Penitenciária de Piraquara “PEP I” liberou festinha para o PCC, denunciam agentes

Agentes penitenciários denunciaram nesta terça-feira (16) que a direção da PEP I (Penitenciária Estadual de Piraquara I) autorizou, no último dia 31 de agosto, que integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) fizessem uma festinha com bolos e salgadinhos para comemorar aniversário da facção criminosa no presídio. Os trabalhadores do sistema carcerário enfrentam hoje a 21!ª rebelião com 31 reféns em nove meses. Categoria realiza assembleia geral nesta quarta (17), à s 9 horas, em frente o Palácio Iguaçu, em Curitiba, quando poderão deflagrar greve em todas as unidades prisionais do estado.

Agentes penitenciários denunciaram nesta terça-feira (16) que a direção da PEP I (Penitenciária Estadual de Piraquara I) autorizou, no último dia 31 de agosto, que integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) fizessem uma festinha com bolos e salgadinhos para comemorar aniversário da facção criminosa no presídio. Os trabalhadores do sistema carcerário enfrentam hoje a 20!ª rebelião com 31 reféns em nove meses. Categoria realiza assembleia geral nesta quarta (17), à s 9 horas, em frente o Palácio Iguaçu, em Curitiba, quando poderão deflagrar greve em todas as unidades prisionais do estado.

Agentes do sistema carcerário do Paraná denunciaram nesta terça-feira (16) que a direção da PEP I (Penitenciária Estadual de Piraquara I) autorizou, no último dia 31 de agosto, que integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) fizessem uma festinha com bolos e salgadinhos para comemorar aniversário da facção criminosa no presídio.

Os agentes penitenciários enfrentam hoje, na PEP II de Piraquara, a 20!ª rebelião que teve somados 31 reféns em nove meses.

Os trabalhadores do sistema carcerário veem na falta de comando e na fraqueza do governo Richa os motivos para essa onda de motins no estado. Por isso, o Sindarspen convocou assembleia geral para esta amanhã (quarta, 17), à s 9 horas, em frente ao Palácio Iguaçu. A categoria não descarta deflagrar uma greve.

Os agentes cobram providências da SEJU (Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos), como contratação de servidores penais e acabar com a superlotação.

Os agentes penitenciários denunciam também que o governo Richa teve acesso a R$ 136 milhões a fundo perdido do governo federal para construir 6 novas penitenciárias e realizar 14 ampliações. No entanto, dizem os agentes, os projetos do governo do estado eram incompatíveis e o dinheiro se perdeu.

A categoria relata que o governo do estado contratou 390 agentes, mas, no período, mais de 400 deixaram as funções por problemas de saúde ou aposentadoria.

Os agentes também confirmam as péssimas condições dos presos, que foram entulhados 4,5 mil apenados nas celas seguro (sem janelas), e as unidades têm comidas estragadas, falta de sabonete e papel higiênico, dentre outros produtos de higiene pessoal.

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