Minas, nepotismo, corrupção, aeroporto e bafômetro dominam debate entre Dilma e Aécio

Publicado em 16 outubro, 2014
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O ponto alto do confronto foi quando a petista inquiriu o tucano sobre a Lei Seca e uso de drogas. Visivelmente irritado, Aécio fez ao vivo uma autocrítica sobre dirigir sem habilitação, mas não reconheceu que bebera antes de dirigir.
O ponto alto do confronto foi quando a petista inquiriu o tucano sobre a Lei Seca e uso de drogas. Visivelmente irritado, Aécio fez ao vivo uma autocrítica sobre dirigir sem habilitação, mas não reconheceu que bebera antes de dirigir.
Novamente, Dilma Rousseff (PT) conseguiu dominar o debate desta noite no SBT. A petista conseguiu desestabilizar o adversário Aécio Neves (PSDB) com perguntas espinhosas.

O ponto alto do confronto foi quando a petista inquiriu o tucano sobre a Lei Seca e uso de drogas. Visivelmente irritado, Aécio fez ao vivo uma autocrítica sobre dirigir sem habilitação, mas não reconheceu que bebera antes de dirigir.

Em abril de 2011, o candidato do PSDB recusou-se fazer teste de bafômetro quando parado em uma blitz da Lei Seca no Rio de Janeiro. Era madrugada e ele dirigia com a carteira de motorista vencida.

Dilma também voltou a bater na questão da construção de um aeroporto com recurso público no município de Cláudio, quando Aécio era governador, em propriedade de um tio do tucano.

A candidata do PT foi questionada sobre um irmão que seria empregado na Prefeitura de Belo Horizonte na gestão de Fernando Pimentel, eleito governador de Minas. Dilma não acusou o golpe e voltou a falar dos parentes de Aécio empregados quando ele era governador.

No início do encontro, bem que Aécio tentou dominar o embate marcando a adversária com o carimbo da corrupção na Petrobras. O candidato tucano apontou o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, como parte do elo de um suposto esquema.

A petista devolveu lembrando que o ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra, morto este ano, recebeu propina de Paulo Roberto Costa para ajudar “esvaziar” uma CPI da estatal de petróleo no ano de 2009.

Após o debate, Dilma teve de interromper entrevista ao vivo por causa de queda na pressão. Ela pediu desculpas ao telespectador.

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