Na presidência do Parlasul, Requião exige que Reino Unido devolva Ilhas Malvinas à  Argentina

requiao_malvinas.jpgO senador Roberto Requião (PMDB-PR) participou no domingo, 9, em Montevidéu, no Uruguai, da mesa diretora do Parlamento do Mercosul – Parlasul – para preparar a pauta das plenárias desta segunda-feira, 10, que terão duas sessões, uma ordinária e outra extraordinária, esta para debater a questão das Ilhas Malvinas. O senador é vice-presidente do Parlasul e, no sistema de presidência rotativa, deverá assumir o comando da instituição.

Na sessão extraordinária, com a presença dos ministros das Relações Exteriores do Uruguai, Luís Almagro, e da Argentina, Héctor Timerman, o Parlasul vai debater proposta de declaração pela qual considera legítima e imprescritível soberania da República Argentina sobre as ilhas Malvinas, Geórgias do Sul, Sandwich do Sul e os espaços marítimos circundantes!.

As Ilhas Malvins, ou Falklands para os britânicos, foi tomada dos argentinos da guerra de 1982 cujos combates resultaram na morte de 649 soldados argentinos, 255 britânicos e 3 civis das ilhas.

Questões do meio ambiente de interesse comum do Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela também constam da pauta da plenária ordinária, assim como a realização de um seminário dos países membros para debater a questão energética da região.

O Parlasul deve ainda discutir o estreitamento de suas relações com outros parlamentos regionais do continente e a reinstitucionalização da União Interparlamentar Sul-americana. Da mesma forma, serão retomados os debates sobre os acordos comerciais do Mercosul com a União Européia.

Serão também submetidos aos parlamentares os termos de dois convênios: um do Parlasul com a Olade, Organização Latino-americana de Energia; e outro com a Corte Penal Internacional.

Unidade continental – O senador Roberto Requião vai insistir mais uma vez junto aos parlamentares do bloco para que se tomem iniciativas que aprofundem e consolidem da integração da região. Novamente, Requião deve alertar para o avanço da crise econômica internacional e que a saída está aqui mesmo, com o fortalecimento da unidade continental.

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