Delator da Petrobras diz que Papa Francisco torceu pelo Brasil na Copa

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Durante audiência no Vaticano, em fevereiro de 2014, a presidente Dilma Rousseff entregou ao Papa Francisco uma bola autografada pelo ex-jogador Ronaldo Fenômeno e uma camisa retrô da seleção brasileira.
Durante audiência no Vaticano, em fevereiro de 2014, a presidente Dilma Rousseff entregou ao Papa Francisco uma bola autografada pelo ex-jogador Ronaldo Fenômeno e uma camisa retrô da seleção brasileira.
O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, em novo depoimento na deleção premiada, revelou que o Papa Francisco torceu pela Seleção Canarinho nos jogos da Copa do Mundo. Detalhe: o Pontífice nasceu na Argentina, país que possui a maior rivalidade do mundo com o futebol do Brasil, que sediou a competição este ano.

Preso pela Operação Lava Jato, Costa contou com o apoio do doleiro Alberto Youssef para convencer o Papa a aceitar propina de US$ 10 milhões para trocar de camisa. Os recursos teriam saídos dos cofres da Petrobras num esforço de fazer o Brasil ganhar a Copa e facilitar a reeleição da presidenta Dilma Rousseff.

Dirigentes da Fifa teriam acompanhado o transporte do dinheiro dos cofres da estatal de petróleo, no Rio de Janeiro, até o Vaticano, em Roma, na Itália.

Além do Papa, o delator da Petrobras também garantiu que pagou propinas para políticos do PT, PP, PMDB e PSDB.

O acusador não tem responsabilidade com as acusações que faz, haja vista que não precisa provar nada do que falou nos depoimentos premiados.

As informações acima são falsas, mas poderiam perfeitamente ganhar ares de veracidade em tempos de delação premiada e ideologização da mídia brasileira neste segundo turno da eleição presidencial.

Primeiro a velha mídia acusa, condena e executa a pena. Depois, se não houver provas, fica por isso mesmo. Se o acusado for petista, preto ou puta tem chances enormes de ir para a cadeia. Caso o galalau seja tucano nada lhe acontece, o processo vai para a gaveta.

Jornais, revistas, rádios, TVs e portais de notícias agem no país como se fossem partidos políticos. Preferem a candidatura de Aécio Neves a de Dilma, pois sentem saudades da era FHC.

Enfim, a velha mídia faz o trabalho sujo que Aécio não tem coragem de fazer.

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