Por Esmael Morais

‘Marina provocou 2!º, mas pode ficar fora da disputa’, analisa jornalista

Publicado em 03/10/2014

PML lembra também que, quando foi anunciada como substituta de Eduardo Campos, que morreu em um trágico acidente, a candidata passou a ser protegida pela mídia familiar. A explicação, segundo ele: sua entrada na campanha foi boa “para a estratégia de quem pretendia vencer Dilma de qualquer maneira. Marina entrou na campanha para garantir votos que levariam a um segundo turno”.

“As semanas finais da campanha mostraram Marina como uma candidata frágil do ponto de vista político, em episódios que seria ocioso recordar aqui. A cena ontem mostrou uma candidata em busca de uma nova coerência. Capaz de lançar uma proposta-isca para os eleitores, como o 13o no Bolsa Família, ela não se atreve a cometer qualquer gesto !” nem um comentário !” que possa arranhar seus parceiros do capital financeiro”, escreve o jornalista.

Leia a íntegra em Uma surpresa final para Marina