STF abre processo por crime eleitoral contra deputado Ratinho Júnior

O Ministério Público Federal (MPF) acusa Ratinho Júnior de "omitir receitas" de R$ 80 mil movimentadas em conta de terceiro nas eleições de 2002, quando foi eleito deputado estadual. O dinheiro teria sido doado pelo pai do então candidato, o apresentador Ratinho.

O Ministério Público Federal (MPF) acusa Ratinho Júnior de “omitir receitas” de R$ 80 mil movimentadas em conta de terceiro nas eleições de 2002, quando foi eleito deputado estadual. O dinheiro teria sido doado pelo pai do então candidato, o apresentador Ratinho.

O Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou denúncia contra o deputado federal Ratinho Júnior (PSC-PR) por suposta omissão de dados na prestação de contas de sua campanha ao cargo de deputado estadual no Paraná, em 2002. A decisão, unânime, se deu no julgamento do Inquérito 3345, de relatoria do ministro Marco Aurélio Mello.

O Ministério Público Federal (MPF) acusa Júnior de “omitir receitas” de R$ 80 mil movimentadas em conta de terceiro. O dinheiro teria sido doado pelo pai do então candidato, o apresentador Ratinho.

Ratinho Júnior alega que as contas da campanha eleitoral de 2002 foram aprovadas pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná. O MP sustenta que tal fato não seria motivo para isentar o parlamentar da eventual responsabilidade criminal pela omissão das receitas que dela deveriam constar.

Nestas eleições, Ratinho Júnior é candidato à  Assembleia Legislativa do Paraná. Estima-se que ele seja o mais votado em outubro e sua chapa eleja até dez deputados. A Casa tem 54 cadeiras.

Com informações do site do STF.

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