Sob Richa, Paraná teve “pibinho” se comparado ao governo Requião

Sob a gestão de Beto Richa o estado teve um "pibinho" acumulado real de 12,53% ao passo que a arrecadação cresceu 25,25%. "A arrecadação cresceu duas vezes mais rápido do que a produção", análise obtida pelo Blog do Esmael; a título de comparação, o crescimento acumulado real no governo Requião (2007-2010) foi de 20,83%, ainda que afetado negativamente pela crise mundial de 2009; no período, a arrecadação de ICMS cresceu 24,04%; pelo Twitter, senador do PMDB promete acabar com a "farra da substituição tributária que está quebrando empresas no Paraná" caso seja eleito para um quarto mandato.

Sob a gestão de Beto Richa o estado teve um “pibinho” acumulado real de 12,53% ao passo que a arrecadação cresceu 25,25%. “A arrecadação cresceu duas vezes mais rápido do que a produção”, análise obtida pelo Blog do Esmael; a título de comparação, o crescimento acumulado real no governo Requião (2007-2010) foi de 20,83%, ainda que afetado negativamente pela crise mundial de 2009; no período, a arrecadação de ICMS cresceu 24,04%; pelo Twitter, senador do PMDB promete acabar com a “farra da substituição tributária que está quebrando empresas no Paraná” caso seja eleito para um quarto mandato.

O Blog do Esmael teve acesso a um detalhado estudo sobre o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) do Paraná nos últimos três anos do governo Beto Richa (PSDB). Segundo as análises, sob a gestão do tucano o estado teve um “pibinho” acumulado real de 12,53% ao passo que a arrecadação cresceu 25,25%. “A arrecadação cresceu duas vezes mais rápido do que a produção”, observa o documento vazado por membros das secretarias da Fazenda e do Planejamento.

A título de comparação, o crescimento acumulado real no governo Requião (2007-2010) foi de 20,83%, ainda que afetado negativamente pela crise mundial de 2009. No período, a arrecadação de ICMS cresceu 24,04%.

As despesas do governo Richa, no entanto, subiram em ritmo mais acelerado do que a arrecadação: crescimento real dos gastos de 28,55% acumulados contra 25,25% de arrecadação. Portanto, chega-se à  conclusão de que aumentou a apropriação, pelo governo do estado, da parcela da riqueza produzida sem que isso significasse melhora nos serviços para a população.

No último domingo (3), em artigo no Blog do Esmael, o empresário Rodrigo da Rocha Loures, ex-presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), deu pistas sobre o desequilíbrio nas finanças do estado e o impacto da substituição tributária no ICMS. “O Paraná é um dos estados com a maior alíquota de ICMS sobre o consumo de energia e de telecomunicações (29%), dois insumos fundamentais da produção e da vida moderna”, reclamou.

Para Rocha Loures, a substituição tributária do ICMS vem minando o regime do Simples Nacional, pois as micro e pequenas empresas recebem as mercadorias que comercializam com carga cheia de ICMS, desde a origem, e pagam o ICMS sobre o faturamento.

Requião, por sua vez, afirmou pelo Twitter que, se eleito, vai acabar com a “farra da substituição tributária que está quebrando empresas no Paraná”. Segundo o peemedebista, o governador Beto Richa está destruindo as pequenas empresas.

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