Só pensam naquilo: àlvaro, Cida e Ratinho já batalham por 2018

Publicado em 7 outubro, 2014
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A fila dos que querem suceder o governador Beto Richa tem três nomes de peso: a vice-governadora eleita Cida Borghetti (PROS), escudada pelo marido, o deputado federal eleito Ricardo Barros; o deputado estadual Ratinho Júnior (PSC), consagrado nas urnas com 300 mil votos; e o senador àlvaro Dias (PSDB), reeleito proporcionalmente com a maior votação do país -- 800 mil a mais que o próprio Richa.
A fila dos que querem suceder o governador Beto Richa tem três nomes de peso: a vice-governadora eleita Cida Borghetti (PROS), escudada pelo marido, o deputado federal eleito Ricardo Barros; o deputado estadual Ratinho Júnior (PSC), consagrado nas urnas com 300 mil votos; e o senador àlvaro Dias (PSDB), reeleito proporcionalmente com a maior votação do país — 800 mil a mais que o próprio Richa.
O governador reeleito Beto Richa (PSDB), nem reassumiu o cargo do qual se licenciou na semana passada nem tomou posse do segundo mandato, mas parece que já largou os bets. Pelo menos é o que dizem tucanos e aliados ao admitirem que o inquilino do Palácio Iguaçu, em abril de 2018, irá desocupar o cargo para disputar o Senado.

A fila dos que querem suceder o governador do PSDB tem três nomes de peso: a vice-governadora eleita Cida Borghetti (PROS), escudada pelo marido, o deputado federal eleito Ricardo Barros (PP); o deputado estadual Ratinho Júnior (PSC), consagrado nas urnas com 300 mil votos; e o senador àlvaro Dias (PSDB), reeleito proporcionalmente com a maior votação do país — 800 mil a mais que o próprio Richa.

Nessa toada, será difícil os paranaenses esperarem uma gestão “melhor” da que finda. O segundo mandato do governo Richa está ganhando cara de “fim de feira” antes mesmo de começar. O próprio tucano contribuiu para esse clima ao permitir que três forças antagônicas lhe corrompam as entranhas.

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