da diversidade travestis apanharam de torcedores do Coxa raivosos com a derrota do seu time no Alto da Glória. No caso dos religiosos, até não há balbúrdia, mas o fervor excessivo por horas a fio incomoda a vizinhança, que quer ler, ouvir música, assistir a um filme, namorar, dormir, conversar, passear e não consegue, tendo os ouvidos feridos por teomícios, sem falar na arrecadação de dinheiro em troca de “levar pedidos ao Monte”, no tráfego travado, transporte coletivo desviado sem informação prévia aos usuários, trabalhadores que ficam a procurar onde foram parar os pontos de ônibus. O comércio cerra as portas pois não suporta tanta gente querendo usar banheiros privados, apesar dos módulos sanitários instalados pelo governo. Também teme a violência, em alguns casos. Drogas e mais drogas e bebida alcoólica estão quase sempre presentes nos eventos festivos, servindo como estopim para o mau comportamento. Resta um rastro de sujeira e destruição de equipamentos urbanos como lixeiras, semáforos, estações tubo, etc. Urge encontrar um local adequado, longe do comércio e das residências, onde o acesso possa ser controlado por revista e não haja condições para que bárbaros grosseiros destruam tudo com sua atitude incivilizada. Há alguns anos passei um Reveillon na Av. Paulista com 2,5 milhões de pessoas sem nenhuma ocorrência policial: todos os acessos à Avenida estavam cercados por policiais militares, que faziam a revista de cada um. Porém isso foi antes do advento dos tais “black blocs” com sua violência gratuita e suas atitudes bárbaras, características de quem não usa a linguagem e sim a força. E não adianta querer medir força com a polícia: é como dar murro em ponta de faca. Sempre que alguém atirar pedras, atear fogo, quebrar vitrines, destruir lixeiras, estações de ônibus e sinalização urbana, causar distúrbio e provocar brigas, portar armas ilegalmente e desafiar a ordem pública, a polícia agirá. É sua missão constitucional numa sociedade democrática. Assim vi em Paris, Berlim, Roma, Milão e Nova York. E a ordem pública é necessária para que todos possamos sair às ruas todos os dias. O vereador Jair Cezar chegou a apresentar um projeto criando uma área para grandes eventos numa região adequada da cidade, mas foi engavetado. Na atualidade, todo mundo quer fazer EVENTOS! Com relação às consequências, ninguém se importa: querem aparecer a qualquer custo, principalmente com dinheiro público.”
    Ass: https://www.facebook.com/valeriaprochmann?fref=ufi

  9. Pau nesses arruaceiros, chega de passar a mão na cabeça de imbecil que se sente dono do pedaço. Curitiba não é terra sem lei, aqui a PM desce o cambui em malaco.

    Aplausos pra PMPR

  10. Curitiba não é mais Curitiba. Façam festa lá para o litoral, mantenham a cidade limpa e sem baderna. Já é deprimente ver durante o ano inteiro tantos viciados e desocupados vivendo em praças e marquises e ainda gastam dinheiro pra promover festa regada à bebida barata para jovens sem educação?

  11. Qual a grande festa popular em Curitiba que não acaba em pancadaria ultimamente? Em todo lugar multidões brincam e se divertem até a madrugada e tudo acaba em alegria, aqui nos eventos de rua invariavelmente terminam em confronto… tá sobrando caretice,conservadorismo e faltando bom humor! P.S. festa acabar às 20h tão de brincadeira…eh matinê?

  12. Parabéns Secretário. Desta vez o Francischini acertou em cheio!!!

  13. Esse pessoal bebe, cheira, fuma e fica doidão, sai por aí quebrando tudo e fazendo confusão, deviam ter chamado o exército para ajudar a PM.

  14. francischini é um homem do mal que parece sentir prazer na prisão de seus desafetos politicos, ele tem um perfil ditador. Avisa ele que não são todos os jovens que são como seu filho, que só gosta de jogar video game e comer bolo na casa da vó.

  15. Parabéns mais uma vez ao secretário Francischini, a única acertada do desgoverno Beto Richa!

  16. A CHUVA TORRENCIAL JÁ ERA O SUFICIENTE PARA ACABAR COM ESSA MERDA

  17. Querem tomar a prefeitura na porrada , não respeitam a voz do povo coisas dos partidos narcos

  18. a rpc mandar no carnaval de curitiba é brincadeira e ainda colocar música eletrônica no lugar de músicas de carnaval não podeira dar em outra coisa.