Morte de Campos: “Dilma nervosa, Aécio com o coração na mão”, diz Murilo Hidalgo

por Felipe Patury, da à‰poca

Murilo Hidalgo lembra que, até a definição das chapas presidenciais, Marina pontuava nas pesquisas de opinião na frente não só de Eduardo Campos, de quem se tornou vice, como também do presidenciável tucano Aécio Neves. Hidalgo acredita que Marina, se assumir a candidatura presidencial, herdará imediatamente os pontos que Campos tinha nas últimas pesquisas eleitorais (8% pelo Datafolha e 9% pelo Ibope) e mais uma parte dos votos que ela mesma teve em 2010.

Murilo Hidalgo lembra que, até a definição das chapas presidenciais, Marina pontuava nas pesquisas de opinião na frente não só de Eduardo Campos, de quem se tornou vice, como também do presidenciável tucano Aécio Neves. Hidalgo acredita que Marina, se assumir a candidatura presidencial, herdará imediatamente os pontos que Campos tinha nas últimas pesquisas eleitorais (8% pelo Datafolha e 9% pelo Ibope) e mais uma parte dos votos que ela mesma teve em 2010.

“à‰ outra eleição e, nessa que começa agora, a presidente Dilma Rousseff está nervosa e o candidato tucano Aécio Neves está com o coração na mão.” A avaliação é do diretor do instituto de opinião pública Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo. Ele acredita que a eventual substituição de Eduardo Campos, morto hoje, por Marina Silva como candidata a presidente da República pelo PSB pode inverter o jogo eleitoral.

Murilo Hidalgo lembra que, até a definição das chapas presidenciais, Marina pontuava nas pesquisas de opinião na frente não só de Eduardo Campos, de quem se tornou vice, como também do presidenciável tucano Aécio Neves.

Hidalgo acredita que Marina, se assumir a candidatura presidencial, herdará imediatamente os pontos que Campos tinha nas últimas pesquisas eleitorais (8% pelo Datafolha e 9% pelo Ibope) e mais uma parte dos votos que ela mesma teve em 2010.

Há quatro anos, Marina disputou a presidência pelo PV e ficou em terceiro lugar, com a preferência 19% do eleitorado.

Hidalgo prevê ainda que Marina pode conquistar ainda parte do eleitorado de esquerda hoje alinhado com a reeleição da presidente Dilma Rousseff, garantindo a realização de um segundo turno, que, até agora, era incerta.

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