Rumor de escândalo sobre PSDB derruba Bolsa de Valores

via Brasil 247

àndice vive dia de montanha-russa; chegou a subir 1,31% na abertura do pregão desta quarta-feira 8, em meio a especulações eleitorais, mas depois sofreu queda de mais de 2% em meio a rumores de que uma denúncia contra o candidato Aécio Neves (PSDB) pode ser divulgada na imprensa; informações, porém, não foram publicadas nem confirmadas até o momento; com a indicação do Fed de que manterá as taxas de juros baixas por "tempo considerável", a Bovespa amenizou as perdas, caindo 0,28% à s 16h29.

àndice vive dia de montanha-russa; chegou a subir 1,31% na abertura do pregão desta quarta-feira 8, em meio a especulações eleitorais, mas depois sofreu queda de mais de 2% em meio a rumores de que uma denúncia contra o candidato Aécio Neves (PSDB) pode ser divulgada na imprensa; informações, porém, não foram publicadas nem confirmadas até o momento; com a indicação do Fed de que manterá as taxas de juros baixas por “tempo considerável”, a Bovespa amenizou as perdas, caindo 0,28% à s 16h29.

O Ibovespa vive um dia de montanha-russa. O índice chegou a subir 1,31% na abertura do pregão em meio a especulações eleitorais, passou a cair forte em meio a especulações sobre a Ata do Fomc (Federal Open Market Committee) e passou a despencar mais de 2% em meio a rumores de que uma denúncia afetaria Aécio Neves (PSDB), mas que não foi comprovada. Porém, após a Ata do Fomc, o índice amenizou um pouco as perdas, mas não suficiente para fazer o índice virar para cima.

Petrobras chegou a cair 5,5%, mas amenizou para baixa de cerca de 3%, enquanto o Banco do Brasil zerou as perdas. A ata do Fomc mostrou que o Fed vai manter a expressão “tempo considerável” ao se referir a juros baixos, o dólar diminuiu a sua alta registrada hoje.

Mas os rumores eleitorais pesam mais sobre o índice. “Todos os ativos brasileiros viraram repentinamente após rumores de que a imprensa fará denúncia que pode afetar candidatura de Aécio”, diz Davison Santana, estrategista da Bloomberg. No entanto, até o momento ainda não foi divulgado nem confirmado qualquer teor sobre as informações que estariam para ser divulgadas, assim como a credibilidade das informações.

Além disso, o mercado partiu para movimento de proteção antes de pesquisas que serão divulgadas amanhã, com destaque para o Datafolha e Ibope. As expectativas pelas pesquisas são desencontradas: enquanto algumas pesquisas espelho apontam para um empate técnico entre Dilma e Aécio, outras sinalizaram a candidata petista com uma diferença acima do esperado ante o tucano.

Destaque ainda para o relatório da agência de classificação de risco Moody’s, que fez um comentário sobre a situação brasileira após o primeiro turno das eleições presidenciais.

Segundo a agência, o rating do Brasil não depende de quem vencer a eleição e sim da capacidade do novo governo de reverter a deterioração que tem sido observada nas métricas de dívida, na política fiscal e na situação econômica. A Moody’s diz que há pouca clareza nas propostas apresentadas até agora por Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), o que pode ser uma estratégia política.

Mesmo a ata da última reunião do Fomc (Federal Open Market Committee), que impulsionou os mercados lá fora, não impulsionou tanto a bolsa por aqui. A ata mostrou que alguns integrantes do Fed queriam tirar a fala “tempo considerável”, mas evitou em parte por causa da preocupação de que como o mercado veria essa política, além de acreditar ser preciso prudência para avaliar as condições econômicas.

Oi cai forte Fora do noticiário econômico e eleitoral, destaque para para a Oi (OIBR4), que tem a maior baixa do índice depois do anúncio da saída do seu CEO (Chief Executive Officer) Zeinal Bava. De acordo com o Bradesco BBI, a decisão tomada num momento em que a companhia enfrenta uma condição financeira delicada reforça a perspectiva desafiadora para a companhia telefônica.

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