Requião pede cassação da candidatura de Richa por uso da máquina

Publicado em 29 setembro, 2014
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Ataques anônimos contra Requião teriam partido de computadores do Governo do Paraná, mais especificamente do Palácio das Araucárias; quebra de sigilo do Google, por meio de decisão judicial, confirmou provedores da Copel e Celepar na origem de postagens em órgãos governamentais que denigrem imagem do peemedebista; candidato do PMDB pede cassação da candidatura do governador Beto Richa por uso da máquina pública na campanha; tucano é reincidente no emprego de cibertucanos, com dinheiro público, contra adversários políticos.
Ataques anônimos contra Requião teriam partido de computadores do Governo do Paraná, mais especificamente do Palácio das Araucárias; quebra de sigilo do Google, por meio de decisão judicial, confirmou provedores da Copel e Celepar na origem de postagens em órgãos governamentais que denigrem imagem do peemedebista; candidato do PMDB pede cassação da candidatura do governador Beto Richa por uso da máquina pública na campanha; tucano é reincidente no emprego de cibertucanos, com dinheiro público, contra adversários políticos.
O senador Roberto Requião (PMDB), candidato ao governo do Paraná, foi vítima de ataques anônimos que teriam partido de dentro Palácio das Araucárias, sede do governo estadual. A denúncia foi confirmada por um laudo técnico de Wanderson Castilho, um dos mais conceituados peritos em segurança na internet.

De acordo com quebra de sigilo Google, autorizada pela Justiça, chegou-se aos porões do Palácio das Araucárias, onde funcionaria um bunker clandestino para ataques de cibertucanos contratado pela campanha do governador Beto Richa (PSDB). A Celepar (Companhia de Tecnologia da Informática e Comunicação do Paraná), provedora de acesso do governo do estado, confirmou a origem das postagens.

Segundo o advogado Luiz Fernando Delazari, com o intuito de denigrir a imagem de Requião, criaram canais anônimos no Youtube, a partir de computadores do Governo do Estado, denominados Maria louca!, Xô Requião!, Rodrigo Viana!, Maicon Silva!, Maicon Silveira! e Guilherme Sell!.

Delazari adiantou que pedirá a prisão de diretores da Copel (Companhia Paranaense de Energia) que estariam descumprindo ordem judicial. A empresa de energia e telecomunicações é provedora de vários IPs, de onde, também, saíram vários vídeos anônimos! contra Requião.

“Localizou-se o bairro Ecoville como base de outra central de difamação. Suspeita-se que seja a casa do próprio Richa”, adiantou o advogado do PMDB.

Não é a primeira vez que o governo Richa é acusado de utilizar a máquina pública para denegrir adversários políticos. No ano passado, a senadora Gleisi Hoffmann (PT) conseguiu chegar ao Palácio Iguaçu através de quebras de sigilos na internet por meio de decisão judicial (clique aqui).

Por muito menos, houve um alvoroço quando funcionários do Palácio do Planalto alteraram o perfil de jornalistas no Wikipédia. Agora temos algo muito mais grave, aqui no Paraná. à‰ matéria para cassação da candidatura de Richa, pois os ataques contra Requião se configuraram em abuso de poder e uso da máquina pública em campanha política!, afirmou Delazari.

A seguir, leia a íntegra da confirmação da Celepar:

Confirmação IPs Celepar/Palácio das Araucárias:
http://www.esmaelmorais.com.br/wp-content/uploads/2014/09/celepar_confirmacao.pdf

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