Coluna do Marcelo Araújo: Gustavo Fruet pode até ser bom moço, mas como prefeito a história é outra…

Publicado em 4 agosto, 2014
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Creio que as colunas traduziram perfeitamente a impressão que todos temos. Como pessoa excelente, coração de ouro, boníssima (do sobrenome talvez), mas como prefeito...!, afirma em sua coluna nesta segunda-feira Marcelo Araújo; para o colunista especialista em multas, o bom-mocismo de Fruet não o exime de bem administrar a cidade de Curitiba; leia o texto e compartilhe.
Creio que as colunas traduziram perfeitamente a impressão que todos temos. Como pessoa excelente, coração de ouro, boníssima (do sobrenome talvez), mas como prefeito…!, afirma em sua coluna nesta segunda-feira Marcelo Araújo; para o colunista especialista em multas, o bom-mocismo de Fruet não o exime de bem administrar a cidade de Curitiba; leia o texto e compartilhe.
Marcelo Araújo*

Fazendo uma compilação de três colunas da Gazeta do Povo, do respeitadíssimo! Celso Nascimento, encontramos algumas pérolas cedidas pelo prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet.

Em 29/12/13 o colunista desanca a popularidade do prefeito no primeiro ano de governo, a queda vertiginosa nas expectativas entre outros deméritos obtidos em pesquisa.

Em sua coluna de 12/06/14 destaca as críticas de Jaime Lerner à  via calma e ao projeto do metrô.

Mas, no domingo dia 27/07/14, fez uma aparente tração escrotal no prefeito Gustavo Fruet, destacando primeiro seu pai quando prefeito, que num gesto de compaixão deu do próprio bolso dinheiro para a ração de cães flagelados por enchente, e agora o filho e prefeito Maurício Fruet, numa noite fria, distribuiu cobertores aos cobradores das estações tubo, no mais absoluto anonimato e ainda devolveu ingressos da Copa que não usaria.

Creio que as colunas traduziram perfeitamente a impressão que todos temos. Como pessoa excelente, coração de ouro, boníssima (do sobrenome talvez), mas como prefeito…

De fato não sei se interessa para a população saber o que o político faz nas horas de folga com seu dinheiro, se dá pérolas aos porcos, cobertores aos cães ou ração aos cobradores.

No caso dos cobertores, mesmo sendo um gesto humanitário questiona-se se curar as feridas é papel do soldado enquanto o do comandante seria evitar os ferimentos. Ele fez papel de soldado sendo comandante! Quanto aos ingressos, tanto como pessoa quanto político, já falei, sua honestidade não me parece algo a ser questionado.

Se Lerner ficou nervoso com a via calma, outros ficam nervosos antes que outras vias também fiquem calmas. à‰ o que está sendo movimentado pelo presidente da ABICAM (Assoc. Moradores/Empresários do Bigorrilho e C.do Siqueira), Paulo Bueno Neto, por meio de abaixo-assinado contra a implantação na Rua Padre Anchieta.

A iniciativa da ABICAM se deu após ser desafiada pelo presidente do IPPUC, Sérgio Póvoa, que isso aconteceria independente de sua vontade. Paulo que é movido por desafios arregaçou as mangas. Apenas pondera que se um dos caminhos seria uma paralisação da referida via em protesto, mas se a via calma for implantada não precisaria organizar uma paralisação. Eis o dilema.

De multa eu entendo!

*Marcelo Araújo é advogado, presidente da Comissão de Trânsito, Transporte e Mobilidade da OAB/PR. Escreve nas segundas-feiras para o Blog do Esmael.

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