“Fábrica de Maldades” de Richa: Pressionada, polícia libera irmão de Requião

Publicado em 2 outubro, 2014
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Quiproquó iniciado na manhã desta quinta-feira (2) terminou com investigação contra Maurício Requião, denunciante de mocó onde funcionava fábrica de maldades do candidato Beto Richa; polícia política do tucano jogou pesado! para limpar a barra do candidato à  reeleição, segundo o PMDB; em nota oficial, Secretaria de Segurança Pública confirma indiciamento criminal do irmão do senador Roberto Requião, do sobrinho Thadeu Mello e Silva e do advogado do partido Leonidas Chavez Filho; ex-secretário da Educação e os demais envolvidos na confusão foram liberados depois de muita pressão suprapartidária, mas tiveram de assinar termo circunstanciado!.
Quiproquó iniciado na manhã desta quinta-feira (2) terminou com investigação contra Maurício Requião, denunciante de mocó onde funcionava fábrica de maldades do candidato Beto Richa; polícia política do tucano jogou pesado! para limpar a barra do candidato à  reeleição, segundo o PMDB; em nota oficial, Secretaria de Segurança Pública confirma indiciamento criminal do irmão do senador Roberto Requião, do sobrinho Thadeu Mello e Silva e do advogado do partido Leonidas Chavez Filho; ex-secretário da Educação e os demais envolvidos na confusão foram liberados depois de muita pressão suprapartidária, mas tiveram de assinar termo circunstanciado!.
A solidariedade e pressão dos partidos políticos obrigaram a polícia de Beto Richa (PSDB) recuar da prisão do ex-secretário Maurício Requião. Ele, seu filho Thadeu e o advogado Leonidas Chavez Filho, do PMDB, foram detidos durante flagrante em uma “Fábrica de Maldades” da campanha tucana.

Diferente do que petistas informaram antes — registrado aqui no Blog do Esmael — o deputado Dr. Rosinha (PT), embora acompanhasse a blitz, não foi preso.

Segundo Maurício Requião, a prisão foi trocada por um “termo circunstanciado” e ele vai responder por “invasão de propriedade privada”. Ele é o denunciante do crime eleitoral de Richa, mas, milagrosamente, acabou sendo denunciado por “crime de invasão”.

Em nota oficial, a Secretaria de Segurança Pública do Paraná confirmou que abriu investigação criminal contra o trio peemedebista Maurício Requião, Thadeu de Mello e Silva, Leônidas Chaves Filho e outras quatro pessoas (leia abaixo).

O ex-secretário e o parlamentar petista foram a um mocó! do candidato do PSDB, no bairro Portão, em Curitiba, onde se estocava materiais apócrifos contra os adversários Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB).

O irmão do senador Roberto Requião, candidato do PMDB ao governo do Paraná, recebeu voz de prisão porque se recusara a deixar o local temendo que a polícia fizesse “limpeza” na cena do crime eleitoral.

O ex-secretário disse que achou exagerado o aparato policial para atender a ocorrência: “três delegados, policiais militares, civis, P2 (Polícia Reservada), Casa Militar, COPE, BOPE, dentre outras forças”.

O candidato Requião, que cumpre agenda no interior, anunciou que retornará para a capital ainda hoje. Ele quer acompanhar de perto o desfecho do caso.

Nota oficial da SESP:
http://www.esmaelmorais.com.br/wp-content/uploads/2014/10/nota_sesp.pdf

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