“Nem Ratinho Jr., nem Cida Borghetti. Em 2018, é Fernanda Richa”

Publicado em 15 dezembro, 2014
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 Casal Garotinho, do Rio, inspira família Richa no Paraná; correligionário do tucano afirma que governador planeja fazer a mulher, Fernanda Richa, sua sucessora em 2018; supersecretaria da Família, que agora engloba Trabalho e Assuntos Comunitários, seria parte da estratégia de poder; portanto, a tendência é que Ratinho, Cida e Alvaro fiquem chupando dedos daqui a 4 anos.

Casal Garotinho, do Rio, inspira família Richa no Paraná; correligionário do tucano afirma que governador planeja fazer a mulher, Fernanda Richa, sua sucessora em 2018; supersecretaria da Família, que agora engloba Trabalho e Assuntos Comunitários, seria parte da estratégia de poder; portanto, a tendência é que Ratinho, Cida e Alvaro fiquem chupando dedos daqui a 4 anos.
Político é assim mesmo: nem termina uma eleição já está pensando noutra.

Orelha seca do Blog do Esmael, com trânsito privilegiado na cozinha do Palácio Iguaçu, garante que o governador Beto Richa (PSDB) vem formatando o projeto eleitoral 2018.

Segundo o orelhudo, o tucano estaria fortalecendo a primeira-dama Fernanda Richa para disputar sua sucessão em 2018.

O governador deverá renunciar ao cargo em abril de 2018 para concorrer ao Senado ou Presidência da República. Com esse fato, a esposa e supersecretária da Família ganharia elegibilidade para o pleito.

Manobra idêntica fez em 2002 o então governador fluminense Anthony Garotinho (PR), quando se colocou na corrida presidencial pelo PSB. Ele acabou recuando do projeto, mas sua renúncia ao Palácio Guanabara viabilizou a candidatura da mulher Rosinha Garotinho que foi eleita para o mesmo cargo.

Moral da história do orelha seca: o futuro secretário Ratinho Júnior (PSC), do Desenvolvimento Urbano, o senador Alvaro Dias (PSDB) e a vice-governadora eleita Cida Borghetti (PROS) poderão ser surpreendidos com a manobra de Beto Richa.

Em tempo: Recomenda-se aos palacianos que defendem a candidatura de Fernanda Richa que deem uma rápida lida no parecer da ex-ministra Ellen Gracie Northfleet, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que negou a possibilidade de três mandatos subsequentes numa mesma família. Ou reformar esse entendimento…

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