Por Esmael Morais

Ex-presidente do PSDB recebeu propina da Petrobras; e agora?

Publicado em 17/10/2014

Denúncia de propina para ex-presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, morto este ano, é arrastada para o debate presidencial por Dilma; tucano acusado era senador pelo estado de Pernambuco e Aécio o sucedeu no comando do partido; pelo visto, a presidenta petista tem como tática puxar o adversário mineiro para a lama, a exemplo do que fez Mário Covas com Paulo Maluf na disputa pelo governo de São Paulo em 1988.

Denúncia de propina para ex-presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, morto este ano, é arrastada para o debate presidencial por Dilma; tucano acusado era senador pelo estado de Pernambuco e Aécio o sucedeu no comando do partido; pelo visto, a presidenta petista tem como tática puxar o adversário mineiro para a lama, a exemplo do que fez Mário Covas com Paulo Maluf na disputa pelo governo de São Paulo em 1988.

O ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, afirmou em delação premiada, que pagou propina ao ex-presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), morto este ano por um câncer no pulmão, para que ajudasse esvaziar a criação de uma CPI no Senado para investigar a estatal de petróleo em 2009.

Com o falecimento do parlamentar pernambucano, o presidenciável Aécio Neves assumiu o comando da sigla tucana.

Costa é investigado pela Operação Lava Jato e decidiu colaborar com as autoridades judiciais na delação premiada. O depoente também havia declinado propina para PT, PMDB e PP.

No debate de ontem, no SBT, a presidenta Dilma Rousseff (PT) usou a acusação de propina para o PSDB contra Aécio.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, que levantou a história, os oposicionistas eram minoria, mas faziam bastante barulho nas comissões e preocupavam governistas do Senado.

E agora, pau que bate em Chico também bate em Francisco? Com a palavra a velha mídia pró-Aécio.