‘Distraídos venceremos’, calculava a campanha de Gleisi Hoffmann

Publicado em 1 setembro, 2014

Campanha de Gleisi Hoffmann, ao governo do Paraná, poderá ser influenciada pela subida de Marina Silva nas pesquisas; explica-se: PT necessitará negociar mais com aliados (leia-se Requião) visando o segundo turno de Dilma; antes do Datafolha, porém, petistas adotavam o lema "distraídos venceremos" -- o mesmo que levou Gustavo Fruet (PDT) para o segundo turno em Curitiba, na eleição de 2012.
Campanha de Gleisi Hoffmann, ao governo do Paraná, poderá ser influenciada pela subida de Marina Silva nas pesquisas; explica-se: PT necessitará negociar mais com aliados (leia-se Requião) visando o segundo turno de Dilma; antes do Datafolha, porém, petistas adotavam o lema “distraídos venceremos” — o mesmo que levou Gustavo Fruet (PDT) para o segundo turno em Curitiba, na eleição de 2012.
A campanha da senadora Gleisi Hoffmann (PT) ao Palácio Iguaçu, antes da pesquisa Datafolha, que colocou Marina Silva (PSB) em condição de igualdade com a presidenta Dilma Rousseff (PT), dizia que levava a sério aquela máxima extraída do título de livro do poeta curitibano Paulo Leminski: ‘Distraídos venceremos’.

Traduzindo: os petistas acreditavam que os índices oscilando entre 11% (Datafolha) e 14% (Ibope) fatalmente melhorariam até 5 de outubro, em viés de crescimento, possibilitariam a Gleisi disputar o segundo turno com o governador Beto Richa (PSDB).

O diabo é que no meio do caminho surgiu uma Marina. Uma Marina surgiu no meio do caminho. Agora o PT precisará negociar mais com o próprio PT e o aliado Roberto Requião (PMDB), isto é, se o projeto principal ainda consistir na reeleição de Dilma.

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