7 de setembro de 2014
por Esmael Morais
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Professor Paixão: Queda no Ideb prova que educação precisa de menos discurso do governo!

Na próxima quarta-feira, dia 10, a APP-Sindicato vai à s urnas sob o impacto da queda do Paraná no ranking de qualidade do ensino médio com base nos dados do àndice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2013. De primeiro lugar no país, na gestão de Roberto Requião (PMDB), em 2009, o estado despencou para a 11!ª posição no governo de Beto Richa (PSDB) e do vice Flávio Arns (PSDB), ex-secretário da Educação. A esse respeito, o Blog do Esmael conversou com Professor Paixão, da Chapa 2, que segundo ele, é a favorita para vencer a eleição na entidade representativa dos educadores:

Infelizmente, os dados demonstraram que o Ideb do Paraná caiu. Isso mostra necessidade do sindicato atuar com força para garantir política pública de valorização da educação pública e dos profissionais da educação. Nós queremos que os governos invistam mais em educação não só no discurso. Invistam em políticas concretas para que a gente possa garantir uma qualidade melhor de educação ofertada aos paranaenses!.

Paixão também afirmou que o caso da professora esfaqueada por um adolescente em Piraquara, na região metropolitana de Curitiba, exige ações em defesa da categoria. Ele ainda disse que os profissionais da educação adoecem muito em virtude da situação de constante stress.

O representante da Chapa 2 pregou uma nova APP independente de partidos e governos!. Cada vez que o nosso sindicato ficou reduzido a partido ou grupo político perdeu seu poder de diálogo e interlocução com a sociedade!, criticou.

Sobre a eleição da APP-Sindicato Leia mais

7 de setembro de 2014
por Esmael Morais
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Neca Setúbal, do Itaú, bancou 83% do Instituto de Marina Silva

do Brasil 247
Uma reportagem deste domingo da Folha de S. Paulo confirma o que já parecia evidente. à‰ Maria Alice Setúbal, a Neca, herdeira do banco Itaú, a principal financiadora da candidata do PSB à  presidência da República, Marina Silva.

De acordo com o texto de Aguirre Talento e Fernanda Odilla (leia aqui a íntegra), Neca doou R$ 1 milhão em 2013 para o instituto criado por Marina Silva para promover a sustentabilidade. Isso representa nada menos que 83% dos custos da entidade, o que significa que Marina é quase que integralmente bancada por Neca.

Nesta condição, de principal financiadora da candidata, Neca passou a coordenar seu programa de governo e a falar em nome da candidata. Ela foi a primeira a anunciar a independência formal do Banco Central, uma medida defendida pela família Setubal.

O programa de Marina tem ainda outros ingredientes que interessam ao banco dos Setúbal, como a redução do papel de instituições públicas, como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES, no mercado de crédito.

As despesas do instituto de Marina, na prática, atendem a projetos de interesse da própria candidata, como a digitalização de seu próprio acervo pessoal, além de gastos administrativos.

Além desse R$ 1 milhão recebido da amiga Neca Setúbal, Marina também faturou R$ 1,6 milhão com palestras. No entanto, ele se negou a revelar a identidade de seus clientes, alegando cláusulas de confidencialidade.

A empresa de Marina teve lucro de R$ 1 milhão no ano passado, mas ela declarou ao Tribunal Superior Eleitoral um patrimônio pouco superior a R$ 100 mil.

O Itaú, que financia por meio de uma de suas herdeiras a candidatura de Marina, encontra-se em litígio com a União, por ter sido multado pela Receita Federal em R$ 18,7 bilhões, sob a alegação de sonegação fiscal na compra do Unibanco.

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7 de setembro de 2014
por Esmael Morais
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Coluna do Rocha Loures: Inovação, eleições e governo

Rocha Loures, em sua coluna deste domingo, aponta a participação política como ferramenta garantidora da inovação da própria política e da sociedade; "O mundo está se modificando, nós precisamos inovar. Pode !“ e deve - haver inovação em uma indústria, em um estabelecimento comercial, nas escolas, no sistema político e nas grandes estratégias nacionais", prega o colunista, que ainda afirma que o exercício da cidadania passa por uma criteriosa escolha de nossos representantes políticos agora em outubro; Agora, toda inovação implica em mudanças e isso também é uma transformação cultural!, filosofa Rocha Loures; leia o texto e compartilhe.

Rocha Loures, em sua coluna deste domingo, aponta a participação política como ferramenta garantidora da inovação da própria política e da sociedade; “O mundo está se modificando, nós precisamos inovar. Pode !“ e deve – haver inovação em uma indústria, em um estabelecimento comercial, nas escolas, no sistema político e nas grandes estratégias nacionais”, prega o colunista, que ainda afirma que o exercício da cidadania passa por uma criteriosa escolha de nossos representantes políticos agora em outubro; Agora, toda inovação implica em mudanças e isso também é uma transformação cultural!, filosofa Rocha Loures; leia o texto e compartilhe.

Rodrigo da Rocha Loures* ... 

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