Depois de 20 rebeliões, Direitos Humanos cogitam pedir intervenção federal nos presídios do Paraná

Entidades dos Direitos Humanos não descartam pedir nesta sexta-feira (19) intervenção federal nas penitenciárias paranaenses que, em menos de um ano, enfrentaram vinte rebeliões de presos. Conselho Nacional de Políticas Criminais e Penitenciárias (CNPCP) realiza à s 9 horas reunião de emergência na sede da OAB-PR. Segundo agentes penitenciários, que duvidam da capacidade administrativa do governo Beto Richa (PSDB) para enfrentar a crise, a maioria dos motins tem a ver com as péssimas condições de higiene, comida estragada, superlotações nas unidades, falta de agentes, ausência de assistência médica e jurídica aos apenados.

Entidades dos Direitos Humanos não descartam pedir nesta sexta-feira (19) intervenção federal nas penitenciárias paranaenses que, em menos de um ano, enfrentaram vinte rebeliões de presos. Conselho Nacional de Políticas Criminais e Penitenciárias (CNPCP) realiza à s 9 horas reunião de emergência na sede da OAB-PR. Segundo agentes penitenciários, que duvidam da capacidade administrativa do governo Beto Richa (PSDB) para enfrentar a crise, a maioria dos motins tem a ver com as péssimas condições de higiene, comida estragada, superlotações nas unidades, falta de agentes, ausência de assistência médica e jurídica aos apenados.

A situação de calamidade no sistema prisional paranaense chama a atenção do país. Por isso o Conselho Nacional de Políticas Criminais e Penitenciárias (CNPCP), juntamente com os órgãos de execução penal e entidades estaduais de Direitos Humanos do Paraná, realizará uma reunião de emergência na próxima sexta-feira (19) para discutir o tema “Políticas Nacionais para o Sistema de Penitenciário e o caso do Paraná”.

Entidades dos Direitos Humanos não descartam pedir intervenção federal nas penitenciárias paranaenses que, em menos de um ano, enfrentaram vinte rebeliões de presos. Segundo agentes penitenciários, que duvidam da capacidade administrativa do governo Beto Richa (PSDB) para enfrentar a crise, a maioria dos motins tem a ver com as péssimas condições de higiene, comida estragada, superlotações nas unidades, falta de agentes, ausência de assistência médica e jurídica aos apenados.

O encontro desta sexta será à s 9 horas na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PR), na Rua Brasilino Moura, 253, bairro Ahú, em Curitiba.

O evento é promovido pelo Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná e Conselho da Comunidade para a execução Penal da Cidade de Curitiba e região metropolitana.

O caso paranaense trará à  capital paranaense os seguintes conselheiros nacionais do CNPCP: Andreia Beatriz dos Santos e José Roberto Neves; da diretora de Políticas Penitenciárias do DEPEN/MJ, Valdirene Deufemback; e da ouvidora Nacional do Sistema Penitenciário, Marlene Inês Rosa.

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