Dilma contra a corrupção: Operações da PF saltaram de 48 para 2.226

do Brasil 247
dilma_pf_corrupcaoO número de operações realizadas pela Polícia Federal saltou de 48, durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, para 2.226 entre 2003 e maio e 2014, durante a gestão do PT. O dado foi destacado nesta terça-feira 9, Dia Internacional Contra a Corrupção, pela presidente Dilma em sua página no Facebook.

“Os governos do ex-presidente Lula e da presidenta Dilma foram responsáveis por importantes avanços no combate à  corrupção, com a criação do Portal da Transparência, da Lei de Acesso à  Informação (LAI), da Lei da Ficha Limpa e da Lei das Organizações Criminosas, por exemplo. Entre 2003 e 2014, as demissões e destituições punitivas de servidores passaram de 5 mil e as operações da Polícia Federal saltaram de 48, no período tucano, para 2.226 entre 2003 e maio de 2014”, destacou Dilma.

A Lei das Organizações Criminosas foi citada pela jornalista Tereza Cruvinel, colunista do 247, como responsável pelo fato de, pela primeira vez, executivos de grandes empreiteiras estarem sendo presos, como na sétima fase da Operação Lava Jato. “Até aqui, o combate à  corrupção mirava apenas os corruptos, lado mais fraco da corda, composto geralmente por funcionários públicos ou políticos, embora fosse óbvio que não existem corrompidos sem corruptores”, escreveu a jornalista (leia aqui).

Pesquisa Datafolha divulgada no domingo 7 mostra que essa também a opinião do brasileiro. Entre os entrevistados pelo instituto, 40% disseram acreditar que nunca houve tanta punição a corruptos como hoje.

Ainda pelo Facebook, Dilma defendeu a reforma política e o fim do financiamento privado de campanhas: “A presidenta Dilma defende uma #ReformaPolítica com o fim do financiamento empresarial para os partidos políticos. Isso diminui o peso econômico das grandes corporações sobre as campanhas eleitorais”, diz o texto. Um projeto que sugere o fim do financiamento de empresas a candidatos e partidos políticos corre no STF, mas o julgamento foi interrompido com o pedido de vista do ministro Gilmar Mendes, que trava o caso há oito meses.

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