27 de Fevereiro de 2015
por esmael
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Greves se unificam contra Beto Richa

Por unanimidade, esta tarde, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) decidiu pela continuidade da greve; Unioeste, de Cascavel, também bateu martelo; núcleos regionais da APP-Sindicato vêm marchando no mesmo rumo; segundo palacianos, momento é o mais crítico da vida de Beto Richa; tucano tem alternado crises de fúria e de choro por causa da combatividade dos professores e funcionários de escolas; tendência é que movimento paredista ganhe força, se unifique e se amplie na semana que vem.

Por unanimidade, esta tarde, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) decidiu pela continuidade da greve; Unioeste, de Cascavel, também bateu martelo; núcleos regionais da APP-Sindicato vêm marchando no mesmo rumo; segundo palacianos, momento é o mais crítico da vida de Beto Richa; tucano tem alternado crises de fúria e de choro por causa da combatividade dos professores e funcionários de escolas; tendência é que movimento paredista ganhe força, se unifique e se amplie na semana que vem.

O governador Beto Richa (PSDB) conseguiu fato inédito na história política do Paraná: isolar-se e torna-se unanimidade contrária da sociedade e do funcionalismo público em greve. Leia mais

27 de Fevereiro de 2015
por esmael
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“Advogado dos Pobres”: Governador, os professores lutam por direitos, não por privilégios!!

mesael.jpgPor Mesael Caetano dos Santos*

Em defesa da sua desastrosa política para a educação no Paraná, o governador Beto Richa diz que corta privilégios dos servidores públicos. à‰ inaceitável essa falácia do Governador! Eles lutam por direitos, não por privilégios!

Veja que ironia, no Japão o imperador recebe o professor sem etiqueta, face à  importância que se dá à  profissão de professor para aquele povo. Aqui, em vez de se sentar com a classe, o governador menospreza, manda seu secretário chefe da Casa Civil. Preferiu se encontrar com os picaretas da bola no Palácio Iguaçu.

Importante lembrar que a OAB/PR denuncia que no ano passado, por exemplo, R$ 153 milhões foram retirados indevidamente de contas judiciais, dinheiro dos trabalhadores.

Agora é a vez do dinheiro da Previdência. O governador quer de todas as maneiras colocar a mão nos R$ 8 bilhões do fundo previdenciário do Estado e diz que corta privilégios! dos mestres.

27 de Fevereiro de 2015
por esmael
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Universidades estaduais devem continuar em greve por tempo indeterminado

ues.jpgA exemplo da greve na educação fundamental, esta semana também foi agitada na greve das universidades estaduais do Paraná. Paradas desde o início de fevereiro, as sete instituições nem começaram o ano letivo de 2015, e, mesmo com governador Beto Richa (PSDB) “afrouxando a tanga” na aplicação de parte do seu pacote de maldades!. Ainda não há previsão de fim da greve e início das aulas. Leia mais

27 de Fevereiro de 2015
por esmael
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Repercute “internacionalmente” a greve da educação contra Richa; assista

richa_alpe_hermes.jpgVirou piada as novas promessas que o governador Beto Richa (PSDB) fez esta semana com o objetivo de desmobilizar a greve dos professores nas universidades e escolas, funcionários de órgãos do serviço público. A paralisação da educação, comandada pela APP-Sindicato, completou hoje 19 dias. Leia mais

27 de Fevereiro de 2015
por esmael
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Congressistas formam “Frente Contra o Confisco da Previdência” pelo governador Beto Richa

frente_previdencia_pr.jpgA velha mídia pouca importância deu esta semana à  batalha contra o confisco de R$ 8 bilhões, pelo governador Beto Richa (PSDB), da poupança previdenciária dos servidores públicos do Paraná. Coincidência ao “sumiço” do tema dos veículos de comunicação locais, o tucano repentinamente reapareceu à s páginas e telejornais. Mais uma coincidência: o Palácio Iguaçu vai torrar R$ 15 milhões em propaganda somente no mês de abril para o combate ideológico contra os grevistas.

Mas há luz no fim do túnel. No Congresso Nacional, parte da bancada paranaense foi na terça (24) ao ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, para consultar o mérito e a legalidade da proposição do governador do Paraná sobre a utilização do fundo da Paranáprevidência. Richa quer utilizar R$ 8 bilhões dos servidores para cobrir rombo no caixa.

Formaram a Frente em Defesa da Previdência do Paraná a senadora Gleisi Hoffmann (PT), o senador Roberto Requião (PMDB) e os deputados federais Christiane Yared (PTN), Enio Verri (PT), Toninho Wandscheer (PT), Zeca Dirceu (PT), Aliel Machado (PCdoB) e João Arruda (PMDB). Os parlamentares solicitaram ao ministro um parecer com uma análise preventiva sobre a proposição que faz a fusão de fundos previdenciários do Estado, extinguindo o Fundo da Paranáprevidência.

A tendência é que o Ministério da Previdência diga “NàƒO” ao confisco dos R$ 8 bilhões do fundo previdenciário dos funcionários públicos paranaenses. Segundo os integrantes da Frente, se Richa pôr a mão no dinheiro dos servidores os prefeitos também seriam estimulados a fazer o mesmo.

27 de Fevereiro de 2015
por esmael
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Richa à  Folha de S. Paulo: “Não falei que não ia mexer na Previdência”

do Brasil 247
Com o segundo maior deficit de 2014 do País e uma dívida de R$ 1,5 bilhão com fornecedores, governador do Paraná, Beto Richa (PSDB) nega má gestão e diz que endividamento foi ato de coragem:

“O que interessa para a população são as obras. As dívidas, nós vamos administrando”, declarou em entrevista à  Folha de S. Paulo.

Questionado sobre possível estelionato eleitoral para se reeleger, ele diz: “Mas ninguém me perguntou se eu ia mexer na previdência”; pacote de ajustes financeiros do tucano prevê a retirada de R$ 8 bilhões do fundo previdenciário destinado ao pagamento dos aposentados e pensionistas e que passaria ao caixa único do governo.

Ele atribui a situação no Estado à  economia do País: “O Paraná não é uma ilha. No ano passado, nosso orçamento não se confirmou, porque foi baseado em projeções e expectativas anunciadas pela própria presidente. “A economia está aquecendo, vai crescer 5%…” Não houve isso’.

Abaixo, leia a íntegra da entrevista de Beto Richa:

ENTREVISTA BETO RICHA (PSDB)

O que interessa à  população são as obras
GOVERNADOR DIZ QUE INTERVENà‡à•ES NECESSàRIAS NO PR O LEVARAM A GASTAR MAIS DO QUE DEVERIA

ESTELITA HASS CARAZZAI
DE CURITIBA

à€ frente de uma grave crise financeira e alvo de greves e protestos, o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), assumiu, em entrevista à  Folha, que gastou mais do que deveria, mas diz que foi por “coragem” de fazer as obras de que o Estado precisava.

“O que interessa para a população são as obras. As dívidas, nós vamos administrando”, declarou.

O Paraná foi o Estado com o segundo maior deficit em 2014, atrás apenas do Rio.

Após a reeleição, Richa atrasou o pagamento de férias, cortou funcionários da educação e aumentou impostos, além de propor cortar benefícios dos servidores.

O governo deve R$ 1,5 bilhão a fornecedores. Acusado por fornecedores de má gestão, Richa nega e culpa o desempenho econômico do país.

Folha – O Paraná enfrenta uma crise. Gastou mais que arrecadou e teve um deficit bilionário. Faltou planejamento?

Beto Richa – Houve planejamento, sim. O Paraná hoje é muito melhor que antes. E as dívidas, estamos administrando. O que interessa para a população são as obras.

Quando eu assumi, herdei R$ 4,5 bilhões de dívidas. Contratei 10 mil policiais, 23 mil professores, recuperei perdas salariais, fiz obras em todos os municípios.

Sim, atrasamos o terço de férias, a rescisão dos professores. Mesmo assim, é preferível isso do que faltar professor em sala de aula ou não ter policial na rua. Tirei o problema dos paranaenses e trouxe para mim. Vou fazer essa obra, vou contratar p

27 de Fevereiro de 2015
por esmael
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Beto Richa diz a aliados que está cortando privilégios! dos professores

O governador Beto Richa (PSDB) assumiu pessoalmente o comando da guerra ideológica contra os educadores e funcionários públicos em greve no Paraná. Ontem (26), por exemplo, o tucano abriu as portas do Palácio Iguaçu para receber o conhecido G7 — grupo de entidades empresariais formadas pelas federações da Indústria (Fiep), da Agricultura (Faep), do Comércio (Fecomercio), dos Transportes (Fetranspar) e das Associações Comerciais (Faciap), além da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) e da Associação Comercial do Paraná (ACP).

Nessas reuniões petit comité que contam com as presenças do chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra (PSD), secretário do Planejamento, Silvio Barros II (PHS), e a vice-governadora Cida Borghetti (PROS), Richa et caterva descem o sarrafo no funcionalismo público e nos professores em greve. Assédio moral!, enojou-se um participante desses encontros.

Para formar uma opinião contrária aos professores e funcionários de escolas em greve, bem como aos servidores da Justiça, Agricultura, universidades, Detran, etc., o governador do PSDB argumenta que está sendo vítima do corporativismo, pois estaria apenas cortando privilégios! de categorias que não costumam trabalhar.

Como resultado dessa guerra ideológica, vários setores da sociedade com preguiça mental já rotulam os professores como “vagabundos que entraram em greve para manter privilégios”.

No começo deste mês, a primeira-dama e secretária da Família, Fernanda Richa, na mesma toada do marido, sugeriu pelas redes sociais que professores ganham muito! e produzem pouco! (clique aqui para relembrar).

Paralelamente à s palestras no Palácio Iguaçu, Richa determinou a contratação de agência de propaganda !“ ao custo de R$ 15 milhões !“ para o combate na comunicação. Não é à  toa que a velha mídia, nesta quarta, se esforçou para esvaziar a marcha dos 50 mil da educação e dos servidores públicos. Num passe de mágica a imprensa — nativa e nacional — conseguiu esconder nada mais nada menos que 40 mil manifestantes. Os telejornais, os jornalões e as emissoras de rádios alinhadas ao tucanato contabilizaram apenas 10 mil.

O Palácio Iguaçu e, consequentemente essa turma do G7, não considera privilégio os auxílios-moradias, o maior salário do país para o governador, a farra nos jetons para o secretariado, dentre outras orgias com o dinheiro público. à‰ uma turma desalmada que se convence por um cafezinho e uns tapinhas nas costas, infelizmente.

Para o governador e alguns setores do empresariado, o confisco de R$ 8 bilhões da poupança previdenciária dos servidores públicos é bobagem perto dos privilégios! que desfrutam no Paraná.

Beto Richa prepara terreno para derrotar os funcionários públicos, sobretudo os educadores, na opinião pública. Isto significa que o tucano vai aplicar novo calote nos funcionários públicos que nem terão como reagir. Não é à  toa que o tucano importou os secretários Mauro Ricardo (Fazenda) e Fernando Xavier (Educação). Eles já fizeram esse trabalho sujo em outras praças. à‰ o script.

Para o leitor contumaz do Blog do Esmael as notícias acima não são novidades. Na terça (24) ficou anotado aqui que “Servidores anunciam para amanhã marcha com 50 mil contra Richa; Palácio Iguaçu lança ofensiva para criminalizar grevistas”. Portanto, ontem, foi mais uma prova concreta de que tudo era verdade.